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A Fazenda 13: Dayane Mello fala sobre uso de entorpecentes


A Fazenda 13: Dayane Mello fala sobre uso de entorpecentes. Foto: Reprodução/PlayPLus

Na noite deste domingo, 17 de outubro, Dayane Mello falou sobre o uso de entorpecentes. Em conversa com Gui Araújo no quarto de “A Fazenda 13”, Record TV, ela afirmou que sentimentos negativos podem se relacionar ao uso inapropriado de drogas entorpecentes. Mas, primeiramente, mostrou respeito ao que o ex-namorado de Anitta sentia.

Apesar de serem rivais e participarem de lados diferentes da disputa, ela acolheu e ouviu Gui Araújo. Além disso, o aconselhou a ficar mais perto dos amigos e de pessoas que ‘fazem bem’.

“Tira isso da sua mente, reúna seus amigos, tenha eles por perto, a Marina, o Dynho. Tenha essas pessoas perto de você. Fica perto dessas pessoas para te fazerem rir, não pra falar de jogo, mas para te deixarem bem”, disse.

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Ademais, comparou o sentimento negativo que o influencer disse sentir ao uso de drogas entorpecentes em momentos errados. Ela usou o termo “Fumar um”, associado ao consumo de maconha, para falar dos efeitos de determinados cigarros na mente em diferentes situações.

“É igual quando você fuma um e não está com a energia boa. Você fuma e não está com as pessoas certas, fica transtornado. É muito ruim. Você sai na rua e tudo fica ruim. É uma coisa de energia”, acrescentou.

DEPRESSÃO

Na conversa, Gui Araújo fala de depressão dentro do reality da Record TV. Ele afirmou que sua relação com o tempo o incomoda muito e a ansiedade se tornou um incômodo dentro da casa. Ademais, lembrou que a autoestima também não anda nada boa.

A modelo gaúcha destacou que estudou muito a respeito de saúde mental e usa ferramentas específicas para não cair em armadilhas da mente dentro do programa apresentado por Adriane Galisteu. Então, o ex-namorado de Anitta disse que sente sempre algo o enforcando – nesse momento, fez sinal como se andasse com uma corda no pescoço.

“Não imaginava que eu ia encontrar isso aqui, sabe? Eu não consigo me achar bonito, não consigo me sentir bem. Eu sinto o tempo todo que tem alguma coisa me apertando aqui”, declarou.

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Além disso, ele lembrou as duas semanas que ficou como Fazendeiro do programa, o posto mais alto do jogo. Para o influenciador, é uma ferramenta que faz bem para o psicológico, por causa do status ao que é vinculado. “O chapéu simboliza. O chapéu a única coisa que ele te dá é a imunidade da semana”, relatou.

CLIMA PESADO

O rival de Rico Melquiades lembrou que é uma pessoa de sucesso profissional e pessoal do lado de fora. Além disso, destacou que não consegue se acostumar às investidas do alagoano em diferentes momentos do dia. Isso, de acordo com ele, é uma pressão emocional com a qual não está acostumado.

“Eu trabalho com mais de 30 pessoas, eu ajudo todo mundo, todo mundo melhorou 100 vezes de vida. Aqui você vem com a mesma intenção e as pessoas vem te chamar de manipulador, mentiroso. O Rico fica o dia inteiro, na mesa do café, discutindo o tempo todo”, destacou.

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Por fim, concluiu que é um programa difícil para lidar consigo mesmo. “Eu não consigo me encontrar”, destacou.

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Fonte: O Fuxico

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