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Confira! – Correção Prova TRT2 – Enfermagem

Olá!

Vamos a correção da prova de Enfermeiro para o TRT2/SP, realizado em 22 de julho de 2018!

(Caderno de Prova ’AJ07’, Tipo 004)

Conhecimentos Específicos de Enfermagem

Durante o agendamento da coleta de material para a realização do exame citopatológico do colo do útero de uma mulher adulta, o enfermeiro deve orientá-la para

(A) agendar a ultrassonografia transvaginal 5 dias antes ou 48 horas depois do exame citopatológico.

(B) notificar se estiver, na data agendada, no primeiro ou segundo dia da menstruação, devendo reagendar o exame após o quarto dia do início da menstruação.

(C) solicitar ao parceiro sexual o uso do preservativo, caso a relação sexual ocorrer nas 48 horas anteriores à coleta.

(D) evitar por 48 horas antes da coleta a utilização de espermicidas ou medicamentos vaginais.

(E) utilizar lubrificante vaginal no dia anterior ao exame, para facilitar a introdução do espéculo no dia do exame.

Resposta

  1. ERRADA. Conforme o Cad. At. Bás. 13, a realização de exames intravaginais, como a ultrassonografia, também deve ser evitada nas 48 horas anteriores à coleta, pois é utilizado gel para a introdução do transdutor.
  2. ERRADA. O exame não deve ser feito no período menstrual, pois a presença de sangue pode prejudicar o diagnóstico citopatológico. Deve-se aguardar o quinto dia após o término da menstruação.
  3. ERRADA. Embora usual, a recomendação de abstinência sexual prévia ao exame só é justificada quando são utilizados preservativos com lubrificante ou espermicidas. Na prática a presença de espermatozoides não compromete a avaliação microscópica.
  4. CERTA. A utilização de lubrificantes, espermicidas ou medicamentos vaginais deve ser evitada por 48 horas antes da coleta, pois essas substâncias recobrem os elementos celulares dificultando a avaliação microscópica, prejudicando a qualidade da amostra para o exame citopatológico.
  5. ERRADA. Veja o comentário da alternativa D.

Alternativa: D.

 

No novo Código de Ética dos Profissionais de Enfermagem aprovado pela Resolução do Conselho Federal de Enfermagem no capítulo dos Deveres, novos artigos foram inclusos. Dentre eles,

(A) manter sigilo sobre fato de que tenha conhecimento em razão da atividade profissional, exceto em caso de falecimento do paciente, não necessitando consentimento da família.

(B) registrar e assinar, em situações de emergência, ações de Enfermagem executadas por outro profissional.

(C) executar o cumprimento de prescrição de enfermagem à distância, mesmo em situação de rotina.

(D) ser facultativo fundamentar suas relações no direito, na prudência, no respeito, na solidariedade e na diversidade de opinião e posição ideológica.

(E) apor nome completo e/ou nome social, ambos legíveis, número e categoria de inscrição no Conselho Regional de Enfermagem, assinatura ou rubrica nos documentos, quando no exercício profissional.

Resposta

  1. ERRADO. O falecimento do indivíduo não quebra a necessidade do sigilo. Consta no Art. 52 (DEVERES) Manter sigilo sobre fato de que tenha conhecimento em razão da atividade profissional, exceto nos casos previstos na legislação ou por determinação judicial, ou com o consentimento escrito da pessoa envolvida ou de seu representante ou responsável legal.
  2. ERRADO. Consta nas PROIBIÇÕES: Art. 88 Registrar e assinar as ações de Enfermagem que não executou, bem como permitir que suas ações sejam assinadas por outro profissional.
  3. ERRADO. Consta nos DEVERES, Art. 46 § 2º É vedado ao profissional de Enfermagem o cumprimento de prescrição à distância, exceto em casos de urgência e emergência e regulação, conforme Resolução vigente.
  4. ERRADO. Consta nos DEVERES, Art. 25 Fundamentar suas relações no direito, na prudência, no respeito, na solidariedade e na diversidade de opinião e posição ideológica.

Alternativa: E.

