Às vésperas de estrear nas madrugadas da Globo, Roberto Kovalick fala com o Glamurama sobre o “Hora Um” – Notas – Glamurama

Roberto Kovalick // Divulgação

Para falar com o público quando o dia ainda nem amanheceu há que se ter um jeito todo especial. Por isso chamaram o simpático e competente Roberto Kovalick para apresentar o ‘Hora Um’, na TV Globo, que estreia na próxima segunda-feira. O objetivo é apresentar um jornal para cima, vibrante e que ajude as pessoas a começar o dia bem informadas. Com longa experiência como repórter especial do ‘Jornal Nacional’, Kovalick também teve uma importante carreira internacional como correspondente em Nova York, Tóquio e Londres, além de ter passado por outros Estados brasileiros, como Rio Grande Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília.

Glamurama: Você tem uma longa trajetória como repórter. Como é assumir a bancada como apresentador titular?
Roberto Kovalick: Três palavras representam bem este momento: oportunidade, responsabilidade e desafio. E todas em seu sentido mais positivo. Vou trabalhar com vontade e alegria para fazer com que as pessoas acordem com esse bem tão importante que é a informação de qualidade. Estaremos lá, nas primeiras horas do dia, levando a notícia para que o público possa fazer suas escolhas. Estou muito feliz por ter sido escalado para este desafio.

Glamurama: De que forma você acha que sua experiência vai contribuir para o jornal e qual o seu maior desafio nesta nova função?
RK: Vai contribuir bastante. Tenho muito carinho pela reportagem e em qualquer função do jornalismo é importante manter essa alma inquisitiva e curiosa de repórter. Pretendo levar essas características para a bancada. Essa experiência na reportagem ajuda também no diálogo com os repórteres, correspondentes e com o público.

Glamurama: Qual a sua expectativa para esse novo desafio?
RK: A melhor possível. Espero fazer um jornal para cima, vibrante e que ofereça ao público informações importantes logo cedo, para que possam levar o dia da melhor forma.

Glamurama: Está fazendo alguma preparação especial para se adaptar à nova rotina?
RK: Já morei no Japão, por exemplo, onde há uma diferença de fuso de 12 horas. Tenho experiência em mudar meus horários. Estou acostumado a não ter rotina e essa é uma das coisas que mais gosto na profissão. Mas tomo alguns cuidados, cuido da alimentação, pratico atividade física. Além disso, conto com o apoio fundamental da minha esposa, já que isso envolve uma mudança na rotina da casa.

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Fonte: Glamurama

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