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Ações da Natura caem 5% e frigoríficos recuam até 4%; MRV sobe com prévia operacional e Cia. Hering salta 38% na semana

SÃO PAULO – As ações da MRV (MRVE3, R$ 18,81, +1,73%) registraram ganhos de quase 2% na sessão desta sexta-feira (16), após a divulgação de prévias operacionais consideradas positivas. A companhia bateu recorde de vendas em lançamentos no período, com uma alta no valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,170 bilhão, alta de 58% sobre o mesmo período do ano passado.

As ações da Cia. Hering (HGTX3, R$ 23,37, +6,66%), por sua vez, tiveram uma sessão de volatilidade. Os papéis chegaram a registrar queda de 3,65% após a disparada de mais de 28% na véspera, mas viraram para forte alta, saltando 38,78% na semana. A última quinta-feira foi de forte desempenho para HGTX3 após a varejista revelar que a Arezzo (ARZZ3, R$ 79,58, -1,69%) propôs combinação de negociações (negada pela Hering).

A alta se estendeu por todo o setor, em meio às notícias sobre uma oferta de ações planejada pela Lojas Renner (LREN3, R$ 46,90, +11,91%). O blog financeiro Brazil Journal informou que a companhia prepara oferta de ações de entre R$ 4 bilhões e R$ 4,5 bilhões para financiar o plano de crescimento orgânico e eventualmente estar pronta para uma fusão/aquisição. Papéis como de Lojas Marisa (AMAR3, R$ 6,23, +14,73%) e C&A (CEAB3, R$ 13,68, +8,23%) também subiram forte, uma vez que elas poderiam ser alvos de uma aquisição.

Posteriormente, a Lojas Renner confirmou que avalia realizar uma oferta primária de ações com esforços restritos e que já engajou determinados assessores financeiros. A companhia afirmou, contudo, que “não há, nesta data, definição final quanto à realização da referida oferta, sua estrutura, destinação de recursos ou volume”.

As ações do setor de frigoríficos, como Minerva (BEEF3, R$ 10,72, -4,29%) e JBS (JBSS3, R$ 33,41, -3,19%) registraram queda expressiva, em um movimento de realização de lucros após a forte alta recente. Mesmo com a queda na sessão, os ativos ainda registraram ganhos de mais de 6% na semana. No radar do setor, o governo argentino adotou novo registro de exportação de carne bovina da Argentina.

A Natura&Co (NTCO3, R$ 50,16, -5,07%) ficou entre os destaques negativos tendo no radar evento com analistas e investidores fechado à imprensa, além de projeções para 2023 e revisão nas estimativas de sinergia com a Avon.

O grupo revisou projeção com a combinação de negócios com a Avon e agora espera capturar gradualmente, no período de 2020 a 2024, sinergias operacionais entre US$ 350 milhões e US$ 450 milhões em bases recorrentes anuais (considerando taxa de câmbio de 1 dólar para R$ 5). A Natura&Co disse que o valor estimado não compreende os custos não recorrentes para a implementação das iniciativas atreladas a essas sinergias, calculados em aproximadamente US$ 230 milhões para o período de 2020 a 2024.

As ações da CSN (CSNA3, R$ 48,00, +2,02%), por sua vez, registram ganhos, após chegarem a operar perto da estabilidade com a interdição de terminal de exportação de minério de ferro da companhia no porto de Itaguaí. A companhia informou que está tomando medidas para a manutenção das operações.

Confira mais destaques abaixo:

Petrobras (PETR3, R$ 22,65, -1,18%; PETR4, R$ 22,95, -0,61%)

O Conselho de Administração da Petrobras aprovou Joaquim Silva e Luna para o cargo de presidente da companhia, além de quatro nomes dos quadros internos da empresa que vão liderar quatro diretorias executivas, segundo fato relevante publicado nesta sexta-feira.

Rodrigo Araujo Alves será o novo diretor executivo Financeiro e de Relacionamento com Investidores, enquanto Cláudio Mastella será o diretor executivo de Comercialização e Logística da estatal.

Já Fernando Borges será o diretor executivo de Exploração e Produção e João Henrique Rittershaussen ocupará o cargo de diretor executivo de Desenvolvimento da Produção.

