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Brasileiro publica artigo científico sobre lesão de polia de dedo e novas explicações

O brasileiro Renato Carvalho Vilella, professor do Instituto Mineiro de Acupuntura e Massoterapia (IMAM), publicou um estudo científico a respeito de lesões de polia e novas interpretações. Este é um dos poucos artigos brasileiros sobre prevenção de lesões em polias disponíveis para consulta. A lesão de polia de dedo é uma das mais frequentes na escalada. De acordo com muitos fisioterapeutas, a lesão pode ser evitada com exercícios de compensação muscular.

A polia dos dedos, quando a mão fica em arqueio (posição clássica de reglete), oferece uma porcentagem mais à fricção do tendão e no mantenimento dos dedos que em qualquer agarre. É por isso que a pegada de reglete é usada para gerar mais força nos dedos. A partir deste ponto de vista, a agarrada com a mão aberta (primata) gera menor força, pois não usa as polias como meio de fricção sobre o tendão.

A grosso modo, o que fecha os nossos dedos são os tendões flexores da mão.

Estes tendões têm origem na ponta dos dedos e terminam nas musculaturas do antebraço. Para que o tendão não “salte” ao serem esticados (conhecido como efeito de corda de arco), existem outros tendões que envolvem esses tais tendões flexores na mão, como uma espécia de luva. Estes “tendões secundários” são as polias. Elas são denominadas de Polia A1 até A5.

O objetivo do artigo de Renato Vilella é induzir uma nova linha de raciocínio clínico, para prevenir lesões de polias ao analisar e tratar atletas de escalada. Além deste trabalho minucioso ligado à escalada, o qual é uma iniciativa rara dentro do ambiente científico brasileiro, Vilella atualmente trabalha em três projetos: “Epidemiologia da dor em escaladores do Brasil”, “Uso de terapia manual para reduzir o uso de insulina em pacientes com diabetes tipo I”, “Predição de lesão nos dedos e dor com o teste dos flexores dos dedos – Um novo dado para o Sports Climbing and Physiotherapy”.

Sua pesquisa é focada nos temas de dor, fisioterapia esportiva e escalada, e efeitos neuro-endocrinológicos da terapia manual.

Para saber mais detalhes do estudo: https://www.researchgate.net

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Fonte: R7

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