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Concurso FUNAI: como passar mais rápido

 

Muitos concurseiros têm se perguntado se em breve vai ter Concurso FUNAI.

E a resposta é que provavelmente sim.

 



Isso porque a Fundação Nacional do Índio protocolou recentemente no Ministério da Justiça e Segurança Pública um pedido de autorização para realização de concurso com 826 vagas para diversas carreiras, de Nível Médio e Nível Superior.

Segundo dado do próprio órgão, há atualmente um déficit de servidores que implica em mais da metade do quadro de pessoal. Com isso, há cerca de 2000 cargos vagos.

Caso seja autorizado, o concurso da FUNAI deve ser realizado no primeiro semestre de 2021.

 

Ficou interessado?

 

É hora de planejar seus estudos para garantir um bom desempenho e, claro, a sonhada vaga no serviço público.

Para saber tudo sobre o concurso da FUNAI, acompanhe este post: detalhes das carreiras, salários, lotações, exigências, conteúdo das provas, perfil da banca e muito mais.

Aproveite agora! 

 


Principais informações sobre o concurso da FUNAI

 

O que é a FUNAI?

 

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A  Fundação Nacional do Índio (FUNAI) é o órgão indigenista oficial do Brasil, criado pela Lei 5371, de 5 de dezembro de 1967. A FUNAI é vinculada ao Ministério da Justiça e tem o objetivo de coordenar e executar as políticas indigenistas federais, protegendo e promovendo os direitos dos povos indígenas.

Essa missão inclui identificar, delimitar, demarcar, regularizar e registrar as terras ocupadas pelos povos indígenas, promovendo políticas voltadas ao desenvolvimento sustentável dessas populações, assim como ajudar a reduzir possíveis impactos ambientais promovidos por agentes externos nessas terras.

Além disso, busca prover a essas comunidades o acesso diferenciado aos direitos sociais e de cidadania, como o direito à seguridade social e à educação escolar indígena.

 

Quais as carreiras e atribuições?

 

Duas das principais carreiras do concurso da FUNAI são Agente em Indigenismo e Indigenista Especializado. 

Saiba quais as atribuições de cada uma delas:

 

Agente em Indigenismo

 

  • Atribuições voltadas ao planejamento, organização, execução, avaliação; apoio técnico e administrativo especializado a atividades inerentes ao indigenismo;
  • Execução de atividades de coleta, seleção e tratamento de dados e informações especializadas;
  • Orientação e controle de processos voltados à proteção e à defesa dos povos indígenas;
  • Acompanhamento e fiscalização das ações desenvolvidas em terras indígenas ou que afetem direta ou indiretamente os índios e suas comunidades, bem como atividades administrativas e logísticas, de nível intermediário, inerentes às competências institucionais e legais de seu órgão de lotação.
     

 

Indigenista Especializado

 

  • Atribuições voltadas às atividades especializadas de promoção e defesa dos direitos assegurados pela legislação brasileira às populações indígenas, a sua proteção e melhoria de sua qualidade de vida;
  • Realização de estudos voltados à demarcação, regularização fundiária e proteção de suas terras;
  • Regulação e gestão do acesso e do uso sustentável das terras indígenas;
  • Formulação, articulação, coordenação e implementação de políticas dirigidas aos índios e suas comunidades;
  • Planejamento, organização, execução e avaliação de atividades inerentes à proteção territorial, ambiental, cultural e dos direitos indígenas;
  • Acompanhamento e fiscalização das ações desenvolvidas em terras indígenas ou que afetem direta ou indiretamente os índios e suas comunidades; estudos e pesquisas; bem como atividades administrativas e logísticas, de nível superior, inerentes às competências institucionais de seu órgão ou entidade de lotação.

 

As demais carreiras do concurso da FUNAI têm atribuições de suas áreas específicas de formação, com atividades relacionadas ao foco de atuação cada uma.

 

Quantas são as vagas?

