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Álcool em gel resseca a pele? Dermatologista ensina como cuidar das mãos em tempos de coronavírus – Notas – Glamurama

Saiba como cuidar das mãos com o uso do álcool em gel frequente / Crédito: Getty

Assim como o rosto, a pele das mãos também precisa de cuidados especiais, ainda mais agora. Além do inverno propiciar o ressecamento, o uso frequente do álcool em gel, prática adotada por conta da pandemia de Covid-19, essa área tende a ficar ainda mais ressecada e, se os cuidados necessários não forem tomados, há chances de aparecer irritações ou alergias. Mas por onde começar? Para acabar com as suas dúvidas, o Glamurama entrevistou o dermatologista Dr. Otávio Macedo para falar sobre o assunto e dar dicas que podem te ajudar a cuidar das mãos.

Hidratação imediata

“O álcool em gel resseca muito as mãos. Por sua capacidade de higienização, ele retira a camada de gordura que serve de proteção para a pele. Além disso, pode irritar a pele. Assim, problemas como coceira, irritações e alergias podem surgir”, explica o dermatologista.

Além da pele, as unhas também podem ser afetadas: “Ocorre uma desidratação da lâmina ungueal podendo até aparecer riscos nas unhas em casos mais extremos. Mas quem sofre mais é a cutícula e a pele ao redor das unhas”, explica Dr. Otávio. Para conter esse ressecamento, o ideal é realizar a hidratação imediatamente após o uso do álcool em gel, dando preferência para hidratantes com protetor solar na fórmula. “Outro produto muito indicado são as canetas sticks para hidratação das unhas e cutículas”, complementa.

Mito ou Verdade?

Segundo Dr. Otávio Macedo, é mito que a pele das mãos envelhece mais rápido que a do rosto ou do restante do corpo. A diferença é que cuidamos menos dessa região, o que pode dar essa impressão de envelhecimento mais aparente. “Cada local do corpo tem a pele com características diferentes. A do dorso das mãos, além de mais fininha, não recebe a atenção merecida. Esquecemos de passar filtro solar e os produtos de cuidados básicos saem mais rápido com as lavagens, quando lembramos de usar”, explica.

Esse envelhecimento se torna mais aparente após os 25 anos, quando se inicia a degradação do colágeno em todo o corpo. “Notamos as mãos mais magrinhas, com veias e tendões aparentes. Além das manchinhas marrons e vermelhas que aos poucos vão aumentando. Chamamos atenção também para feridas e casquinhas que não cicatrizam, que podem ser indícios de lesões pré-malignas e até de um câncer de pele”, alerta o médico.

 

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Fonte: Glamurama

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