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Estudo tenta levantar quais são os parâmetros de qualidade das estrada aos destinos de montanha

Tirando alguns sortudos, a maioria das pessoas, quando decide praticar esporte outdoor, precisa pegar a estrada! Se já não fosse chato demorar algum tempo (ou horas) para chegar lá, várias coisas na estrada deixam a viagem mais difícil, irritante e a gente está sempre reclamando das concessionárias, do governo…

Tirando critérios óbvios como buracos, qualidade do asfalto e outros muito direcionados à uma manutenção física, existem critérios de “qualidade” nas estradas que são mais subjetivos. Tem muito carro na via? Deviam ter mais faixas? Está tudo muito lento? Limite de velocidade não faz sentido? Tem muitos caminhões? Subida muito íngreme que deixa mais devagar? Caminhão na subida que empaca tudo?

Como concessionarias e governo podem avaliar isso? É muito difícil criar parâmetros para avaliar o que é bom e o que é ruim nestes critérios e é isso que meu amigo, Fernando Piva, está tentando desenvolver no seu doutorado na USP de São Carlos (pertinho do Cuscuzeiro). Esse estudo vai ajudar a melhorar a eficiência do sistema viário trazendo impactos na economia e desenvolvimento do país (e nas nossas queridas viagens). Quem melhor que nós, grandes usuários das rodovias, para contar para ele o que é bom e o que é ruim?

O Fernandinho preparou uma pesquisa com um simulador para que todos os usuários das estradas (motoristas ou não) contem como se sentem enquanto estão viajando em diferentes situações. Qualquer pessoa pode participar, só precisa ter a partir de 18 anos de idade. Não leva nem 10 minutos para fazer o teste todo.

Enquanto você investe apenas 10 minutos, o Fernando esta investindo 5 anos para tentar melhorar o país. Obrigada Fê!

Quanto mais pessoas participarem, melhor será o resultado e melhores poderão ser nossas rodovias e viagens. Compartilhem! Ajudem!

Link para responder a pesquisa: https://beth.stt.eesc.usp.br/rodovia

Tradicional garota da cidade grande (São Paulo – SP) teve seu primeiro contato com trilhas em 2013 no Peru, mas só veio descobrir as belezas da sua vizinha Mantiqueira em 2015.

Apaixonou-se pelas montanhas e passou a se dedicar ao trekking e à escalada por diversos cantos do Brasil além de Peru, Chile, Venezuela, França, Itália e Suíça. Completou os 180 km do Tour du Mont Blanc sozinha após uma cirurgia no joelho.

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Fonte: R7

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