Além disso, a Petrobras devolveu integralmente a área de Peroba, no pré-sal da Bacia de Santos, marcando o primeiro retorno de uma área arrematada em um leilão de partilha de produção, informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis na quinta. Peroba havia sido arrematada por um bônus fixo de R$ 2 bilhões, em 2017, por um consórcio formado pela Petrobras (operadora, com 40% de participação), em parceria a chinesa CNODC (20%) e a britânica BP (40%), na 3ª Rodada de licitações de áreas de exploração de petróleo no pré-sal.

Mater Dei (MATD3, R$ 16,80, -3,67%)

A Mater Dei faz a sua estreia na Bolsa nesta sexta-feira com queda das ações. A companhia, líder em Minas Gerais em serviços hospitalares e oncológicos, levantou na última quarta-feira (14) cerca de R$ 1,4 bilhão em sua oferta pública inicial de ações (IPO), após aceitar um desconto de 20% sobre a faixa indicativa para a operação, de R$ 21,80. O preço da oferta foi de R$ 17,44 por ação.

A companhia vendeu 92,8 milhões de ações, sendo seu free float de 23%.

A rede de hospitais tem a intenção de usar os recursos arrecadados para investir na expansão inorgânica, comprando novos ativos em praças estratégicas, e para custear a construção de novos hospitais (em projetos greenfield).

Assim, com a oferta, a companhia, que pretende ser uma consolidadora do setor, se vê capitalizada para realizar sua expansão através de fusões e aquisições. Ela ainda conta com um amplo espaço para alavancagem para executar suas operações.

Sendas (ASAI3, R$ 79,75, -0,28%)

O Morgan Stanley iniciou a cobertura para as ações da controladora do Assaí, o grupo Sendas, com recomendação overweight (exposição acima da média do mercado) e preço-alvo de R$ 101, o que configura um potencial de alta de 26,3% em relação ao fechamento da última quinta-feira (15).

Andrew Ruben, Fernando Donega e Alexandre Namioka, analistas do Morgan, destacam que, após a cisão com o Pão de Açúcar (PCAR3) no início de março, o Assaí é uma aposta pura no segmento de atacarejo de rápido crescimento do Brasil. A Sendas Distribuidora opera mais de 180 lojas cash & carry sob a bandeira Assai.

Com vendas de R$ 36 bilhões em 2020, o Assaí é a segunda maior varejista de alimentos do Brasil e a segunda maior operadora de cash & carry, atrás da bandeira Atacadão (de propriedade do Carrefour Brasil).

Banco do Brasil (BBAS3, R$ 29,77, +0,44%)

O Comitê de Pessoas, Remuneração e Elegibilidade (Corem) do Banco do Brasil retirou da pauta da reunião ocorrida no último dia 08 a análise da indicação de Iêda Aparecida de Moura Cagni a uma cadeira no conselho de administração da instituição, feita pela União.

Segundo a ata da reunião, foi identificada inconsistência para enquadramento nos critérios para ser conselheira independente. O comitê verificou que Cagni possui vínculo com a União, que é controladora do BB.

O comitê recomenda que seja realizada a revisão das informações prestadas na ficha de cadastro, a fim de esclarecer se a indicada se enquadra ou não nos critérios de conselheira independente, para que o processo de elegibilidade seja novamente analisado.

Na mesma reunião, foram aprovados os nomes de Fernando Florêncio Campos e Rachel de Oliveira Maia para o conselho de administração, indicados por minoritários, além de Carlos Alberto Rechelo Neto e Tiago Brasil Rocha para o conselho fiscal, como titular e suplente, respectivamente.

Sabesp (SBSP3, R$ 42,99, +1,13%)

O secretário da Fazenda do governo de São Paulo, Henrique Meirelles, disse que o Estado pretende fazer a privatização da Emae ainda neste ano, deixando para 2022 a capitalização da Sabesp, um processo considerado mais complexo.

