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Ex-prefeito critica ataques na campanha eleitoral, mas garante que responderá caso venha a ser alvo dos adversários

O ex-prefeito de Cuiabá por dois mandatos consecutivos, Roberto França (Patriota), candidato do partido à sucessão do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB), disse na manhã desta quarta-feira (14), em visita à Assembleia Legislativa, onde foi gravar entrevista na TVAL, questionado sobre os primeiros números de pesquisas na Capital, disse que “cada qual faz pesquisa do seu próprio interesse”.

“As pesquisas que nós temos, e do nosso grupo político, e de um instituto de credibilidade e de respeito, nós dá 22%, praticamente empatado tecnicamente com o Emanuel Pinheiro, logo depois vem o Abílio. Agora, as outras pesquisas foram feitas pelos outros candidatos, cada qual fazendo de acordo com o seu próprio interesse”, disse o candidato.

“Eu respeito, mas pesquisa não traduz, nem a que é favorável para mim, só traz o momento. Pesquisa é momento. Daqui até a eleição tem 30 dias e muita coisa pode mudar politicamente ainda. Tem muita gordura para queimar e muita água para passar debaixo da ponte”, argumentou.

O candidato do Patriota prega uma campanha de propostas. “Estou preparado para fazer uma campanha limpa, de propostas, e preparado também para tudo que vier em termos de baixaria. Não pretendo agredir ninguém, o povo quer propostas, está cansado de baixaria, quer avaliar quem tem propostas para Cuiabá. Agora, é lógico e evidente que a gente tem que estar pronto para tudo. E eu não sou de fugir da luta, de qualquer debate que porventura venha criticar a nossa gestão, eu tenho resposta para tudo”, garantiu.

Segundo o ex-prefeito da Capital, “a militância está animada, é aguerrida. Nesta campanha aconteceu um fato diferente, que foi a manifestação de baixo para cima. Eu já disputei doze eleições e nunca tinha visto isso. A cobrança da população de que eu deveria voltar para a política. Por isso topei esse desafio depois de 18 anos fora da vida política e pública”.

França disse que não poderia se acovardar diante do chamamento popular. “Surgiu da manifestação de parte da população e eu não poderia me acovardar num momento desse. Tudo que fui na política devo a Cuiabá. Por essa razão, não poderia virar as costas para a cidade neste momento”, completou.

 

Fonte: Google News

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