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Brasil tem mais 38.903 casos e 761 mortes por covid-19

Familiares visitam túmulo de vítima da covid-19 em Manaus (AM)

Foto: Bruno Kelly / Reuters

O Brasil registrou mais 761 mortes por covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o número total de óbitos confirmados desde o início da pandemia para 502.586, informou o Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass) nesta segunda-feira (21).

Segundo boletim, o país ainda contabiliza 17.966.831 casos, com o acréscimo de 38.903 contágios em um dia. Os números de domingos e segundas-feiras são sempre menores por conta da baixa notificação das secretarias estaduais.

As médias móveis, porém, continuam em patamares altíssimos, com 73.460 contágios e 2.051 óbitos por dia. Já a taxa de letalidade do coronavírus no Brasil permanece em 2,8% e o índice de mortalidade por cada 100 mil habitantes subiu para 239,2.

Ainda de acordo com o boletim do Conass, o estado de São Paulo é o mais afetado pela emergência sanitária, com 3.587.646 casos e 122.258 mortes. Na sequência, aparecem Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Santa Catarina. Todas estas regiões têm mais de 1 milhão de infectados pelo Sars-CoV-2.

Conforme levantamento da Universidade Johns Hopkins, o Brasil é o segundo país no mundo com mais mortes pelo novo coronavírus, atrás apenas dos EUA (601.978). Já em número de casos, o Brasil fica atrás dos EUA (33.550.465) e da Índia (29.935.221).

Consórcio de Imprensa

O Brasil registrou 899 novas mortes pela covid-19 nesta segunda-feira, 21. O número relativamente baixo, em comparação com os dias anteriores, se deve ao represamento de dados no domingo. A média semanal de vítimas, entretanto, que elimina distorções entre dias úteis e o fim de semana, permanece acima dos 2 mil óbitos diários, em 2.059.

No último sábado, 19, o Brasil ultrapassou a marca de 500 mil vidas perdidas para a doença desde o início da pandemia, tornando-se apenas o segundo país no mundo a alcançar tal patamar além dos Estados Unidos. O novo perfil de vítimas também tem mudado com o avanço da vacinação, a disseminação de novas cepas do vírus e o desrespeito às medidas de proteção (uso de máscara, distanciamento social etc.). Pela primeira, a maioria dos óbitos pelo coronavírus está entre pessoas com menos de 60 anos.

Os dados diários do Brasil são do consórcio de veículos de imprensa formado por Estadão, G1, O Globo, Extra, Folha e UOL em parceria com 27 secretarias estaduais de Saúde, em balanço divulgado às 20h.

Com informações do Estadão Conteúdo. 

Fonte: Terra

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