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Do gramado para o Octógono

Agora a lutadora está no Canadá para fazer sua segunda luta pelo UFC, contra Alexis Davis, sétima no ranking das pesos-moscas, até 56,7 quilos. “Foi uma decisão minha e dos meus treinadores subir para o mosca”, explica. “É por questão mais de saúde mesmo. Me senti muito bem lutando no peso-galo, mas as atletas são muito grandes e eu sou pequenininha”, conta, sobre seu 1,65m. “Tenho que subir muito de peso e perco minha maior característica, que é a velocidade.”

No peso-mosca, ela acredita que pode manter outras de suas competências. “Sou muito agressiva e explosiva, não dou brecha para a adversária e boto muita pressão”, afirma. Como outro de seus diferenciais, Viviane aponta a força mental. Ela trabalha com uma psicóloga do esporte há três anos – e não abre mão.

“A cada luta, vejo diferença enorme no meu foco, no desempenho e em como mantenho a estratégia traçada mesmo quando o combate não corre como o esperado”, diz. “Faço um trabalho de mentalização da luta uma vez por dia, durante várias semanas. Como mentalizo muitas vezes, inclusive me colocando em situações ruins, se isso acontecer na luta eu já passei por aquilo, não é uma novidade.”


Fonte: UFC

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