“Temos a Emae, que tem a usina São Paulo, e que está sendo objeto de processo de privatização. Estamos na fase de seleção de consultores para fazer a privatização da Emae em 2021”, disse Meirelles durante live do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

Por outro lado, o secretário informou que o governo ainda avalia se fará uma capitalização parcial (sem entrega do controle) ou total, o que corresponderia a uma privatização, da Sabesp.

“A privatização da Sabesp é um processo mais complexo … Em qualquer hipótese capitalização total ou parcial, veremos aporte de recursos substancial ao Estado”, assinalou Meirelles, acrescentando que o “mais provável” é que a operação da Sabesp seja efetivada em 2022.

De acordo com o Credit Suisse, a sinalização de Meirelles de que São Paulo continua analisando alternativas para a Sabesp, incluindo privatização, é positiva. Contudo, os analistas apontam que o mercado aguarda um cronograma para os estudos em andamento, detalhes sobre alternativas e prazos para decisão.

Na mesma linha, a Guide Investimentos também aponta a fala de Meirelles como marginalmente positiva. “De fato, a expectativa do mercado não era que a capitalização da companhia acontecesse neste ano, em virtude do agravamento da pandemia e dificuldade da tramitação de pautas polemicas. Em todo caso, avaliamos que a privatização deva acontecer nos próximos anos, mas não descartamos uma nova postergação, visto que 2022 é um ano eleitoral e também de difícil aprovação de pautas complexas”, destaca.

Telefônica Brasil (VIVT3, R$ 44,14, +0,76%) 

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, divulgou uma atualização no valor dos dividendos anunciados em fevereiro. O valor por ação ordinária passou de R$ 0,94037594149 para R$ 0,94181786762.

O valor será pago aos acionistas que tinham posição acionária do dia 15 de abril, sendo assim, essas ações ficam “ex-dividendos” a partir do dia 16 de abril.

O pagamento do provento será realizado no dia 5 de outubro de 2021.

A companhia informou ainda que aprovou o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) referente ao primeiro trimestre. O valor é de R$ 280 milhões, o equivalente a R$ 0,14119688689 por ação (já líquido do Imposto de Renda). Receberão o JCP os acionistas que possuíam ações no dia 30 de abril e os papéis ficam ex-dividendos a partir de 1º de maio.

Energisa (ENGI11, R$ 43,42, +0,93%)

A companhia de energia Energisa anunciou um programa de recompra de ações nesta quinta-feira (15). Serão compradas até 1,1 milhão de units da companhia, que representam 1,1 milhão de ações ordinárias e 4,4 milhões de preferenciais.

Esse programa de recompra representa 0,30% das ações emitidas pela companhia e 0,44% dos papéis em circulação.

O programa de recompras tem prazo de 18 meses, ou seja, se encerra em outubro de 2022.

MRV (MRVE3, R$ 18,81, +1,73%)

A MRV, maior construtora do país no segmento de moradias populares, registrou o maior volume de lançamentos para um primeiro trimestre do ano da história da empresa, segundo mostram dados da prévia operacional divulgada nesta quinta-feira (15).

Os lançamentos somaram um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,710 bilhão, um crescimento de 58% na comparação com os primeiros três meses de 2020. Esse é o maior volume para um primeiro trimestre já registrado pela companhia.

Segundo a MRV, esse resultado deve-se à resiliência do segmento de média renda e econômico.

Já as vendas líquidas da MRV somaram R$ 1,619 bilhão entre janeiro e março, uma queda de 3,2% em relação ao primeiro trimestre de 2020. Ao todo, foram 9.714 unidades habitacionais vendidas.

Do total vendido, uma fatia de 65% refere-se à modalidade venda garantida, quando a venda só é contabilizada após o repasse efetivo do cliente ao banco financiador. Dessa forma, não há risco de distrato para a construtora, ou seja, o cliente desistir da compra. Essa modalidade de vendas foi retomada pela MRV no terceiro trimestre de 2020, quando respondeu por 30% das vendas líquidas.

A prévia operacional da MRV já inclui os negócios da AHS (incorporadora com atuação nos Estados Unidos), Luggo (empresa de locação), Sensia (especializada em imóveis de médio padrão) e Urba (empresa de loteamentos), que fazem parte do mesmo grupo.