 

Para o próximo concurso da FUNAI foram solicitadas 826 vagas em diversos cargos e níveis, dispostas da seguinte maneira:

 

  • Agente em Indigenismo: 502
  • Administrador: 23
  • Antropólogo: 19
  • Arquiteto: 2
  • Arquivista: 5
  • Assistente Social: 40
  • Bibliotecário: 6
  • Contador: 16
  • Economista: 3
  • Engenheiro: 17
  • Engenheiro Agrônomo: 27
  • Engenheiro Florestal: 5
  • Estatístico: 4
  • Geógrafo: 3
  • Indigenista Especializado: 112
  • Médico Veterinário: 2
  • Pesquisador: 11
  • Psicólogo: 4
  • Sociólogo: 12
  • Técnico em Assuntos Educacionais: 2
  • Técnico em Comunicação Social: 10
  • Zootecnista: 1

 

Qual o nível de formação exigido?

 

formaçao

O cargo de Agente em Indigenismo solicita apenas formação completa de Nível Médio.

As demais carreiras exigem formação de Nível Superior em área específica de atuação.

 

 

 

 

Quais as demais exigências?

 

Para concorrer a uma vaga no concurso da FUNAI é preciso também:

 

  • Ter nacionalidade brasileira; no caso de nacionalidade portuguesa, estar amparado pelo estatuto de igualdade entre brasileiros e
  • portugueses, com reconhecimento do gozo dos direitos políticos, na forma do disposto no art. 13 do Decreto nº 70.436, de 18/4/1972;
  • Gozar dos direitos políticos;
  • Estar quite com as obrigações eleitorais;
  • Estar quite com as obrigações do Serviço Militar;
  • Ter idade mínima de 18 anos;
  • Ter aptidão física e mental para o exercício das atribuições do cargo, comprovadas por junta médica;
  • Apresentar certidão negativa dos setores de distribuição dos foros criminais dos lugares em que tenha residido, nos últimos cinco anos, da Justiça Federal e Estadual;
  • Apresentar folha de antecedentes da Polícia Federal e da Polícia dos Estados onde tenha residido nos últimos cinco anos, expedida, no máximo, há seis meses;
  • Apresentar declaração firmada pelo candidato de não ter sido, nos últimos cinco anos:
    • responsável por atos julgados irregulares por decisão definitiva do Tribunal de Contas da União, do Tribunal de Contas de Estado,
    • do Distrito Federal ou de Município, ou ainda, por conselho de contas de Município;
    • punido, em decisão da qual não caiba recurso administrativo, em processo disciplinar por ato lesivo ao patrimônio público de
    • qualquer esfera de governo;
    • condenado em processo criminal por prática de crimes contra a Administração Pública, capitulados nos Títulos II e XI da Parte
    • Especial do Código Penal Brasileiro, na Lei nº 7.492, de 16/6/1986 e na Lei nº 8.429, de 2/6/1992;
    • punido com demissão ou destituição de cargo em comissão, por infringência do artigo 117, incisos IX e XI e artigo 132, incisos I, IV, VIII, X e XI, ambos da Lei 8.112/90;

 

Qual o salário?

 

Os salários iniciais dos servidores da FUNAI são os seguintes:

  • Nível Médio – R$5.349,07
  • Nível Superior – R$6.420,87

 

 

 

Qual a lotação?

 

Os aprovados no concurso da FUNAI serão lotados de acordo com a unidades escolhida no momento da inscrição, conforme disponibilidade de vagas indicada no edital. 

Para a escolha de lotação serão disponibilizadas vagas nas Unidades descentralizadas da Funai, situadas em capitais e interiores.

 

Qual a jornada de trabalho?

 

Os servidores da FUNAI, de maneira geral, trabalham entre 40 e 44 horas semanais, a depender do cargo e das atividades desempenhadas.

 

Quais as chances de crescimento na carreira?

 

Os servidores da FUNAI podem se desenvolver na carreira por meio de classes (A, B, C e Especial) e padrões (I, II, III, IV, V e VI).

A movimentação ocorre a partir de progressão funcional ou promoção. Ambos observam critérios específicos de tempo de serviço e qualificação do servidor, além de resultados das avaliações de desempenho individual anuais.

A progressão funcional é a passagem do servidor de um padrão para outro imediatamente superior dentro de uma mesma classe.

A promoção é a passagem do servidor do último padrão de uma classe para o padrão inicial da classe imediatamente superior.

 

Como foi a concorrência do último concurso?

