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Dia do Gari: emoção e desafios durante trabalho na pandemia

O Coronavírus mudou a rotina de trabalho de muitos profissionais. E com os garis não foi diferente. Para Elisangela Oliveira, funcionária da Companhia de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro (Comlurb), sua função ganhou um novo sentido: salvar vidas.

A gari atua na limpeza e desinfecção do Hospital Municipal Salgado Filho. Ela é responsável por limpar o mobiliário hospitalar, portas, maçanetas, paredes, o chão e os demais lugares em que as pessoas possam tocar.

Com a pandemia, Elisangela precisa ser ainda mais criteriosa em seu trabalho, para que o vírus não se espalhe dentro do hospital. Ela ressalta que os médicos e pacientes se sentem seguros quando está por perto e que todo esforço vale a pena com a recuperação de um enfermo.

“Quando um paciente recebe alta, agradece e faz questão de reconhecer o trabalho é muito reconfortante. Chega até a emocionar lembrar dos rostinhos saindo do hospital bem e que eu contribuí para isso, para que vidas sejam salvas”, revelou Elisângela, aprovada no concurso Comlurb 2009.

Poucas pessoas sabem, mas os garis podem executar diferentes tarefas para garantir a limpeza da cidade. Neste sábado, 16 de maio, quando é comemorado o dia do gari, FOLHA DIRIGIDA conta os desafios desses profissionais diante da pandemia.

Gari da Comlurb há dez anos, Elisangela Oliveira atua na limpeza
hospitalar (Foto: Arquivo Pessoal)

 

Mesmo trabalhando em um ambiente hospitalar de risco, Elisangela se diz feliz e realizada.

“Como seria na pandemia, sem os garis dando o suporte para limpeza e desinfecção em uma emergência de hospital? É para um bem maior, meu trabalho eu vejo que tem uma grande importância nesse momento. Tem pessoas que estão precisando de mim e da limpeza para que saiam bem e com saúde”, explica.

Há dez anos como gari da Comlurb, Elisangela nunca tinha presenciado situação como a Covid-19.

“Estamos perdendo colegas de trabalho, pessoas precisam ser afastadas com suspeita da doença”, conta a profissional que não tem contato com os pais e com o filho há dois meses. “Eu não posso arriscar a vida de mais pessoas”.

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‘Tenho medo por estar na linha de frente’

A pandemia do Coronavírus também mudou a rotina dos garis que atuam na coleta de lixo no caminhão. Mateus Avelino, que trabalha na Zona Portuária do Rio de Janeiro para Comlurb, conta que os procedimentos de segurança foram redobrados.

Além de máscara, luva e óculos, a companhia disponibiliza sabão e álcool em gel. As reuniões presenciais antes da coleta foram suspensas para evitar aglomerações.

“Ao mesmo tempo em que eu tenho orgulho de ser da Comlurb, tenho um pouco de medo por estar na linha de frente. Nós mexamos nos itens que foram descartados pelas pessoas e que podem estar contaminados”, aponta Avelino.

No caminhão, Mateus trabalha com mais dois profissionais de forma a manter o distanciamento entre eles. O gari conta que a maior preocupação é não levar a doença para dentro de sua casa.

Ele mora com o pai que tem mais de 60 anos e integra o grupo de risco do Coronavírus. “Fico me policiando para não colocar a mão em nada sem luva, e nem tocar o nariz e o rosto. Ter um pouco mais de atenção”, acrescenta.

Mateus Avelino gari da Comlurb
Mateus Avelino atua na coleta de lixo na Zona Portuária do Rio
(Foto: Arquivo pessoal)

 

Para algumas áreas da Comlurb, o trabalho dos garis pode ser executado em escalas diante da pandemia.Como é o caso dos profissionais que varrem ruas e praças, cujo trabalho ocorre em dias alternados. Mas para coleta de lixo no caminhão, não há essa possibilidade.   

“O mais importante é que as pessoas estejam com a limpeza das ruas garantida, que as pessoas possam jogar o lixo perto de casa”.

Mateus Avelino foi aprovado no concurso Comlurb em 2015 e antes de atuar no caminhão, já passou pela varredura e ceifa. Mas, sua preferência é pela coleta de lixo no caminhão, onde já está há quatro anos. “Eu gosto de um trabalho um pouco mais dinâmico”, classifica.

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‘Já me taxaram como uma pessoa suja’

Elisangela Oliveira foi aprovada no concurso Comlurb de 2009. Sua convocação, no entanto, só ocorreu no ano seguinte. Na época, ela trabalhava como caixa em um supermercado.

“Quando fui chamada, a gerente do supermercado chorou e disse: ‘você está tão bem aqui, você vai varrer rua, no sol quente’. Eu virei para ela e falei: ‘não sei para onde eu vou não, mas vou trabalhar na Comlurb’”, conta.

Elisangela relembra que já presenciou situações de preconceito e desrespeito por ser gari.  

“Às vezes você encontra pessoas querendo te humilhar por ser gari, querendo menosprezar. Ou até mesmo te taxar como uma pessoa suja por você limpar. Eu sempre levei isso numa boa. É o meu trabalho, de onde eu tiro meu ganha pão”.

Já Mateus Avelino lembra um antigo ditado ‘se você não estudar, vai virar gari’.”Mas, eu já vi muita gente com estudo querendo ser gari”, aponta.

Atualmente, para ser um gari da Comlurb é preciso ter concluído o ensino fundamental até o 5º ano (antiga 4ª série primária). Com o reajuste de 4,7% anunciado, a remuneração desses profissionais deve subir para R$2.795,02.

No dia do gari, Elisangela deixa a seguinte mensagem: “Eu amo meu trabalho, eu amo o que eu faço. É muito bom saber que você está contribuindo para o bem-estar daquela pessoa e ajudando na recuperação de muitas pessoas”.

Para aqueles que desejam se candidatar ao próximo concurso Comlurb, Mateus Avelino recomenda “se esforçar que o trabalho é pesado, mas é muito recompensador”.

Conheça a verdadeira história de como nasceu o famoso gari Sorrriso

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Fonte: Google News

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