A XP aponta que a MRV apresentou fortes resultados operacionais referente ao primeiro trimestre de 2021, com lançamentos robustos (R$1,7 bilhão) e vendas líquidas (R$1,6 bilhão). “Apesar dos desafios de curto prazo em razão da pandemia, a resiliência do segmento de baixa renda continuou apoiando o forte desempenho da companhia”, destacam os analistas, que mantêm  recomendação neutra e preço-alvo de R$ 23 por ação.

Tenda (TEND3, R$ 27,54, -0,36%)

A construtora Tenda divulgou os dados operacionais do primeiro trimestre do ano. No período, a empresa realizou o lançamento de dez empreendimentos imobiliários.

Esses empreendimentos somaram um valor geral de vendas (VGV) de R$ 610,3 milhões de janeiro a março, uma alta de 268,6% na comparação com o mesmo período de 2020. O VGV é o valor potencial de venda de todas as unidades de um empreendimento.

Já as vendas líquidas da incorporadora totalizaram R$ 703,9 milhões nos primeiros três meses do ano, uma alta de 60,1% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. As vendas líquidas excluem os distratos, que são as vendas canceladas por desistência do comprador.

As unidades em estoque responderam por 84,4% das vendas líquidas. já os lançamentos foram responsáveis por 15,6%.

Para a XP, a prévia operacional de Tenda é positiva dado o robusto volume de lançamentos no trimestre (R$610 milhões), bem como o sólido desempenho de vendas líquidas (R$704 milhões, o primeiro trimestre mais forte de sua história) apesar dos desafios atuais decorrentes da pandemia. Os analistas reiterarama recomendação de compra e preço-alvo de R$ 37,20 por ação.

Natura &Co ([NTCO3], R$ 50,16, -5,07%)

A Natura &Co Holding divulgou novas projeções financeiras e ainda uma revisão da projeção de sinergias com a Avon International. O novo guidance aponta para uma receita líquida consolidada entre R$ 47 bilhões a R$ 49 bilhões em 2023.

A empresa espera ainda uma margem Ebitda consolidada entre 14% a 16% em 2023. A empresa também divulgou guidance para o Índice de Endividamento Líquido Consolidado. A previsão é ter uma dívida líquida igual ou menor que 1,0 vez o Ebitda dos 12 meses anteriores a 31 de dezembro de 2023.

Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a empresa observa que as projeções divulgadas têm como premissas o orçamento consolidado da Companhia para o ano corrente, bem como o plano estratégico para os exercícios sociais posteriores.

Além disso, a companhia considera crescimento do mercado global de cosméticos, fragrâncias e itens de cuidado pessoal; expectativa do aumento de penetração das vendas online; plano de transformação da Avon International suportado por investimentos na implantação de um novo modelo comercial, digitalização do negócio e programa de rejuvenescimento da marca; e investimentos para evolução do modelo de venda direta digitalizada, inovação de produtos e expansão geográfica. Além disso, a empresa detalha que todos os valores denominados em US$ consideram a taxa de câmbio de US$ 1,00 para R$5,00.

O Bradesco BBI avalia ter “sentimentos conflitantes” sobre o novo guidance.

Por um lado, confirma uma expansão significativa da margem Ebitda, de 12,2% em 2019 (pro-forma, incluindo Avon) para cerca de 15% em 2023, juntamente com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de receita de 10%. Este é um cenário muito melhor do que muitos dos pessimistas com Natura &Co assumiram e, portanto, confirma a confiança da administração na recuperação da Avon e ancora as expectativas dos investidores, avaliam.

“Por outro lado, pensamos que alguns investidores esperavam uma surpresa positiva. Contudo, dado que o guidance está em linha com o consenso, não foi o caso”, afirmam.

Assim, no geral, os analistas do BBI veem o guidance como neutro para a ação. O banco mantém recomendação outperform e preço-alvo de R$ 60 para a ação, visto que vê um forte impulso de ganhos devido ao progresso contínuo das marcas Natura, The Body Shop e Aesop, a reviravolta da marca Avon e com a maior desalavancagem. “Também vemos opções atrativas em torno dos planos de crescimento da empresa na Ásia”, avaliam.