 

O último concurso da FUNAI, realizado em 2016, ofertou 220 vagas de Nível Superior e teve um total de 32.256 inscritos.

Com isso, houve uma média geral de 147 candidatos por vaga.

Aqui  vale lembrar que os índices da concorrência não devem ser levados ao pé da letra. Isso porque não representam a concorrência real, que é o volume de pessoas que estão, de fato, na corrida por uma vaga.

Apenas cerca de 10% dos inscritos em um concurso público estão realmente preparados, tendo estudado com tempo e determinação suficientes, focados no edital em questão. Além disso, há que se considerar o índice de abstenção, que varia bastante, mas quase sempre fica próximo de 30% do total.

 

Quais as etapas do edital?

 


O próximo edital do concurso FUNAI deve contar com duas etapas, assim como os anteriores:

 

 

Como são as provas?

 

A última prova objetiva do concurso da FUNAI, realizada em 2016, contou com questões de Conhecimentos Gerais e Conhecimentos Específicos.

 

Conhecimentos Gerais (comuns a todos os cargos)

 

  • Língua Portuguesa
  • Raciocínio Lógico e Quantitativo
  • Direito Constitucional
  • Direito Administrativo
  • Legislação Indigenista
  • Informática Básica
  • Administração Pública

 

Conhecimentos Específicos 

 

  • Disciplinas relacionadas área de atuação do cargo

 

Os candidatos passaram também por uma prova discursiva, constituída de uma questão de estudo de caso relacionada a área de atuação do cargo, que deveria ter resposta entre 45 e 60 linhas.

 

Provas anteriores Concurso FUNAI


Editais anteriores Concurso FUNAI

 

 

O que estudar para o concurso da FUNAI?

 

Confira a lista de conteúdo programático do último concurso da FUNAI, realizado em 2016:


Conhecimentos Gerais



LÍNGUA PORTUGUESA

LÍNGUA PORTUGUESA: 1. Compreensão textual. 2. Ortografia. 3. Semântica. 4. Morfologia. 5. Sintaxe. 6. Pontuação. 7. Falácias Argumentativas. 8. Redação Oficial. RACIOCÍNIO LÓGICO E QUANTITATIVO: 1. Lógica e raciocínio lógico: problemas envolvendo lógica e raciocínio lógico. 2. Proposições: conectivos. Conceito. Conceito de proposição. Valores lógicos das proposições. Conectivos. Tabela-verdade. 3. Operações lógicas sobre proposições: negação de uma proposição. Conjugação de duas proposições. Disjunção de duas proposições. Proposição condicional. Proposição bicondicional. 4. Tautologias e Contradições. 5. Equivalência Lógica e Implicação Lógica. Conceito e propriedades da relação de equivalência lógica. Recíproca, contrária e contrapositiva de uma proposição condicional. Implicação Lógica. Princípio de substituição. Propriedade da implicação lógica. 6. Argumentos: conceito de argumento. Validade de um argumento. Critério de validade de um argumento. 7. Sequências e séries: sequência numérica. Progressão aritmética. Progressão geométrica. Série geométrica infinita. 8. Probabilidade. 9. Análise combinatória.

DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO

DIREITO CONSTITUCIONAL E ADMINISTRATIVO: Direito Constitucional: 1. Constituição da República Federativa do Brasil (1988). 1.1. Princípios fundamentais. 2. Aplicabilidade das normas constitucionais. 2.1. Normas de eficácia plena, contida e limitada. 2.2. Normas programáticas. 3. Direitos e garantias fundamentais. 3.1. Direitos e deveres individuais e coletivos, direitos sociais, direitos de nacionalidade, direitos políticos, partidos políticos. 4. Organização político-administrativa do Estado. 4.1. Federalismo brasileiro: União, Estados, Distrito Federal, Municípios e Territórios Federais. 5. Administração pública. 5.1. Disposições gerais, servidores públicos. 6. Poder Executivo. 6.1. Atribuições e responsabilidades do presidente da República. 7. Poder Legislativo. 7.1. Estrutura. 7.2. Funcionamento e atribuições. 7.3. Processo legislativo. 7.4. Fiscalização contábil, financeira 16 e orçamentária. 7.5. Comissões parlamentares de inquérito. 8. Poder Judiciário. 8.1. Disposições gerais. 8.2. Órgãos do Poder Judiciário. 8.2.1. Organização e competências, Conselho Nacional de Justiça. 8.2.1.1. Composição e competências. 9. Funções essenciais à justiça. 9.1. Ministério Público, Advocacia Pública. 9.2. Defensoria Pública. 10. Meio Ambiente. 1. Índios e terras indígenas. Direito Administrativo: 1. Estado, governo e Administração Pública: conceitos, elementos, poderes, natureza, fins e princípios. 2. Direito Administrativo: conceito, fontes e princípios. 3. Ato administrativo. 3.1. Conceito, requisitos, atributos, classificação e espécies. 3.2. Invalidação, anulação e revogação. 3.3. Prescrição. 4. Contrato Administrativo. 5. Lei nº 8.666/1993. 6. Agentes administrativos. 6.1. Investidura e exercício da função pública. 6.2. Direitos e deveres dos funcionários públicos; regimes jurídicos. 6.3. Processo administrativo: conceito, princípios, fases e modalidades. 6.4. Lei nº 8.112/1990 e suas alterações. 7. Poderes da Administração: vinculado, discricionário, hierárquico, disciplinar e regulamentar. 8. Princípios básicos da Administração. 8.1. Responsabilidade civil da Administração: evolução doutrinária e reparação do dano. 8.2. Enriquecimento ilícito e uso e abuso de poder. 8.3. Improbidade administrativa: sanções penais e civis — Lei nº 8.429/1992 e suas alterações. 9 Serviços públicos: conceito, classificação, regulamentação, formas e competência de prestação. 10. Organização administrativa. 10.1. Administração direta e indireta, centralizada e descentralizada. 10.2. Autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista. 11 Controle e responsabilização da Administração. 11.1. Controle administrativo. 11.2. Controle judicial. 11.3. Controle legislativo. 11.4. Responsabilidade Civil do Estado. 11.5. Decretos Presidenciais nº 1.171/1994 e nº 6.029/2007.

LEGISLAÇÃO INDIGENISTA

LEGISLAÇÃO INDIGENISTA: Lei nº. 5.371, de 05 de dezembro de 1967. 2. Lei nº. 6.001, de 19 de dezembro de 1973. 3. Convenção nº. 169 da Organização Internacional do Trabalho, sobre Povos Indígenas e Tribais, de 27 de junho de 1989, ratificada no Brasil em 2002 e promulgada em 2004. 4. Decreto Presidencial nº. 26, de 04 de fevereiro de 1991. 5. Decreto Presidencial nº. 1.775, de 08 de janeiro de 1996. 6. Portaria do Ministério da Justiça nº. 14, de 09 de janeiro de 1996. 7. Decreto Presidencial nº. 3.108, de 30 de junho de 1999. 8. Decreto Presidencial nº. 3.156, de 27 de agosto de 1999. 9. Declaração da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os Direitos dos Povos Indígenas, de 13 de setembro de 2007. 10. Decreto Presidencial nº. 7.778/2012, 11. Portaria do Ministério da Justiça nº. 2.498, de 31 de outubro de 2011. 12. Decreto Presidencial nº. 7.747, de 05 de junho de 2012. 13. Portaria da Presidência da Funai nº. 1.733, de 27 de dezembro de 2012. 14. Decreto Presidencial nº. 8.593, de 17 de dezembro de 2015.

INFORMÁTICA BÁSICA

INFORMÁTICA BÁSICA: 1. Conceitos fundamentais de informática. 1.1. Organização, arquitetura e componentes funcionais (hardware e software) de computadores. 2. Sistema operacional: ambientes Linux e Windows. 3. Redes de computadores: princípios e fundamentos de comunicação de dados. 3.1. Conceitos de Internet e Intranet. 3.2. Utilização de tecnologias, ferramentas, aplicativos e procedimentos associados a Internet e Intranet. 4. Ferramentas e aplicativos de navegação, de correio eletrônico, de busca e pesquisa. 5. Aplicativos para edição de textos e planilhas, geração de material escrito e multimídia (BrOffice e Microsoft Office). 6. Conceitos básicos de segurança da informação. 6.1. Procedimentos de cópias de segurança. 7. Conceitos de organização e de gerenciamento de informações, arquivos, pastas e programas. 8. Software livre.

