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5 verdades sobre a negociação

Olá, Speaker!

O que vem à sua mente quando lê a palavra negociação?

Muitas pessoas pensam imediatamente em uma mesa onde poderosos empreendedores negociam a venda de um produto ou empresa. Outras, por sua vez, pensam em advogados negociando uma grande ação.

Se bem é verdade que tudo isso é, de fato, negociação, há muitas outras situações cotidianas em que há negociações e acordos, mas de uma maneira mais sutil.

Em entrevistas de emprego, para pedir o aumento de salário, nas discussões do dia a dia, em projetos multidisciplinares, para cobrar por um serviço: tudo isso exige saber negociar.

Diante disso, separei 5 verdades sobre a negociação, úteis para aprimorar nossa comunicação nesses contextos específicos. Confira!  

– Um bom negociador pratica a escuta atenta

Negociação é, antes de tudo, um processo comunicativo. Para que ele seja completo, é preciso saber ouvir e saber falar. Há, inclusive, uma metáfora da comunicação como uma bola de pingue-pongue: deve ir e vir para que o jogo aconteça.

Escuta atenta nada mais é do que realmente ouvir o outro. Não adianta apenas dizer “você está certo” para evitar um conflito ou “você está errado” para provocar uma discussão. Para negociar bem, é preciso conhecer e entender como o outro pensa.

Ao tomar ciência disso, isto é, de como a outra pessoa enxerga a situação, traçar um caminho para dialogar com ela e, mais que isso, persuadi-la, se torna muito mais fácil.

– Para negociar, é preciso saber ouvir, sem julgar

Se passarmos todo o tempo julgando o outro, suas opiniões e argumentos, dificilmente teremos o tempo necessário para praticar a escuta atenta da qual falamos no tópico anterior.

Numa negociação, é fundamental ouvir, sem julgar. Desse modo, encontrar uma solução que seja interessante para os dois lados será muito mais fácil, economizando um grande tempo e energia.

– A negociação implica em se colocar no lugar do outro

O melhor negociante é aquele que entende o outro lado e consegue “calçar o sapato do outro”. Ou seja, que logra se colocar em um lugar que não é o seu para entender como a outra pessoa pensa.

Mais do que exercer a empatia, essa compreensão também é uma estratégia. Conhecer a realidade do outro significa saber qual é o problema pelo qual passa e, a partir disso, oferecer a melhor solução.

Afinal, negociar é, em grande parte, encontrar soluções para problemas, não é?

– Discutir ideias faz parte da negociação

O medo do conflito é real e muito mais comum do que imaginamos. No entanto, uma negociação só será vantajosa para ambos lados se houver uma real discussão de ideias.

Muitas pessoas deixam de defender suas opiniões pelo medo do conflito. Com isso, acabam dizendo sim quando queriam e deveriam dizer não. Além de problemático, isso não é nem um pouco saudável para a vida pessoal e profissional.

Uma forma de perder o medo é entender que conflito de ideias não é necessariamente um confronto pessoal e que o debate é saudável e necessário entre as pessoas.

– Um bom negociador não se prende ao medo

No tópico anterior, falamos sobre o medo em relação ao conflito. Mas há um medo ainda maior (e que também está relacionado com isso): o do julgamento alheio.

Um bom negociador não se prende a esse medo, aliás, não se prende tanto na ideia do que os demais pensarão a seu respeito. Isso garante uma liberdade maior para defender ideias, debater e persuadir.

Perder o medo é uma questão de prática. Quanto mais se prepara para uma situação de exposição de fala, como uma negociação, mais fácil é lidar com o nervosismo e a ansiedade.

 

Deu para perceber que a negociação está diretamente ligada à capacidade de nos comunicarmos, certo? Quem logra transmitir bem suas ideias e defender seus argumentos se sai muito melhor em negociações e debates. Pense nisso!

 

Fonte:

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The Speaker

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Fonte: Terra

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