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Entenda como os exames de rotina podem ajudar a prevenir doenças

Entenda como os exames de rotina podem ajudar a prevenir doenças

Foto: Shutterstock / Saúde em Dia

Em tempos de Covid-19, uma questão se faz necessária: “como estão os exames de rotina e preventivos?”. O medo pela contaminação do novo coronavírus em ambientes hospitalares e clínicas alterou a rotina das pessoas.

Consequentemente, isso gerou maior descuido com a própria saúde em relação a outras doenças. Essa é uma das preocupações de vários profissionais de saúde, em especial de oncologistas, que alertam para o perigo do diagnóstico tardio para a maioria dos casos de câncer. Temos dados e personagem para essa sugestão.

Em tempos de pandemia, no qual, ficar em casa é necessário para se proteger e não causar riscos às outras pessoas, é importante não esquecer dos exames de rotina, pois eles podem prevenir doenças e até mesmo aumentar a chance de cura caso alguma seja diagnosticada.

De acordo com o Dr. Felipe Moraes, oncologista do Hospital Nove de Julho, o câncer de mama, de colo uterino, próstata e o câncer colorretal estão entre os tipos mais comuns que podem ser identificados nos exames de check-up.

Além disso, pacientes que fumaram por muitos anos ao longo da vida, é fundamental utilizar estratégias, como tomografias anuais que ajudam a identificar e aumentar as chances de cura para câncer de pulmão. 

Ficar em casa não deve ser sinônimo de sedentarismo e muito menos de hábitos alimentares inadequados. O médico diz que “é importante incluir na rotina atividades físicas e alimentos que contribuem para o não desenvolvimento do câncer”.

Na prevenção secundária, ou seja, no diagnóstico precoce, alguns exames devem ser realizados para evitar o desenvolvimento de forma mais grave da doença. Por esse motivo, o toque retal e PSA, no caso do câncer de próstata, mamografia para o câncer de mama; papanicolau para o câncer no colo uterino; colposcopia para o diagnóstico do câncer colorretal. 

Encontra-se risco quando o câncer é descoberto em estágio mais avançado, onde o tratamento tende a  ser mais complicado e as chances de recuperação se tornam menores. Por isso, cada indivíduo precisa se cuidar de acordo com o histórico familiar, pois isso tem que ser levado em consideração.

“Os exames de papanicolau, mamografia, ultrassonografia, exame de toque e PSA devem ser realizados pelo menos uma vez por ano. No caso da colonoscopia, uma vez a cada 5 anos, a partir dos 45 anos”. 

“Não há dúvidas que a pandemia atrasou uma série de diagnósticos oncológicos. Isso vai ter um impacto importante nos próximos anos, já que com o diagnóstico tardio o tratamento tende a ser mais mórbido e menos resolutivo”, finaliza o Dr. Felipe Moraes. 

Fonte: Dr. Felipe Moraes, oncologista do Hospital Nove de Julho. 

Fonte: Terra

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