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Depois de pouco mais de uma década, os trabalhos, estudos e pesquisas em visagismo começam a encontrar um novo rumo

O visagismo começou a ser abordado no Brasil no final dos anos 1990. No entanto foi no início dos anos 2000 que ele começou a ganhar mais destaque e a chamar a atenção, em especial dos profissionais de beleza, como cabeleireiros e maquiadores.

Ainda na primeira década dos anos 2000, surgiram os primeiros cursos de nível superior com ênfase no visagismo, na cidade de São Paulo, nas universidades Anhembi Morumbi e Cruzeiro do Sul.

Neste momento, o visagismo começou a ganhar mais importância, deixando de ser apenas um assunto de uma disciplina de alguns cursos, como o de moda, por exemplo.

Com a grande demanda pelos cursos superiores em visagismo, a consequência foi o surgimento de profissionais preparados e altamente capacitados, replicando os conteúdos e desenvolvendo pesquisas científicas acadêmicas sobre o visagismo.

“Depois de me formar na primeira turma da Universidade Cruzeiro do Sul, concluí a especialização em gestão, com ênfase em negócios de beleza, e passei a integrar o quadro de professores da Universidade Anhembi Morumbi. Foi neste momento que comecei a acompanhar os passos de diversos e excelentes alunos, que até hoje levam o visagismo para todo o Brasil e até para o exterior”, é o que conta Léo Costa, visagista, gestor e educador, que recebe seus clientes no espaço Beleza Personalizada, junto ao salão Toca Hair na cidade de São Paulo.

Com alunos dos quatro cantos do país sendo formados em visagismo e com trabalhos acadêmicos sendo produzidos a cada semestre, começaram a acontecer, junto às feiras nacionais, os congressos, encontros e debates científicos sobre visagismo.

Até os dias atuais, o tema continua em ascensão e desperta interesse de profissionais em todas as regiões do país, inclusive despertando também o interesse de profissionais de outras áreas, como a odontologia, a estética, a cirurgia plástica, a optometria, assessoria de imagem, e muitas outras áreas de se beneficiam do visagismo direta ou indiretamente.  

Muito material, conteúdo, artigos científicos, livros, entre outros, foram produzidos nessas duas décadas de visagismo no Brasil, mas a localização deste conteúdo sempre foi trabalhosa, difícil e trazendo resultados confiáveis misturados com resultados não confiáveis.

Para resolver esta dificuldade, o visagista e educador Léo Costa levou a diante a realização de um sonho que tinha desde o momento em que começou a lecionar na Universidade Anhembi Morumbi. Para isso reuniu outros profissionais da área para criar uma comunidade online voltada apenas para o visagismo.

O acesso ao conteúdo da comunidade, batizada de “Academia de visagismo” é gratuito e assim deverá continuar sendo, já que o objetivo é incentivar a disseminação de conteúdo sério, científico e acadêmico sobre o visagismo.

A comunidade pode ser acessada no site www.AcademiaDeVisagismo.com.br e traz acesso fácil a um blog com postagens de diversos nomes do visagismo em todo o Brasil, um fórum exclusivo para discussões e perguntas sobre o assunto, uma área de download de materiais de apoio disponibilizados pelos colaboradores da comunidade, indicação de cursos na área, materiais, ferramentas, livros, etc.

No seu início, a comunidade tem curadoria exclusiva de seu idealizador, Léo Costa, mas aos poucos, outros colaboradores vão integrando o quadro da comunidade.

Léo Costa lembra que “o que pretendemos é garantir que todo o conteúdo inserido na comunidade seja confiável e com todas as suas fontes referenciadas, para que todos os envolvidos sejam citados. É isso o que falta hoje. Infelizmente quando se faz uma pesquisa na internet, temos acesso a muito conteúdo que é simplesmente copiado de alguém sem a menor preocupação em citar o autor. Isso é plágio. Não vale. O que pretendemos com essa comunidade é centralizar todas as produções sérias e confiáveis sobre o assunto”.

Website: http://www.academiadevisagismo.com.br

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Fonte: Terra

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