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“Houve situações que eu nunca mais voltaria a fazer. O terno cinza está trancado e não vai sair mais” – Notas – Glamurama

Sacha Baron Cohen concorreu a dois Globo de Ouro este ano: por ‘Os 7 de Chicago’ e por ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’, pelo qual acabou ganhando o prêmio de Melhor Ator e Melhor Filme de comédia ou musical // Reprodução Instagram

Sacha Baron Cohen avisa: está pronto para aposentar seu personagem mais famoso, o tresloucado jornalista do Cazaquistão, Borat, pelo qual ganhou dois Globo de Ouro de melhor ator de comédia ou musical, em 2007 e em 2021. Sua última aventura foi ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’, em que, como sempre, se envolve em várias confusões nos Estados Unidos, sempre com uma forte crítica política e social por trás de seu besteirol. Vale lembrar que no Globo de Ouro deste ano Sacha também concorreu ao prêmio de melhor ator coadjuvante em cinema por seu papel em ‘Os 7 de Chicago’.

O ator de 49 anos abriu o jogo em coletiva de imprensa virtual nos bastidores da premiação da Associação de Imprensa Estrangeira de Hollywood. De acordo com ele, interpretar o Borat foi muito arriscado, especialmente nesse último filme: “Esse provavelmente foi o projeto mais perigoso em que tive que trabalhar, mas sentimos que valia a pena correr os riscos”, revelou o britânico. “Estava muito preocupado com Trump, com o Trumpismo e com a eleição [presidencial americana], e nossa democracia estava em risco.”

Seguência de ‘Borat: O Segundo Melhor Repórter do Glorioso País Cazaquistão Viaja à América’, de 2006, ‘Borat: Fita de Cinema Seguinte’ mostra o jornalista aprendendo mais sobre a cultura americana, sobre a pandemia de Covid-19 e sobre as eleições locais.

Em entrevista do ano passado, Cohen contou que, durante parte das gravações – do qual ele também é roteirista –, chegou a usar um colete à prova de balas e que temeu por sua vida ao enfurecer os participantes de um comício pelo direito ao porte de armas no estado de Washington. Na ocasião, o ator e sua equipe precisaram interromper as filmagens no evento e fugir. “Houve situações que eu nunca mais voltaria a fazer. O terno cinza está trancado e não vai sair mais”, lembrou ele e finalizou dizendo:  “Se Trump tivesse vencido em 3 de novembro e eu não tivesse conseguido fazer esse filme, não conseguiria viver com isso”. Play para a entrevista completa:

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Fonte: Glamurama

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