 

Um serviço de enfermagem adota o macroconceito que apresenta a enfermagem como um processo interpessoal de interações terapêuticas entre a enfermeira e o paciente. Esse macroconceito está presente na Teoria de Enfermagem de:

(A) Martha E. Rogers.

(B) Sister Callista Roy.

(C) Hildegard E. Peplau.

(D) Dorothea E. Orem

(E) Imogene M. King.

Resposta

Dentre as Teorias de Enfermagem, a que aborda as interações terapêuticas entre enfermeira e paciente é a de Dorothea E. Orem. Em sua concepção, as metas a serem atingidas deverão ser estabelecidas mutuamente, pelo enfermeiro e pelo paciente, visto que, ao contrário, o resultado não será harmônico.

Alternativa: C

 

Foi prescrito para um paciente 500 mL de Soro Glicosado a 10%, para correr em 8 horas. Devido ao atraso na entrega de medicamentos, a unidade de saúde só dispõe de frascos de Soro Glicosado a 5% e ampolas de 20 mL de glicose a 50%. Nessa situação, para realizar a transformação da solução, o enfermeiro precisa acrescentar no soro existente mais 25 g de glicose, sendo necessário aspirar da ampola de glicose a 50%:

(A) 100 mL

(B) 50 mL

(C) 10 mL

(D) 25 mL

(E) 20 mL

Resposta

Vamos calcular até mais que o necessário para que não haja dúvida no raciocínio:

Calculemos o que foi prescrito:

10g de glicose   – 100 mL de soro

xg de glicose     – 500 mL de soro

X = 50 g de glicose

Ou seja, no frasco de 500mL, tem 50g de glicose.

 

O hospital dispõe de Soro Glicosado em 5%:

(Parece implícito que também tem 500mL)

Logo, terá metade, ou seja, 25g de glicose, confirmando a informação de que o enfermeiro precisa adicionar 25g de glicose para chegar nos 50g.

 

As ampolas disponíveis são:

50g   – 100mL

yg     – 20mL

y = 10 g de glicose em cada ampola.

 

Agora é somente calcular, a partir da ampola disponível, o quanto deve ser aspirado para se chegar a 25g de glicose:

20mL de soro  – 10g de glicose

z mL de soro   – 25g de glicose

z = 50mL

Alternativa: B

 

Se as mãos dos profissionais de enfermagem não estiverem visivelmente sujas ou contaminadas com sangue e outros fluidos corporais, antes do contato com o paciente indica-se realizar a

(A) fricção anti-séptica das mãos com gel alcoólico preferencialmente a 70% ou de solução alcoólica a 70% com 1-3% de glicerina.

(B) higienização anti-séptica das mãos com desinfetante líquido de baixo nível e não alcoólico.

(C) fricção das mãos com degermante alcoólico a 70% sob a forma gel ou líquida, antes da lavagem das mãos.

(D) higienização simples das mãos com água e detergente antisséptico líquido com clorexidina.

(E) higienização simples das mãos com preparação de solução antisséptica e degermante.

Resposta

O enunciado descreve a principal indicação do uso do gel alcoólico preferencialmente a 70% ou de solução alcoólica a 70% com 1-3% de glicerina, lembrando que após seu uso, não é necessária a higienização das mãos com água e sabão.

Lembrando que o uso de outros antissépticos são recomendados quando há contato com microrganismos multirresistentes, surtos ou pré operatório.

Alternativa: A.

 

Uma mulher que esperava para ser atendida em consulta médica, adentra o consultório pedindo ajuda para sua filha que estava inconsciente. Ao se deslocar para o local, a equipe de saúde observou que a criança de um ano de idade se encontrava em Parada Cardiorrespiratória. Para o atendimento de Ressuscitação Cardiopulmonar (RCP) em pediatria, as Diretrizes de 2015 da American Heart Association recomendam:

(A) manter a sequência de atendimento das Diretrizes de 2010, iniciando a RCP com C.A.B.

(B) utilizar o DEA prioritariamente no ambiente hospitalar.

(C) adotar a velocidade recomendada de 90 a 100 compressões/min.

(D) realizar as compressões torácicas com profundidade equivalente a 2 polegadas, ou até 5 cm para crianças com menos de um ano.

