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Alcolumbre promete votar terça projeto que libera recurso para operação na Amazônia, diz Mourão

BRASÍLIA – O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou que o Congresso deve votar o projeto de lei que reforça o orçamento da operação na Amazônia nesta terça-feira, 11. A proposta libera R$ 410 milhões para reforçar o orçamento da operação de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que está sendo realizada desde maio para combater ao desmatamento na Amazônia. A promessa, segundo ele, foi feita pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

“As Forças Armadas iniciaram as operações desde maio e não receberam nenhum recurso. Tô aqui numa pressão junto ao Congresso, o senador Alcolumbre prometeu que amanhã ele vota o projeto de lei que vai dar o recurso extraordinário, que são R$ 410 milhões para que a gente possa prosseguir nessa operação até o final de novembro. Espero que amanhã o Congresso aprove e aí nós consigamos efetivamente intensificar os trabalhos” disse durante live promovida pelo grupo “Personalidades em Foco”.

A proposta, enviada pelo governo ao Congresso em julho, pede a abertura de R$ 615,9 milhões em crédito suplementar em favor de três ministério. Do total, R$ 410 milhões seriam aplicados pelo Ministério da Defesa na chamada “Operação Verde 2”, que terá vigência até 6 de novembro deste ano. O restante do valor será dividido entre os Ministérios da Agricultura (R$ 10,2 milhões) e da Justiça (R$ 195,7 milhões).

O vice, que também preside o Conselho da Amazônia, disse que há uma priorização de ações do grupo na região, pois não é possível resolver todos os problemas com os recursos disponíveis. Sem muitos detalhes, Mourão afirmou que o governo federal irá lançar uma campanha que atingirá a comunidade internacional “para mostrar o que tem sido feito.”

Mourão também destacou a proposta de regularização fundiária como uma das soluções para o desmatamento ilegal na floresta. “Eu e a ministra Tereza Cristina [da Agricultura] temos feito uma verdadeira cruzada em cima do projeto”, disse. Ainda, citou o projeto que trata de licenciamento ambiental, que, segundo ele, afeta em outras questões além da Amazônia, como saneamento básico. “Não vemos nenhuma ONG se batendo por isso aí.”

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Fonte: Terra

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