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Governo não fará concursos para equilibrar contas, diz Mourão no ES


Maurão e Casagrande durante evento em Vitória

Foto: Ricardo Medeiros

Para equilibrar as contas do país nos próximos meses, o governo federal deve optar por não realizar concursos públicos. Essa foi a indicação dada pelo vice-presidente do Brasil, Hamilton Mourão (PRTB), nesta quinta-feira (29), durante discurso no Espírito Santo.

Em evento do Sindiex, sindicato das empresas de comércio exterior, em Vitória, Mourão falou sobre as opções que podem ser usadas para diminuir os gastos do país. Na avaliação dele, uma das principais alternativas é a redução do número de servidores federais.

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Nós temos um grande número de funcionários que está prestes a se aposentar. Então, por decantação, vamos diminuir o tamanho do estado ao não fazer novos concursos públicos e remanejar dentro do próprio estado. Onde há excesso, se remaneja para outras áreas.

Hamilton Mourão – Vice-presidente

O vice presidente também fez uma previsão sobre quando a situação financeira deve ficar estabilizada. “Esse é o processo que nós temos para equilíbrio fiscal. Consideremos que até 2023 se consiga equilibrar as receitas e despesas”, disse.

No mesmo evento, em que também esteve o governador Renato Casagrande (PSB), o vice-presidente disse que o governo errou no combate a queimadas na Amazônia.

PRIVATIZAÇÃO

O vice-presidente também afirmou que é necessário privatizar estatais para diminuir os gastos do país. “Temos que privatizar todas aquelas empresas que podem e devem ser privatizadas. Não é um processo simples. A venda de empresas requer, em muitos casos, a aprovação do nosso Congresso. Temos que privatizar. Já temos uma lista de empresas selecionadas e vamos iniciar esse processo.”, avaliou Mourão.

No dia 21 de agosto, o governo federal anunciou a privatização de 16 ativos, entre eles a Companhia Docas do Espírito Santo (Codesa) e os Correios.

Por fim, ao falar aos empresários sofre os desafios de desenvolvimento do país, Mourão afirmou que a grande quantidade de leis e a burocracia travam o desenvolvimento de empresas e das tecnologias no país.

“Temos um excesso de regulamentações e de leis. De 1988 para cá, foram editadas 23 leis federais por dia, com decretos e anexos. Isso dá milhões de páginas e todos nós somos obrigados a estudar para saber qual lei está valendo”

O vice-presidente também aproveitou a passagem pelo Espírito Santo para visitar o Convento da Penha, em Vila Velha. O santuário é um dos principais pontos turísticos do Estado.

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Fonte: Google News

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