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Cabeça enfiada no tambor. Esse é Daniel Alves, capitão do São Paulo – Esportes



São Paulo, Brasil


Daniel Alves foi contratado para ser exemplo.


O líder que o São Paulo tanto precisava.


O jogador mais vitorioso de todos os tempos.


Com 40 títulos importantíssimos.



Sua missão: fazer o clube voltar a ser campeão.


Interromper um jejum que era de sete anos.


Os dirigentes aceitaram um contrato de três anos.


Mesmo ele, estando, em agosto de 2019, com 36 anos.


Pagando o maior salário de um jogador no país.


Nada menos do que R$ 1,5 milhão a cada 30 dias.


Um ano e um mês depois, nada deu certo.



A primeira imposição de Daniel Alves, um dos melhores laterais direitos do mundo, foi atuar como segundo volante/meia. 


Entre as intermediárias é apenas mais um bom jogador, nada de excepcional.


“Lateral, só na Seleção”, deixou claro.


O motivo: ele não tem mais a mesma força física, explosão para atacar e marca pela lateral. No meio de campo é muito mais confortável, menos desgastante para um jogador inteligente, que tenha ótimo toque de bola.


Ótimo para ele, péssimo para o São Paulo.



A diretoria superestimou o jogador, acreditou que empresas fariam fila para tê-lo como garoto-propaganda e pagando seu salário.


Não houve acordo algum.


Daniel Alves não conseguiu liderar o time a nenhuma conquista.


Nem no cada vez mais insignificante Campeonato Paulista.


A chegada do jogador forçou a saída de Cuca.


O treinador não queria escalá-lo no meio e sim na lateral.


Perdeu a briga nos bastidores.


E o próprio Daniel Alves indicou Fernando Diniz.


O executivo Raí o ouviu.


O São Paulo seguiu decepcionando, perdendo.


Com futebol inconstante, sem intensidade, imaginação.


O que já vinha mal, piorou quando o jogador quebrou o antebraço, em uma pancada de Fernando Canesin, na partida contra o Athletico Paranaense. Na noite de 26 de agosto.


Ele foi operado no dia seguinte.


E dez dias depois, podia se movimentar, com um imobilizador.


A previsão de volta era entre 40 dias e dois meses.


Ele retornou a treinar com bola na semana passada.



Deu esperança ao torcedor, de que estaria em campo, na decisiva partida contra o LDU pela Libertadores, amanhã.


Não conseguiu se recuperar.


Muitos sonhavam que, como capitão do time, ele iria com a delegação, apoiar os companheiros no importantíssimo jogo.


Pura ilusão.


Daniel aproveitou a folga para fazer uma farra com os amigos, no final de semana.


E resolveu usar o antebraço quebrado, operado, para tocar tantam, uma espécie de tambor. Fez questão de colocar o vídeo no seu instagram. 


Diante da situação surreal, torcedores ficaram revoltados nas redes sociais.


Conselheiros cobraram uma atitude do inseguro presidente Leco, que repassou a cobrança ao executivo Raí.


Ele avisou que telefonaria para Daniel Alves.


Para pedir que tomasse cuidado com aglomerações, para não se expor ao coronavírus. 


Nem tocou no fato de Daniel estar batendo forte no tantam com seu braço quebrado e operado.


O jogador quando percebeu a péssima repercussão, nem pensou em se desculpar com a torcida do São Paulo.


Ele resolveu ironizar a todos.


Fez um vídeo com a cabeça enfiada no tantam.


Escolheu a seguinte legenda.


“Pensando em reponder algumas coisas…


“Ahhhh não, fiquei com preguiça…”


Ainda escreveu.


“Proibido ser feliz.


“Lei 171.”



Esse é o líder do São Paulo.


A decepção já se espalha.


Não só nas redes sociais.


Mas no Morumbi.


Acabou a euforia.


Daniel Alves não está dando exemplo algum.


Se mostrando um atleta comprometido com sua folga.


Fazendo o que é pago.


Nada além.


Daniel Alves já foi xingado pelas organizadas do São Paulo.


Desde ontem é massacrado nas redes sociais.


Porém a atitude mais decepcionante, não é dele.


Mas de Raí.


Ele é o executivo de futebol.


Precisa cobrar comportamento dos jogadores.


Sejam que for.


Mas o São Paulo coloca Daniel Alves acima dos demais.


E o jogador segue.


Nem um pouco preocupado.


Colocando um tambor na cabeça, quando cobrado.


Que líder, com salário milionário, é esse?


Não será surpresa se for embora.


Não ficar até 2022.


Ele não se mostra comprometido.


O dinheiro investido não está valendo a pena…


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Fonte: R7

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