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Alerta para o desenvolvimento da ceratocone se torna mais intenso no país

A ceratocone é uma condição degenerativa, de origem hereditária. Além de atingir uma a cada duas mil pessoas, de acordo com o Conselho Brasileiro de Oftalmologia, 20% de todos os transplantes de córnea realizados no país são em consequência da doença. Já são vistas algumas campanhas voltadas exclusivamente para o alerta da ceratocone e doenças oculares pelo Brasil, assim como o Junho Violeta, no mês passado.

A doença caracteriza-se pelo aumento e afinamento da curvatura da córnea, ocasionando o desenvolvimento de miopia e alto grau de astigmatismo irregular, com expressiva baixa da acuidade visual. Acomete mais adolescentes ou adultos jovens, sendo os sintomas mais comuns: dor de cabeça, desconforto visual, necessidade frequente de substituição das lentes dos óculos e baixa acuidade visual.

Doença age diretamente sobre a córnea

É uma das principais causas para os transplantes de córnea, e isso se justifica pelo fato de agir diretamente na estrutura da córnea, ocasionando modificações irreversíveis, deixando-a mais curvada e fina (e por isso o nome ceratocone, já que a córnea passa a se assemelhar a um cone).

A ceratocone tem duas principais causas: traumas externos (impacto direto no olho, principalmente pelo hábito que muitas pessoas têm de coçar os olhos), e fatores genéticos (que se enquadram em fragilidade da região da córnea). O primeiro sinal de que algo está errado é notado pela presença de alterações na visão.

A doença apresenta 4 graus de evolução, que se distinguem de acordo com a gravidade do caso. Em quadros mais avançados, o paciente pode chegar a perder a visão, o que demanda a realização de um transplante de córnea. Por outro lado, hoje existem novas formas e técnicas para detectar o problema e impedir o progresso da ceratocone. Nesse sentido, o diagnóstico preventivo é crucial no processo de tratamento.

Tratamento pode demandar por transplante

A ceratocone, uma vez identificada pelo médico oftalmologista, deverá ser tratada de acordo com a severidade do caso. Algumas alternativas incluem utilizar óculos e lentes de contato específicos e realizar a cirurgia para correção. O transplante de córnea é a última opção. No geral, são três os tipos de cirurgia, e o melhor procedimento para cada paciente dependerá do progresso da doença e da avaliação médica.

– Crosslinking: é a cirurgia realizada com intuito de fortalecer a estrutura de colágeno da córnea, e assim impedir que ela continue afinando e se curvando. A técnica, basicamente, consiste em retirar o excesso de material presente na superfície da córnea e, então, aplicar medicamento à base de vitamina B2. Por último, é utilizado um feixe de luz ultravioleta para concluir o procedimento.

– Implante: é realizada a inserção de um anel na córnea, visando regularizar sua curvatura. Esse método é mais utilizado para casos em que os óculos e lentes de contato não surtem o efeito esperado.

– Transplante de córnea: opção aplicada aos casos graves, em que há perda de visão ou quadro irreversível.

Coçar os olhos pode ser um hábito prejudicial

De acordo com termos da oftalmologia, coçar o olho pode ser extremamente danoso. A mão contém impurezas que contaminam e causam inflamações, como a conjuntivite. Ao coçar os olhos, o impacto pode favorecer o surgimento de ceratocone ou até otimizar a progressão da doença.

O Hospital Santa Cruz conta com equipe de oftalmologia que está apta a tirar todas as dúvidas sobre ceratocone, assim como indicar o melhor tratamento. Navegue pelo site e agende uma consulta com um dos oftalmologistas.

Website: http://www.hospitalsantacruz.com.br/

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Fonte: PORTAL TERRA – NOTÍCIAS

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