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA: 1. Estado, governo e sociedade: conceito e evolução do Estado contemporâneo; aspectos fundamentais da formação do Estado brasileiro; teorias das formas e dos sistemas de governo. 2. A Administração Pública brasileira: processo evolutivo; reformas administrativas, seus princípios, objetivos, resultados e ensinamentos; patrimonialismo, burocracia e gerencialismo. 3. Atual conformação da Administração Pública em face dos preceitos constitucionais e legais; aspectos contemporâneos da gestão pública. 4. O Sistema de Freios e Contrapesos. 5. O processo de modernização da Administração Pública. 6. Evolução dos modelos/paradigmas de gestão: a nova gestão pública. 7. Governabilidade, governança e accountability. 8. Governo eletrônico e transparência. 9. Qualidade na Administração Pública. 10. Novas tecnologias gerenciais e organizacionais e sua aplicação na Administração Pública. 11. Gestão Pública empreendedora. 12. Ciclo de Gestão do Governo Federal. 13. Processo decisório: técnicas de análise e solução de problemas; fatores que afetam a decisão; tipos de decisões.

 

Conhecimentos Específicos

CONTADOR

CONTADOR: 1. Contabilidade Geral. 1.1. Lei nº 6.404/1976, suas alterações e legislação complementar. 1.1.1. Pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 1.2. Princípios fundamentais de contabilidade (aprovados pelo Conselho Federal de Contabilidade – CFC – por meio da Resolução do CFC nº 750/1993, atualizada pela Resolução CFC nº 1.282/2010). 1.3. Patrimônio: componentes patrimoniais (ativo, passivo e patrimônio líquido). 1.4. Fatos contábeis e respectivas variações patrimoniais. 1.5. Contas patrimoniais e de resultado. 1.5.1. Apuração de resultados. 1.5.2. Plano de contas. 1. 6. Funções e estrutura das contas. 1.7. Análise econômico-financeira. 1.7.1. Indicadores de liquidez. 1.7.2. Indicadores de rentabilidade. 1.7.3. Indicadores de lucratividade. 1.7.4. Análise vertical e horizontal. 1.8. Efeitos inflacionários sobre o patrimônio das empresas. 1.9. Avaliação e contabilização de itens patrimoniais e de resultado de investimentos societários no país. 1.10. Destinação de resultado. 1.11. Custos para avaliação de estoques. 1.12. Custos para tomada de decisões. 1.13. Sistemas de custos e informações gerenciais. 1.14. Estudo da relação custo versus volume versus lucro. 1.15. Elaboração de demonstrações contábeis pela legislação societária, pelos princípios fundamentais da contabilidade e pronunciamentos contábeis do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 1. 15.1. Demonstração dos fluxos de caixa (métodos direto e indireto). 1.15.2. Balanço patrimonial. 1.15.3. Demonstração do resultado do exercício. 1.15.4. Demonstração do valor adicionado. 1.16. Fusão, cisão e incorporação de empresas. 1.17. Consolidação de demonstrações contábeis. 1.18. Tributos recuperáveis. 1.19. Controle de estoques: PEPS, UEPS e média ponderada móvel. 2. Contabilidade Governamental. 2. 1. Princípios de contabilidade sob a perspectiva do setor público. 2. 2. Sistema de Contabilidade Federal. 2. 3. Conceituação, objeto e campo de aplicação. 2.4. Patrimônio, variações e sistemas contábeis. 2.5. Transações no setor público. 2.6. Registro contábil. 2.7. Demonstrações contábeis segundo a lei nº 4.320/1964. 2.8. Despesa pública: conceito, etapas, estágios e categorias econômicas. 2.9. Receita pública: conceito, etapas, estágios e categorias econômicas. 2.10. Execução orçamentária e financeira. 2.11. Sistema de informações de custos no setor público. 2.12. Plano de contas aplicado ao setor público. 2.13. Regime Contábil. 2.14. Conta Única do Tesouro Nacional. 2.15. Sistema Integrado de Administração Financeira: conceitos básicos, objetivos, características, instrumentos de segurança e principais documentos de entrada. 2.16. Suprimento de Fundos.

