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Glamurama entrega quem é Cacá Magalhães, a cantora-fenômeno de 13 anos que viralizou na internet – Notas – Glamurama

Cacá Magalhães se apresenta com a Banda Terráquea desde os 10 anos e se tornou um nome conhecido na Bahia

Anota esse nome: Cacá Magalhães. Glamurama assistiu ao vídeo que viralizou nas redes sociais e ficou impressionado com a potência da voz dessa baiana de 13 anos, que ainda tem um gosto musical de tirar o chapéu. E a garota é talento puro. Sem músicos na família – ela é a filha mais nova da advogada Izabel Magalhães e do empresário João Mauro Nascimento -, a cantora foi “descoberta” aos quatro anos pela irmã Maria Júlia, que a viu batucar e cantar pela casa, o suficiente para que percebesse o talento nato da menina para a música. “Gosto de dizer que a música veio de dentro de mim”, conta Cacá ao Glamurama.

E não deu outra! Aos 10 anos, a pequena cantora já participava de seu primeiro projeto profissional ao lado da banda Terráquea, formada por músicos mais velhos e que usa diversos estilos musicais, além de adicionar batidas africanas para dar personalidade única ao som. Hoje, ela aproveita a experiência dos outros integrantes do grupo para aperfeiçoar o talento e aprender a tocar instrumentos.

Desde o início, Cacá impressionou a todos e já é um nome conhecido na Bahia. Fã de Nina Simone, Aretha Franklin, Amy Winehouse, Novos Baianos, Daniela Mercury e mais, ela tem tudo para ser o novo nome da MPB. A seguir, o papo que batemos com Cacá, que tem o carisma de todo bom baiano. (por Jaquelini Cornachioni)

Glamurama: Quando e como foi o seu primeiro contato com a música?
Cacá Magalhães: Desde pequena, com uns quatro anos mais ou menos, eu ficava batucando pela casa, fazendo ritmos com as mãos, os dedos e cantarolando. E quem me motivou muito a seguir esse caminho foi meu avô, que era trompetista. Ele sempre colocava alguns CDs de blues ou jazz para a gente ouvir. O amor pelo blues com certeza veio dele. Gosto de dizer que a música veio de dentro de mim, nasci com ela. Na minha família não tem nenhum musicista, nenhum cantor, ninguém realmente desse meio. Veio da alma mesmo.

Glamurama: Como foi a sua descoberta dentro desse mundo da música?
Cacá Magalhães: Quando eu era pequena, vivia cantando pela casa. Mas lembro que na infância, a minha mãe me colocou primeiro em uma aula de balé. Não durou um dia direito, detestei. Então entreguei as minhas sapatilhas e disse que nunca mais voltaria lá. Logo depois, a minha irmã, Maria Júlia, me ouviu a cantar e disse para os nossos pais que eu levava jeito para isso, então fui para o Conservatório de Música Mozart, em Lauro de Freitas, para estudar.

Glamurama: Os seus pais sempre te apoiaram?
Cacá Magalhães: Sempre! Tanto em ensaios como nos shows, e nunca me deixam sozinha. Recebo muita ajuda da família e sou muito grata a isso.

Glamurama: Quem são os seus artistas e ritmos preferidos na música?
Cacá Magalhães: Nina Simone, Aretha Franklin, Amy Winehouse, Janis Joplin. Mas gosto também de Imagine Dragons, Tim Maia, Seu Jorge, Ana Carolina, Skank, Bob Marley, Charlie Brown Jr, Los Hermanos, Natiruts, Nando Reis. Aqui da Bahia, adoro Saulo, Daniela Mercury e Novos Baianos. Eu adoro blues, jazz, reggae, rock e também de Pop, MPB e música baiana. É uma mistura de tudo!

Glamurama: Quando você entrou para a Banda Terráquea e como é tocar com músicos mais velhos?
Cacá Magalhães: Tudo começou em 2016, quando eu tinha só 10 anos. Agora já tenho 13. O tempo passa… A diferença de idade não atrapalha em nada. Pelo contrário, eu aprendo muito com eles justamente por terem todo esse tempo de experiência e carreira. Além disso, o convívio com a banda me faz muito bem, eles são como uma família e agradeço muito. Todos os dias aprendo algo novo e não só sobre música, como coisas da vida mesmo. É muito importante para mim.

Glamurama: E como você chegou até a Terráquea?
Cacá Magalhães: Lon Bové, líder da banda, foi professor de música da minha irmã, Maria Júlia. Anos depois, quando eu tinha 10 anos, ela sabia que o Bové tinha uma banda e falaram sobre mim. Depois de algumas tentativas, conseguimos conversar e falamos muito sobre música. A nossa energia bateu logo de primeira e, a partir daí, comecei a participar da banda.

Glamurama: Além de cantar, você se interessa por instrumentos? Sabe tocar algum?
Cacá Magalhães: Faço aulas de violão e guitarra, que são instrumentos que gosto bastante. Também toco um pouco de piano e recentemente me interessei por baixo, que é um instrumento que futuramente pretendo aprender.

Glamurama: Como você se sente quando está cantando?
Cacá Magalhães: Confesso que às vezes fico um pouco ansiosa, até demais. Mas acho que é normal por enquanto. A parte boa é que, quando pego no microfone e começo a cantar, fico inspirada, querendo criar e improvisar dentro da música. E aí tudo flui.

Glamurama: Pensa em seguir a carreira artística?
Cacá Magalhães: Sim, pretendo fazer um curso fora do Brasil para aperfeiçoar o meu blues, compor as minhas músicas, melhorar meus estudos de guitarra e dedicar um pouco da minha música aos projetos sociais.

Agora é hora de curtir. Play para conferir o talento de Cacá!

 

 

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Fonte: Glamurama

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