Fique por dentro – motivação para o concurso do MPU

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Neste artigo você encontrará um resumo da Teoria X e Y, de McGregor, uma das principais teorias de conteúdo, para o concurso do Ministério Público da União.

Olá, concurseiro! Tudo bem com você? O tão esperado edital do concurso do Ministério Público da União foi finalmente publicado e chegou a hora de darmos uma acelerada nos estudos, afinal, o dia da prova está chegando.

Desse modo, para auxiliar você na preparação para esse concurso, elaboramos um resumo acerca Teoria X e Y, do tópico Motivação.

Então, pegue o seu marca-texto e vamos aos conceitos mais importantes e relevantes para você gabaritar esse assunto.

Considerações Iniciais

Se liga

Primeiramente, é importante trazermos a você alguns conceitos de motivação que costumam cair em provas de concurso.

De acordo com Robbins, motivação é a vontade de fazer algo, condicionada pela capacidade que essa ação tem de satisfazer alguma necessidade individual.

Já, conforme preceitua Gregory, a motivação representa um conjunto de forças que leva as pessoas a se engajarem em algum tipo de comportamento mais do que qualquer outro comportamento alternativo.

Chiavenato, por sua vez, postula que a motivação funciona como o resultado da interação entre o indivíduo e a situação que o envolve. Conforme esse autor, a motivação está relacionada a três aspectos básicos:

  • Direção: é a direção do comportamento (do esforço), no sentido de atingir determinado objetivo. O esforço deve ser direcionado para o alcance de algum objetivo. Ou seja, refere-se ao objetivo que se quer alcançar. Indica onde focar o comportamento (esforço).
  • Intensidade: refere-se à força e à intensidade do comportamento (do esforço). Isto é, representa o tamanho do esforço que a pessoa emprega para o alcance do objetivo.
  • Persistência: é a duração e persistência (ou permanência) do comportamento (do esforço). Trata-se da duração de tempo que a pessoa mantém seu esforço em direção ao objetivo proposto. Ou seja, significa por quanto tempo a pessoa consegue manter seu esforço.

Veja abaixo a imagem retirada do PDF do Estratégia Concursos.

Teorias da motivação

Primeiramente, vale ressaltar que diversos autores e estudiosos buscaram explicar como a motivação ocorre. Desse modo, surgiram diversas teorias motivacionais.

Ademais, é necessário enfatizar que as teorias da motivação se dividem em teorias de conteúdo e teorias de processo.

Teorias de conteúdo

Conforme a literatura, as teorias de conteúdo buscam explicar “o que” motiva o indivíduo. Ou seja, essas teorias partem do princípio de que os indivíduos agem para satisfazer seus interesses e necessidades. Portanto, as teorias de conteúdo se preocupam com necessidades específicas que motivam e impulsionam os indivíduos a agirem.

As teorias de conteúdo são as seguintes:

  • Teoria da Hierarquia das Necessidades (Maslow);
  • Teoria ERC (ou ERG) de Alderfer;
  • Teoria dos Dois Fatores ou Bifatorial de Herzberg;
  • Teoria das Necessidades Adquiridas de McClelland;
  • Teoria X e Y de Mc Gregor.

Falaremos aqui da Teoria X e Y de McGregor.

Teoria X e Y de McGregor

Traremos agora aspectos importante da Teoria X e Y, conforme preceitua o seu autor, McGregor, que observou o comportamento dos indivíduos no ambiente de trabalho e, de acordo com suas observações, destacou que os indivíduos podem ser vistos de duas formas diferentes. McGregor observou, portanto, que existem duas formas antagônicas de se enxergar os indivíduos no contexto laboral.

A teoria em análise preceitua que essas duas visões são a X e a Y. A primeira delas seria uma visão mais negativa, mais “velha” e baseada na desconfiança (Teoria X). A outra, por sua vez, seria uma visão mais positiva, “moderna” e baseada na confiança (Teoria Y).Veremos cada uma delas com mais detalhes a seguir. Fique atento!

atenção

Teoria X

A Teoria X considera que o indivíduo é naturalmente preguiçoso e possui aversão ao trabalho. Para a Teoria X, os indivíduos não gostam de trabalhar, procuram evitar o trabalho, evitam responsabilidades, não possuem ambição e resistem às mudanças. Para essa visão, o indivíduo trabalha “forçadamente”, apenas pela retribuição financeira. O ser humano é considerado, conforme essa visão, passivo e indolente. Portanto, nessa concepção, o indivíduo precisa ser controlado e dirigido.

Desse modo, o gestor que tem essa visão “X” de seus subordinados tende a controlá-los de maneira rígida, autocrática e coercitiva. O gestor impõe as regras e considera que os subordinados são “recursos produtivos”. Ele desconfia dos seus funcionários e os fiscaliza constantemente. O gestor centraliza as decisões, pois acredita que o empregado não gosta de assumir responsabilidades.

Por outro lado, os subordinados tratados dessa maneira tendem a responder com baixa produtividade, desencorajamento, falta de estímulo e pouco esforço, o que faz com que o gestor “reforce” seu ponto de vista a respeito dos subordinados.

A Teoria X tem uma concepção negativa da natureza humana. Trata-se de uma visão antiquada que se encaixa melhor a organizações burocráticas, inseridas em ambientes estáveis.

Teoria Y

A Teoria Y, por sua vez, considera que o indivíduo é naturalmente laborioso e produtivo. Para essa teoria, os indivíduos gostam de trabalhar, aceitam responsabilidades e desafios, são criativos, têm iniciativa e sentem satisfação em realizar suas tarefas. O indivíduo, para a Teoria Y, é capaz de se autodirigir e autocontrolar.

Desse modo, o gestor que tem a visão “Y” de seus subordinados, por acreditar que os subordinados são capazes de se autocontrolarem, tende a dirigi-los com base na confiança, autonomia e liberdade. Ele busca a participação dos empregados e cria um ambiente democrático. O gestor delega responsabilidades e descentralizar as decisões, pois acredita que seus funcionários têm capacidade de assumir responsabilidades e decidir.

Por outro lado, subordinados tratados dessa maneira tendem a responder com elevada produtividade, dedicação, iniciativa, entusiasmo, envolvimento pessoal e prazer em trabalhar.

A Teoria X tem uma concepção positiva da natureza humana. Trata-se de uma visão moderna, mais recomendada aos dias atuais, tendo em vista que se encaixa melhor a ambientes dinâmicos e instáveis.

Para finalizar

Por fim, saiba que o objetivo deste artigo foi trazer para você pontos importantes acerca do tema Motivação para o concurso do Ministério Público da União. No entanto, para além desse certame, esse tema é extremamente relevante para provas de concurso em geral. 

Outrossim, este resumo não abrange toda a complexidade do tema Motivação, mas, certamente, nele você encontrará aspectos importantes que ajudarão você a gabaritar questões sobre esse assunto. 

Além disso, para a sua preparação, não deixe de responder muitas questões. Para auxiliar você nessa missão, o Estratégia Concursos oferece um sistema de questões bastante completo que certamente ajudará você na conquista da tão sonhada vaga no serviço público. 

Finalmente, não deixe de acompanhar e ficar por dentro do que acontece no mundo dos concursos. 

Bons estudos e até mais! 

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Créditos:

Estratégia Concursos

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