(E) minimizar as interrupções nas compressões, evitando interromper as compressões por mais de 15 segundos.

Resposta

  1. CORRETA. A sequência C.A.B está mantida para adultos, crianças e bebês.
  2. ERRADA. O DEA é utilizado, prioritamente, em ambiente EXTRA-HOSPITALAR.
  3. ERRADA. A frequência das compressões é de 100 a 120 compressões por minutos para adultos, crianças e bebês.
  4. ERRADA. Crianças com menos de 1 ano deve receber compressões torácicas de cerca de 5 cm.
  5. ERRADA. Evitar ao máximo qualquer tipo de interrupção. Sendo necessária, não deve ultrapassar 10 segundos.

Alternativa: A

 

O que fazer quando a camisinha estoura? Para essa pergunta feita por um participante de uma palestra sobre DST/AIDS, uma das orientações a ser prestada pelo enfermeiro é

(A) fazer a antissepsia prévia, antes da higienização com água e sabão, nos casos de relação anal.

(B) fazer a antissepsia prévia, higienizar com água e sabão, secar e realizar a degermação dos genitais.

(C) fazer o teste sorológico até 7 dias após a camisinha ter se rompido durante o ato sexual com parceiro de sorologia desconhecida.

(D) interromper a relação, realizar uma higienização e iniciar (caso queira) o ato sexual novamente com um novo preservativo.

(E) realizar a higiene dos genitais com água e sabão degermante, e secar o local.

Resposta

Conforme o Cad. At. Bás. 18, em caso de ruptura, o preservativo deve ser substituído imediatamente, sendo esta, a informação mais importante a ser buscada nas alternativas.

Alternativa: D

 

No esquema básico para tratamento de tuberculose em paciente com 10 anos de idade ou mais, o Ministério da Saúde recomenda que, na fase intensiva do tratamento, o paciente seja medicado com RHZE. Esse fármaco é a combinação de:

(A) isoniazida, dapsona e estreptomicina.

(B) rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.

(C) clofazimina, dapsona, piridoxina e pirazinamida.

(D) rifampicina H e zovirax E.

(E) estreptomicina e etambutol .

Resposta

As siglas RHZE significam:

R (Rifampicina)

H (Isoniazida)

Z (Pirazinamida)

E (Etambutol)

Alternativa: B

 

Duas das etapas da consulta de enfermagem para o acompanhamento da pessoa que deambula e com diagnóstico de hipertensão arterial sistêmica (HAS) são o histórico e o exame físico. São aspectos relevantes na execução dessas etapas:

  1. estar atento à presença de doenças cardiovasculares ou de lesões em órgãos-alvo, como a retinopatia hipertensiva.
  2. aferir a pressão arterial com a pessoa deitada, evitando-se realizar a aferição com a pessoa sentada.

III. verificar se a pessoa NÃO está com a bexiga cheia.

Está correto o que se afirma nos itens

(A) I, II e III.

(B) I e II, apenas.

(C) II e III, apenas.

(D) III, apenas.

(E) I e III, apenas.

Resposta

  1. CERTA. Conforme o Cad. At. Básica 37, na realização da anamnese, faz parte o rastreamento de lesões em órgãos alvo ou doenças cardiovasculares, tais como: hipertrofia de ventrículo esquerdo; angina ou infarto prévio do miocárdio; revascularização miocárdica prévia; insuficiência cardíaca, acidente vascular encefálico, nefropatia, doença vascular arterial periférica e retinopatia hipertensiva.
  2. ERRADA. A regra é a aferição da pressão arterial com a pessoa sentada.  Em pacientes com suspeita de hipotensão postural (queda de PAS ≥2mmHg e PAD ≥10mmHg) e/ou idosos, recomenda-se verificar a PA também nas posições deitada e em pé.
  3. CERTA. Faz parte das recomendações solicitar que o paciente esvazie a bexiga previamente a aferição da pressão arterial.

Alternativa: E

 

O Ministério da Saúde recomenda exames complementares de rotina mínima para acompanhamento da pessoa com Diabetes Mellitus (DM). Dessa forma, o enfermeiro deve entender que o exame de:

(A) hemoglobina glicada é um exame solicitado para casos especiais, por ser de pouca acurácia para avaliar o controle metabólico da doença.

