A importância do Sparring no MMA: a opinião de 12 treinadores brasileiros

Eu acho sparring essencial. O Eliseu Capoeira faz em torno de 3 por semana, mas todos controlados a 40% ou 30% da realidade e com proteção. Um de Muay Thai na terça, na quinta um híbrido que pode ser chão com porrada e outro mais completo no sábado. É muito mais uma questão de volume, técnica, tática e tempo, do que força. Caiu totalmente por terra esta teoria de que quanto mais pancada, mais resistente fica o queixo. Na verdade é o contrário. O que ocasiona a ETC não é o contato na luta, mas o sparring na academia. Este negócio de se matar no treino como se fosse uma luta real, além de diminuir a resistência do atleta, ainda gera rivalidades internas, pois são seres humanos que estão ali lidando com brio, ego, honra. Por outro lado, não vejo um atleta entrando preparado pra luta se não estiver condicionado a realidade do que ele vai enfrentar. Seria como no futebol não haver amistoso, ou o tenista ficar só rebatendo as bolas jogadas pela máquina. Tem que ter a adrenalina próxima até para preparar o psicológico. 


Fonte: UFC

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