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Dúvidas sobre exercícios na preparação (1)

Em decorrência da série intitulada “Qual a utilidade dos exercícios na preparação para as provas?”, chegaram perguntas interessantes sobre o tema, na maior parte enviadas por pessoas que aparentemente já têm consciência da importância de estudar por meio de exercícios, mas que por algum motivo preferem não fazer isso. Cheguei a essa conclusão ao observar que elas sempre tratam esse hábito como algo recomendável e importante, mas apresentam uma suposta razão para não colocá-lo em prática.

Um leitor quer saber o que fazer na seguinte situação: ele não está ainda naquele nível alto a que me referi anteriormente, em que não existem mais questões difíceis entre as já aplicadas pelas organizadoras, mas não consegue encontrar questões em algumas matérias específicas do cargo que ele pretende disputar, que é na área de fiscalização agropecuária. Poucos concursos ocorrem nessa área, devido aos quadros pequenos de servidores com tais atribuições. As mesmas orientações dadas para os que já estão acertando todos os exercícios servem para quem se prepara para cargos com área de conhecimento muito específica, como é o caso, em que de fato é difícil encontrar questões de concursos anteriores.

Outro leitor questiona se é possível ser aprovado sem fazer exercícios, dando a entender que ele quer evitar a mencionada atividade. A resposta é evidentemente positiva, pois conhecemos muitas pessoas que nunca fizeram um exercício sequer durante a preparação, e lograram ser aprovadas e empossadas. É importante observar, no entanto, que alguém que consegue ser aprovado desperdiçando esse mecanismo potencializador da aprendizagem conseguiria resultados melhores ou mais rápidos se seguisse o caminho que sugerimos. Ninguém se recusa a estudar por meio de exercícios tendo certeza de que a atividade não é útil. Há até quem diga que acredita nisso, mas as razões para a tomada dessa decisão são sempre outras.

Os exercícios fazem parte da preparação, e sabemos que eles estão, ao lado de estudar e de formar grupos de estudos, entre as coisas que muitos concurseiros não gostam de fazer. Em outro texto iremos falar sobre tudo isso.

Se as pessoas não gostam de responder exercícios, imagine se irão gostar de formular questões. Fazer leitura e releitura, mesmo quando é evidente que nada se está aprendendo, parece bem mais confortável e, ao menos em quantidade de folhas, parece mais produtivo. É importante, porém, compreendermos que o ato de criar, de nos levarmos obrigatoriamente a raciocinar, faz com que aprendamos duas vezes. Uma quando lemos para compreender, e outra quando efetivamos a construção das questões.

A outra pergunta é: Qual o momento ideal para fazer os exercícios? Antes ou depois de outros métodos? Eles devem ser feitos todos os dias, e em um mesmo dia devemos obrigatoriamente ter os exercícios como a última atividade antes do encerramento, pois são eles que permitem a fixação das informações aprendidas no dia, impedindo que elas se percam no natural esquecimento, inclusive e especialmente durante o sono.

Na sequência trataremos de outras dúvidas.

 

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Fonte: Google News

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