(B) ultrassom abdominal avalia a porcentagem de insulina produzida pelas ilhotas pancreáticas.

(C) fundoscopia designa o exame de fundo de olho.

(D) HDL é a fração do colesterol diretamente relacionada como fator de progressão da DM tipo 1 para DM tipo 2.

(E) creatinina sérica avalia a presença de albuminúria.

Resposta

  1. ERRADA. A hemoglobina glicada é um exame de grande acurácia no controle metabólico da doença, visto que reflete os níveis médios de glicemia ocorridos nos últimos dois a três meses.
  2. ERRADA. A quantidade de insulina produzida pode ser avaliada por exame laboratorial, não por ultrassonografia.
  3. CERTA.
  4. ERRADA. O DM 1 não progride para o DM 2. O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença autoimune, poligênica, decorrente de destruição das células β pancreáticas, ocasionando deficiência completa na produção de insulina. Já o diabetes mellitus tipo 2 (DM2) possui forte herança familiar, é fortemente ligado a hábitos dietéticos e inatividade física que contribuem para a obesidade e apresenta resistência à insulina.
  5. ERRADA. A dosagem de Creatinina avalia a Taxa de Filtração Glomerular e a função renal.

Alternativa: C

 

O planejamento e o processo decisório são instrumentos do processo gerencial. O planejamento estratégico situacional descrito por Matus em 1996 é composto por quatro momentos que se inter-relacionam, buscando responder às indagações do processo decisório. O momento denominado de Estratégico diz respeito a como:

(A) conceber o plano.

(B) coletar os dados.

(C) explicar a realidade.

(D) tornar viável o plano.

(E) agir no cotidiano de forma planejada.

Resposta

O Planejamento Estratégico Situacional é composto por quatro momentos que se inter-relacionam denominados: explicativo, normativo, estratégico e tático-operacional.

No momento estratégico se deve verificar se há contradições entre os objetivos (análise de coerência), recursos e tecnologias para avaliar se é possível contornar os obstáculos e tornar viável o planejado.

Alternativa: D

 

De acordo com a Lei no 8.080/1990, uma competência da Direção Nacional do Sistema Único de Saúde é

(A) formar consórcios técnico-administrativos intermunicipais com instituições filantrópicas de saúde.

(B) coordenar e auditar periodicamente a rede municipal de laboratórios e consultórios odontológicos.

(C) dar execução, no âmbito municipal, à política de insumos e equipamentos que subsidiam ações de notificação compulsória em saúde.

(D) organizar e executar a descentralização dos serviços e das ações de segurança para os municípios.

(E) participar na formulação e na implementação das políticas de controle das agressões ao meio ambiente.

Resposta

Conforme a Lei 8080/90,

  1. ERRADO. Compete a direção municipal do Sistema de Saúde
  2. ERRADO. Essa assertiva não conta na Lei 8080/90.
  3. ERRADO. Dar execução, no âmbito municipal, à política de insumos e equipamentos PARA A SAÚDE.
  4. ERRADO. Compete à direção estadual do Sistema Único de Saúde, promover a descentralização para os Municípios dos SERVIÇOS E AÇÕES DE SAÚDE.
  5. CERTA.

Alternativa: E.

Em um município de São Paulo foi descoberto um caso de hanseníase por meio da detecção ativa. Nesse caso, o profissional de saúde deve fazer a notificação

(A) no prazo máximo de 15 dias.

(B) no prazo máximo de 30 dias, preferencialmente.

(C) no prazo máximo de 12 horas, após a confirmação do caso.

(D) na semana epidemiológica de ocorrência do diagnóstico.

(E) no prazo máximo de 24 horas.

Resposta

Hanseníase demanda notificação semanal.

Alternativa: D.

Um dos indicadores de saúde é a taxa de incidência da AIDS, que

  1. Estima o risco de ocorrência de aids, numa determinada população em intervalo de tempo determinado, e a população exposta ao risco de adquirir a doença.
  2. Indica a existência de condições favoráveis à transmissão da doença, sendo uma delas por transmissão vertical.