ENGENHEIRO AGRÔNOMO

ENGENHEIRO AGRÔNOMO: 1. Edafologia: gênese, morfologia e classificação dos solos, capacidade de uso dos solos, métodos de conservação do solo, adubos, corretivos, adubação e calagem. 2. Fitotecnia: técnicas de cultivos de grandes culturas, de culturas olerícolas, de espécies frutíferas, ornamentais e florestais, fronteiras agrícolas fitogeográficas brasileiras, melhoria da produtividade agrícola, tecnologias de sementes. 3. Fitossanidade: fitopatologia e entomologia agrícola, defensivos agrícolas, manejo e controle integrado de doenças, pragas e plantas daninhas, receituário agronômico. 4. Tecnologia pós colheita de grãos e sementes: secagem, beneficiamento e armazenagem. 5. Uso da água. 5.1. Hidrologia e hidráulica aplicada à agricultura; 5.2. Irrigação e drenagem. 5.2.1. Métodos. 5.2.2. Manejo de irrigação. 5.2.3. Fertirrigação. 5.2.4. Captação e distribuição de água. 5.2.5. Projetos. 6. Lei 12.787/2013 (Política Nacional de Irrigação). 7. Noções de Agrometeorologia. 8. Topografia. 8.1. Coordenadas geográficas. 8.2. Levantamentos topográficos planimétricos e altimétricos. 9. Planejamento Agrícola. 10. Geoprocessamento. 10.1. Princípios físicos e elementos de interpretação. 10.2. Sistemas de sensoriamento remoto. 10.3. Sensores e produtos. 10.4. Interpretação de imagens. 10.5. Fotointerpretação e fotogrametria. 10.6. Restituição. 10.7. Tomada, transmissão, armazenamento, processamento e interpretação de dados. 10.8. Georreferenciamento.

INDIGENISTA ESPECIALIZADO

INDIGENISTA ESPECIALIZADO: 1. Noções de Etnologia Indígena. 1.1. Questões de “indianidade” e identidade étnica. 1.2. Sociobiodiversidade. 1.2.1. Diversidade linguística. 1.2.2. Demografia indígena. 1.3. Economias indígenas. 1.4. Aspectos de organização social indígena. 1.5. Aspectos de religiões indígenas. 1.6. Cosmologias e mitos indígenas. 1.7. A diversidade das culturas indígenas. 2.Noções de 19 Antropologia Social e Cultural. 2.1. Identidade e etnocentrismo. 2.2. O trabalho de campo. 2.3. Culturas e línguas indígenas no Brasil. 3. Terras indígenas. 3.1. Organização política das comunidades. 3.2. Movimentos indígenas. 4. Etnicidade e resgate histórico-cultural de elementos étnicos no contexto atual. 5. Os direitos indígenas e o ordenamento constitucional e infralegal. 5.1. Indigenato. 6. História do Brasil-Colônia. 6.1. Gestão dos territórios luso-americanos. 6.1.1. Legislação régia portuguesa sobre os direitos dos índios as suas terras. 6.1.2. Aldeamentos indígenas. 6.1.3. Catequese jesuítica e franciscana. 6.2. História do Brasil-Império. 6.2.1. Rebeliões do Período Regencial e participação indígena. 6.2.2. Indianismo e romantismo. 6.2.3. Diretoria-Geral e Diretorias Parciais dos Índios. 6.2.4. Lei de Terras (1850). 6.2.5. Extinção dos aldeamentos e esbulho das terras indígenas. 6.3. Brasil-República e indigenismo. 6.3.1. Criação do Serviço de Proteção aos Índios (SPI). 6.3.2. Protecionismo e assimilacionismo. 6.3.3. Museu do Índio (anos 1950) e Parque Nacional do Xingu (anos 1960). 6.3.4. O fim do SPI e o nascimento da Funai. 6.3.5. O indigenismo no regime militar (anos 1960 a 1980). 6.3.6. A redemocratização e a cidadania indígena na Constituição de 1988. 7. As políticas públicas direcionadas aos povos indígenas. 8. A influência da tecnologia na modificação de valores culturais indígenas. 9. Noções de demografia dos povos indígenas. 10. Noções de Geoprocessamento. 11. Noções de Cartografia. 12. Noções de Desenvolvimento Sustentável. 13. Noções de Gestão Ambiental. 14. Noções de Sociologia.

