Como projetar uma imagem confiante e amistosa

Olá, Speaker!

A imagem que transmitimos aos demais importa ou não importa? No âmbito profissional, sim! E muito!

A maneira como somos percebidos pelas pessoas impacta diretamente no sucesso ou insucesso de negociações, contratações, na relação profissional entre líderes e liderados e em muitos outros contextos.

Por isso mesmo, lograr projetar uma imagem de alguém confiante e, ao mesmo tempo, simpático, é um dos desafios nos quais a boa comunicação é um diferencial. Mas como fazer isso? Quais são alguns hábitos que prejudicam a imagem que transmitimos? É o que veremos neste artigo. Vamos lá?

Como projetar uma imagem confiante e simpática?

Assim como outras habilidades, a capacidade de transmitir aos demais uma imagem confiante e simpática se adquire com a prática e com a atenção constante. Entre as principais técnicas e cuidados para isso, considero estes como os principais:

Saber organizar o raciocínio e argumentar

Para ter uma boa imagem de nós, os demais têm, antes, que entender o que estamos dizendo, não é verdade? E isso só é possível se conseguirmos organizar o nosso raciocínio para argumentar da forma mais clara e persuasiva possível.

Quem tem o raciocínio ordenado consegue, ao mesmo tempo, organizar a própria fala, para que os outros compreendam, sem grandes esforços, tudo o que está sendo dito.

Falar de uma forma interessante

Vimos que conseguir um discurso claro e acessível é indispensável, mas não para por aí. Além disso, o que estamos dizendo precisa ser interessante para o público. Caso contrário, chamar e reter a atenção da nossa audiência será muito mais difícil.

Falas interessantes incluem informações atualizadas, discussões envolventes e histórias. Isso mesmo: contar uma história é uma das ferramentas mais eficazes para aproximar a nossa fala da audiência e, com isso, conseguir atingir essa audiência da forma como gostaríamos.

Estar bem informado

Para transmitir uma imagem confiante, é preciso, antes de mais nada, desenvolver a autoconfiança. Conhecer informações atuais sobre nossa área de atuação, estar por dentro das principais notícias globais e pesquisar argumentos de especialistas são cuidados importantes para projetar essa imagem. Vale lembrar que tudo isso também se faz necessário para que possamos falar de improviso sem maiores problemas.

Dominar a linguagem não-verbal

O que dizemos através da nossa linguagem não-verbal também impacta a imagem que os outros fazem de nós. Saber utilizar a voz com sabedoria, manter a postura ereta, fazer contato visual e gesticular bem são apenas alguns dos cuidados que fazem parte dessa dinâmica não-falada.

Quais hábitos prejudicam a imagem que transmitimos aos demais?

Assim como há hábitos positivos, existem aqueles que prejudicam bastante a imagem que transmitimos, por exemplo:

Vícios de linguagem

Os vícios de linguagem podem ser interpretados como falta de preparo, especialmente no âmbito corporativo. O que são esses tais hábitos? Usar expressões como “né?”, “e aí” ou “tá ok?” em começos ou finais de frases, criando um claro padrão de repetição; Erros de concordância; Problemas para articular palavras ou expressões; entre outros.

Identificar se temos esses vícios e começar a deixá-los de lado é fundamental para transmitir uma imagem confiante.

Falar o tempo todo de si mesmo

Contar experiências pessoais pode ser uma forma de ganhar a empatia do público e reter a sua atenção. No entanto, aqueles que focam excessivamente em suas próprias trajetórias (quando esse não é o assunto principal a ser abordado) prejudicam muitíssimo a imagem que transmitem.

No âmbito profissional, é indicado usar o “Show. Don’t tell”, que é mostrar ao invés de falar. Como seria isso? Dizer, numa entrevista de emprego, que somos excelentes profissionais é algo negativo para a imagem que queremos transmitir. O que podemos fazer é falar de nossas experiências e resultados, mostrando (e não apenas falando sobre) o nosso potencial.

Não ouvir os demais

Ser um bom comunicador não significa apenas saber falar bem ou dominar a linguagem não-verbal. Também é preciso entender a comunicação como uma troca e interiorizar a enorme importância de ouvir os outros, prestando atenção no que dizem e fazem.

Destaco que essa não é apenas uma das regras da polidez e educação, mas, sim, uma habilidade que demonstra inteligência emocional. Escutar os demais e entender como veem o mundo é a melhor maneira de encontrar caminhos de diálogo e persuasão.

 

Agora que você já leu o nosso artigo, que tal colocar todas essas técnicas e dicas em prática?

 

Fonte:

 

The Speaker

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Fonte: TERRA

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