Equatorial (EQTL3, R$ 24,94, +1,59%)

A Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE-D), divulgou fato relevante para esclarecer que não recebeu qualquer ofício da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre eventual investigação contra a empresa.

Segundo a Agência Estado, a CVM teria aceitado um pedido de abertura de investigação contra dirigentes da estatal gaúcha por suposta omissão de informações sobre a privatização da empresa.

O leilão de privatização ocorreu no último dia 31 de março e o certame foi vencido pelo Grupo Equatorial com uma proposta de R$ 100 mil. A CEEE-D tem um passivo de quase R$ 7 bilhões.

Grupo Soma (SOMA3, R$ 14,79, -0,14%)

O grupo de moda Soma está avaliando uma combinação de negócios com a rede de moda feminina Shoulder, afirmou a companhia em comunicado nesta sexta-feira, ressaltando que as negociações ainda estão em fase preliminar.

“A companhia ressalta que as negociações ainda estão em fase preliminar e que não possui qualquer documento (vinculante ou não vinculante) relativo à operação assinado”, divulgou a Soma, que tem entre as suas marcas Animale e Farm.

Rumo Logística (RAIL3, R$ 21,01, +1,99%)

O Credit Suisse comentou os volumes de exportação de soja em março, indicando crescimento consolidado de 60% na comparação anual. A performance foi mais do que o suficiente para compensar os baixos volumes de fevereiro.

Condições climáticas desfavoráveis fizeram com que as lavouras de janeiro e fevereiro fossem mais lentas. Como um resultado, o grosso do crescimento consolidado veio da alta nos volumes de soja. O banco diz acreditar que essa demanda mais alta em uma janela mais curta de exportações pode trazer crescimento sequencial no rendimento da Rumo.

O banco mantém recomendação outperform (expectativa de valorização acima da média do mercado) para a Rumo, com preço-alvo de R$ 25, frente aos R$ 20,6 negociados na quinta.

Braskem (BRKM5, R$ 49,77, +2,58%)

O ex-presidente da Braskem Jose Carlos Grubisich se apresentou na quinta como culpado de envolvimento no que promotores dos Estados Unidos chamaram de esquema de propina de 13 anos organizado pela controladora Odebrecht.

Grubisich admitiu envolvimento em um tribunal federal de Nova York em acusação de conspirar para violar legislação contra corrupção dos Estados Unidos e falsificar registros e relatórios financeiros da Braskem para acobertar os subornos.

Promotores afirmaram que entre 2002 e 2014, Grubisich e outros envolvidos ajudaram a desviar US$ 250 milhões de dólares da Braskem para um fundo secreto, mantido dentro da unidade de negócios da Odebrecht que “efetivamente funcionava como um departamento de propina”.

Pão de Açúcar (PCAR3, R$ 36,57, +0,85%)

O Morgan Stanley comentou a notícia de que o Casino, controlador da Companhia Brasileira de Distribuição, dona da Assaí, do Grupo Pão de Açúcar, Extra e Compre Bem, lançou um estudo para possível aumento de capital da Cdiscount, companhia de e-commerce francesa e subsidiária da Cnova.

Como a CBD possui 34,2% do capital da Cnova, a transação poderia criar valor para a holding. Assim, o banco elevou o preço-alvo para a CBD de R$ 28 para R$ 39, frente aos R$ 36,26 negociados na quinta, mantendo a avaliação equal-weight (expectativa de valorização dentro da média do mercado).

Cia. Hering (HGTX3, R$ 23,37, +6,66%)

O Morgan Stanley comentou a notícia sobre a recusa pela Hering da oferta feita pela Arezzo, de 21,2% do capital da companhia combinada somados a R$ 1,29 bilhão. Na véspera, o valor das ações da Hering subiu mais de 28%.

Sem menção à continuidade de negociações sobre o tema, o banco mantém o preço-alvo de R$ 15 pela Hering, frente a R$ 21,91 negociados na quinta, e mantém avaliação de underweight (expectativa de valorização abaixo da média do mercado) para a empresa.

(com Reuters e Estadão Conteúdo)

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Fonte: Infomoney

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