III. Não reflete a situação atual de infecção pelo HIV no período de referência e sim a da doença, cujos sinais e sintomas surgem, em geral, após longo período de infecção assintomática, no qual o indivíduo permanece infectante.

Ao interpretar a taxa de incidência da AIDS, o profissional de saúde deve considerar o descrito nos itens

(A) I, II e III.

(B) III, apenas.

(C) II, apenas.

(D) I e III, apenas.

(E) I e II, apenas.

Resposta

A taxa de incidência da AIDS é conceituada pelo número de casos novos confirmados de Síndrome de Imunodeficiência Adquirida, por 100 mil habitantes, em determinado espaço geográfico, no ano considerado. Ou seja, estima o risco de ocorrência de casos novos de AIDS, por exposição ao vírus da imunodeficiência humana (HIV-1 e HIV-2, grupo dos retrovírus).
Dentre as limitações, tem-se que:A confirmação de casos exige, em geral, a realização de testes laboratoriais específicos, tem-se que o indicador não reflete a situação atual de infecção pelo HIV no período de referência, pois os sinais e sintomas da doença surgem, em geral, após longo período de infecção assintomática (em média de 6 a 10 anos), no qual o indivíduo permanece infectante.

Alternativa: A.

Conhecida a relevância da temperatura de conservação da vacina no adequado manuseio, o enfermeiro deve ter conhecimento quanto às condições insatisfatórias. Para evitar erros no manuseio da vacina, deve-se

(A) congelar o lote do imunobiológicos exposto à situação de desvio de qualidade, enquanto se aguarda o processo de comunicação e análise.

(B) considerar que as vacinas que contêm adjuvante de alumínio, quando expostas à temperatura abaixo de + 2 °C, podem ter perda de potência em caráter permanente.

(C) manter em temperatura ambiente a vacina BCG reconstituída e usá-la por um prazo máximo de 8 horas, se forem adotados os cuidados que evitem a sua contaminação.

(D) manter a vacina adsorvida a temperaturas de congelamento, sendo de 0 °C a − 18 °C nas instâncias nacional e estadual e de − 4 °C a + 4 °C na instância regional e local.

(E) otimizar o uso do refrigerador, armazenando medicamentos diversos na porta da geladeira e as vacinas nas prateleiras.

Resposta

  1. ERRADA. O lote do imunobiológico exposto à situação de desvio de qualidade deve ser preservado em área de acesso reservado e à temperatura de conservação adequada (+2ºC a +8ºC) [e não congelar].
  2. CERTA. As vacinas que contêm adjuvante de alumínio, quando expostas à temperatura abaixo de +2o C, podem ter perda de potência em caráter permanente.
  3. ERRADA. A vacina BCG deve ser mantida entre 2 e 8º C.
  4. ERRADA. O congelamento afeta as vacinas adsorvidas por meio da mudança de sua forma física.
  5. ERRADA. Não se deve misturar medicamentos com vacinas no armazenamento na geladeira.

Alternativa: B

 

Uma equipe multiprofissional de saúde decidiu elaborar o Plano Terapêutico Singular (PTS) para os casos mais complexos atendidos na unidade. A equipe de saúde rotineiramente discute a evolução e faz as devidas correções de rumo no PTS, sendo esse momento denominado:

(A) Divisão de Responsabilidade Terapêutica.

(B) Reavaliação.

(C) Ajuste de Indicador Singular.

(D) Definição de Metas.

(E) Diagnóstico Terapêutico.

Resposta

A etapa de avaliação da evolução, discussões e correções com o objetivo de conferir maior efetividade à ação e às necessidades do usuário se chama: REAVALIAÇÃO.

Alternativa: B

Um profissional de enfermagem ao participar do treinamento admissional foi informado que, anualmente, todos os gestores das unidades realizam a avaliação de desempenho da sua equipe. No modelo adotado pela instituição, a avaliação é realizada em conjunto entre avaliador e avaliado, a ferramenta de avaliação é analisada ao mesmo tempo e discutida pelos dois. De acordo com Chiavenato, 2010, esse modelo é chamado de avaliação de desempenho

(A) 180 graus.

(B) 360 graus.

