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“Ele é de uma leveza muito especial, um dos personagens que me deu mais prazer em fazer”, diz José Loreto sobre Candinho de ‘A Flor do Caribe’

José Loreto como Candinho de “Flor do Caribe” // Divulgação

No ar com a reprise de “Flor do Caribe”, José Loreto está curtindo rever seu personagem na novela de Walther Negrão, o singelo Candinho. “Candinho foi muito importante pra mim porque eu tinha acabado de fazer ‘Avenida Brasil’, minha primeira novela do início ao fim (…) Isso permitiu que eu pudesse mostrar melhor o meu trabalho para o público”, lembra ele. Confira a entrevista com Loreto na íntegra.

O que você achou de ‘Flor do Caribe’ ter sido escolhida para ser exibida em edição especial? 
Achei maravilhoso porque a novela é super solar, e o Rio Grande do Norte tem essa característica. Qualquer take feito por lá já dá um calor no coração. E essa novela do Walther Negrão é sensacional! O meu personagem é de uma leveza muito especial, é um dos que me deu mais prazer em fazer.

Qual a importância de Candinho na sua carreira? 
O Candinho foi muito importante para mim porque eu tinha acabado de fazer ‘Avenida Brasil’, minha primeira novela do início ao fim. Antes, tinha feito várias participações, e Candinho veio logo depois do Darkson. Eram dois personagens completamente diferentes. Isso permitiu que eu pudesse mostrar melhor meu trabalho para o público. Também foi muito importante para que outros diretores e autores pudessem me ver de outra forma. Acho que muito positivo em todos os sentidos. Foi a primeira vez que li “Grande Sertão: Veredas”. Também vi muitos filmes de referência (mais lúdicos) para dar a leveza que a trama do Candinho pedia. Acho que consegui. Tive muita força de todos que estavam à minha volta.

Qual a cena mais difícil?
As cenas mais difíceis foram as das dunas, onde eu andava com a cabra, e as patas dela afundavam na areia. A gente passou mais de um mês gravando em pequenas cidades. Gravamos em Natal e em uns lugares muito pequenos também. E eu sempre lá, com a minha cabra inseparável! (risos) As cenas de monólogo, de diálogo com ela, também foram difíceis porque, às vezes, ela fazia xixi ou olhava pro lado. Eu tinha que estar muito atento para lidar com essas improvisações. (risos)

Que lembranças marcaram a gravação?
Passei um mês no Rio Grande Norte. Tenho um carinho lindo por cada lugar em que estive e que me acolheu. Anos depois, voltei a um restaurante que eu nem lembrava que tinha ido. Só lembrei quando vi uma plaquinha com o meu nome dizendo que eu tinha estado lá. Depois disso, veio um filme na minha cabeça. Me lembrei de tudo que tínhamos vivido durante as gravações.

Como foi a parceria com Laura Cardoso?
Foi um grande sonho trabalhar com Laura Cardoso, uma atriz que acompanho há muitos anos. Ter sido o neto dela, mas tratado como filho, foi um presente! Foi incrível poder trocar e observar aquela mulher deslumbrante.

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Fonte: Glamurama

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