 

 

Qual a banca?

 

Um dos passos mais importantes para o candidato durante a preparação é conhecer o perfil da banca examinadora. Isso porque não são todas iguais e cada uma tem suas particularidades. Estando por dentro do estilo da banca responsável pela prova do concurso que você vai participar é possível direcionar melhor seus estudos e torná-los mais efetivos.

O último edital do concurso da FUNAI foi organizado pela Escola de Administração Fazendária (ESAF) da . Contudo, ainda não se sabe qual será a banca do próximo.

Aproveite para conferir as análises completas que fizemos das mais importantes instituições do país. Clique no nome de cada uma e saiba mais:

 

Quais as melhores técnicas para estudar?

 

metodo tecnica estudar para concursos publicos

A preparação para um concurso costuma, de fato, ser exaustiva. Mas para facilitar um pouco a sua vida, há técnicas que potencializam o aprendizado e, assim, podem agilizar a aprovação no concurso da FUNAI.

Entre as técnicas conhecidas estão a pomodoro e a de ciclo de estudos. Além disso, você pode estudar com flash cards ou mapas mentais.  No entanto, de todas as técnicas, a mais utilizada pelos concurseiros é, com certeza, a de estudo por questões.

O estudo por questões ajuda a reter a informações e revisar a matéria, tornando o processo de memorização do conteúdo mais simples e efetivo. Alguns cursos preparatórios oferecem material com questões comentadas pelos professores, o que facilita ainda mais.

Contudo, ressaltamos que o ideal é experimentar cada uma das técnicas e ver com qual você se adapta melhor. Por isso, confira também nosso post com as 16 melhores técnicas e métodos de estudos para concursos públicos.

E se você está em busca de dicas que lhe ajudem a manter a energia em alta no período de preparação, não deixe de acessar nosso post com as 5 melhores técnicas de motivação.

 

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Quais os melhores cursos preparatórios?

 

Se você tem como investir tempo e dinheiro em curso preparatório, é preciso pensar bem antes para escolher um que seja adequado às suas necessidades. Afinal, é sempre um diferencial apostar em um módulo específico para a área ou cargo pretendido.

 

Desse modo, veja algumas opções realmente boas:

 

O Gran Cursos Online está muito bem avaliado. De fato, tem material completo com videoaulas, além de professores de primeira linha. Assim, se você quer um curso com bom histórico de aprovação, e a possibilidade de estudar para mais de um concurso, o Gran Cursos certamente é uma ótima opção.

 

Curso Gran – Concurso FUNAI

 

Estratégia ConcursosO Estratégia Concursos tem ótimos índices de aprovação nos principais concursos do país, pois conta com um material de qualidade e professores renomados. Ou seja, se você quer ter a certeza de que está estudando pelo melhor material e, além disso, não se importa em pagar pela qualidade, o Estratégia Concursos é, com efeito, sua melhor opção.

 

O Exponencial é mais uma excelente alternativa. Igualmente aos demais cursos, é voltado para o aprendizado acelerado, mas oferece ainda o interessante serviço de coaching 100% especializado.

 

 

Quer conhecer outras opções? Confira no link a seguir:

 

Melhores Cursos Online para Agilizar sua Aprovação!

 

 

Checklist do candidato

 

Agora que você chegou ao fim do post, é hora de retomar alguns pontos e fazer uma checklist para confirmar se o concurso da FUNAI é mesmo para você:

ckeck list do candidato

  • Ter formação de Nível Médio e Superior, de acordo com o cargo pretendido;
  • Ter afinidade com as questões indígenas;
  • Ter dedicação e empenho;
  • Desejar estabilidade financeira e profissional. 

 

Se você está interessado em participar do concurso da FUNAI, é hora de começar os estudos. Logo teremos mais informações sobre o novo edital e uma data para as provas deve ser divulgada. 

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Bons estudos e boa sorte!

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Fonte: Google News

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