(C) 90 graus.

(D) por objetivo.

(E) direta e com apoio dos recursos humanos.

Resposta

Este tipo de avaliação em que o gestor é responsável pela análise de desempenho de seus subordinados, oferecendo a eles um feedback, é chamada de avaliação 180 graus.

Alternativa: A

Devido ao custo de se manter estoques elevados, uma unidade de saúde adotou a classificação desenvolvida por Pareto e adaptada à administração de materiais. Na unidade um dos itens corresponde a mais de 50% do total do estoque e, embora em maior número, são os de menor custo ou investimento. De acordo com a classificação de Pareto, esse item corresponde aos de classe

(A) X1

(B) Y2

(C) C

(D) A

(E) B

Resposta

Segundo essa classificação, os itens são agrupados em:

Classe A: de maior importância, valor ou quantidade, correspondendo a 20% do total.

Classe B: com importância, quantidade ou valor intermediário, correspondendo a 30% do total .

Classe C: de menor importância, valor ou quantidade, correspondendo a 50% do total.

Alternativa: C

 

Uma instituição de saúde está passando por um processo de auditoria externa. Com o objetivo de dirimir suas dúvidas antes de concluir seu relatório, a enfermeira da equipe de auditoria informa que acompanhará um procedimento que será realizado em um paciente. Considerando a Resolução do Conselho Federal de Enfermagem no 266/2001, o enfermeiro auditor

(A) tem o direito de acompanhar o procedimento prestado, desde que, o paciente assine o termo de consentimento esclarecido, específico para a auditoria.

(B) está autorizado a acompanhar o procedimento, desde que acompanhado por outro auditor da equipe.

(C) não está autorizado a acompanhar procedimentos que envolvam o paciente.

(D) pode ter acesso a documentos e procedimentos relacionados ao paciente, após consentimento do Conselho Regional local.

(E) tem o direito de acompanhar o procedimento prestado, se necessário.

Resposta

Conforme a Resolução do Conselho Federal de Enfermagem no 266/2001, o Enfermeiro Auditor, no cumprimento de sua função, tem o direito de visitar/entrevistar o paciente, com o objetivo de constatar a satisfação do mesmo com o serviço de Enfermagem prestado, bem como a qualidade. Se necessário acompanhar os procedimentos prestados no sentido de dirimir quaisquer dúvidas que possam interferir no seu relatório.

Alternativa: E

As atividades executadas no âmbito da cadeia de frio de imunobiológicos podem apresentar um risco potencial à saúde do trabalhador. Para atividades em câmaras frias o Ministério da Saúde recomenda o uso, dentre outros, de:

(A) japona de comprimento acima do joelho, sem capuz, manga 3/4 (na altura do cotovelo) e sem bolsos externos.

(B) meia de lã, cano curto até 15 cm acima do tornozelo, preferencialmente de cor clara.

(C) touca balaclava (touca ninja de lã), preferencialmente cor escura com abertura na região dos olhos.

(D) bota de couro impermeabilizada para câmara frigorífica, cano baixo e forrada com lã.

(E) luva de pelica impermeabilizada, com revestimento de lona de nylon e de cano longo.

Resposta

  1. ERRADA. Japona longa 7/8 com capuz em lona de nylon, manta isotérmica em tecido de nylon impermeável, preferencialmente cor escura, comprimento abaixo do joelho, com pele acrílica interna, integral com japona, pestana acrílica/poliéster, ajuste facial com cordão de nylon com bolsos externos, fechamento duplo com velcro e botão de pressão com cinto ajustável, manga longa dupla, punhos em acrílico/poliéster, tamanho (de acordo com a necessidade).
  2. ERRADA. Meias em malha de algodão, não alérgica, até o joelho, preferencialmente cor escura.
  3. CERTA.
  4. ERRADA. Bota para câmara frigorífica, cano alto, forrada com lã, solado em PVC e tamanho conforme a necessidade.
  5. ERRADA. Luva de pelica, com revestimento interno de lã, cano médio, que permita o manuseio de pequenos objetos.

Alternativa: C

 

Abraço!

Prof. Lígia Carvalheiro

Crédito:

Estratégia Concursos

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