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A trajetória da gestora que tornou o investimento em negócios sociais algo obrigatório

SÃO PAULO – Quando Fernanda Camargo abriu a Wright Capital para fazer a gestão de patrimônio de grandes famílias estabeleceu uma regra: só aceitaria o dinheiro de quem concordasse em investir ao menos 1% de seu capital em negócios de impacto social — empresas focadas em resolver problemas sociais e, ao mesmo tempo, gerar lucro.

“Na época, o mercado achava que a gente era louco”, conta. De lá para cá, a “loucura” de Fernanda começou a ser seguida por cada vez mais gestores ao redor do mundo.

No Brasil, a pandemia levantou o debate sobre os princípios ESG (environmental, social and governance, em inglês), que busca integrar nos investimentos as melhores práticas ambientais, sociais e de governança das empresas. A Wright Capital hoje possui mais de R$ 3,5 bilhões em ativos sob gestão.⠀

A decisão de incluir negócios sociais em seu multi-family office, no entanto, está longe de ser a única “loucura” cometida por Fernanda em sua carreira. Até mesmo para fundar a Wright ela abandonou uma sociedade que lhe renderia uma fortuna no JP Morgan.

A trajetória completa da gestora é tema do 55º episódio do podcast Do Zero ao Topo. É possível seguir e escutar o programa pela ApplePodcasts, Spotify, Deezer, Spreaker, Google Podcast, Castbox e demais agregadores

Fernanda começou a trabalhar no mercado financeiro ainda na adolescência, depois que viu seu pai quebrar e decidiu que precisava arranjar o próprio dinheiro. Apesar de passar por grandes bancos como o americano Merril Lynch, o alemão Deutche Bank e o sul-africano Standard Bank, ela só se encontrou no mercado quando começou a trabalhar com a gestão de patrimônio. Confira sua história completa — e a visão da gestora sobre os investimentos sustentáveis — no podcast.

Sobre o Do Zero ao Topo

O podcast Do Zero ao Topo traz, a cada semana, um empresário de destaque no mercado brasileiro para contar a sua história, compartilhando os maiores desafios enfrentados ao longo do caminho e as principais estratégias utilizadas na construção do negócio.

O programa já recebeu nomes como João Apolinário, fundador da Polishop, David Neeleman, fundador da Azul, José Galló, executivo responsável pela ascensão da Renner, Guilherme Benchimol, fundador da XP Investimentos, Artur Grynbaum, CEO do Grupo Boticário, André Penha, cofundador do QuintoAndar, Sebastião Bonfim, criador da Centauro e Edgard Corona, da rede Smart Fit.

Fonte: Infomoney

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