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Gestão ambiental envolve profissionais das mais diversas áreas

A chamada crise ambiental tem mobilizado progressivamente diversos segmentos da sociedade em busca de um entendimento das suas causas profundas e das reais dimensões do problema, bem como de alternativas para a redução da degradação do meio ambiente e seus impactos na qualidade de vida da população.

A gestão ambiental é uma área de conhecimento e trabalho que possui caráter multidisciplinar, envolvendo profissionais das mais diversas áreas, mas devidamente habilitados. Visa ordenar as atividades humanas para que estas originem o menor impacto possível sobre o meio ambiente. “Esta organização vai desde a escolha das melhores técnicas até o cumprimento da legislação e a alocação correta de recursos humanos e financeiros”, salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News & Negócios (www.revistaecotour.news).

No âmbito acadêmico, nota-se que as ciências sociais têm procurado analisar a dinâmica e as inter-relações das forças propulsoras das modificações ambientais no nível das atividades econômicas, do uso da tecnologia, de comportamentos e padrões de consumo.

A ampla gama de diferentes abordagens de sustentabilidade é o sintoma do que alguns consideram um problema de legitimidade nas políticas de meio ambiente. Existe uma discussão sobre o que é gestão ambiental e o que é gerenciamento ambiental, alguns defendem que a gestão é inerente a assuntos públicos (gestão de cidades, bacias, zonas costeiras, parques) e que gerenciamento refere-se ao meio privado (empresas, indústrias, fazendas e outros). Esta diferença de significado não altera a missão, que é saber manejar as ferramentas existentes (ciências naturais, pesquisas ambientais, sistemas e outros) da melhor forma, em prol do meio ambiente.

O desenvolvimento da sociedade é um conceito que tem várias dimensões, e o crescimento econômico não é sinônimo de qualidade de vida. A gestão ambiental é consequência da evolução do pensamento da humanidade em relação à utilização dos recursos naturais, onde se deve retirar apenas o que pode ser reposto ou caso isto não seja possível, deve-se, no mínimo, recuperar a degradação ambiental causada. “Onde há um crescimento que comporta custos sociais e ecológicos extremos, é um crescimento que leva a um desenvolvimento insustentável”, ressalta Vininha F. Carvalho.

Website: https://www.revistaecotour.news

DINO
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Fonte: PORTAL TERRA – NOTÍCIAS

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