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Ícone, primeiro Jeep civil completa 75 anos hoje

Jeep CJ-2A (Fotos: Divulgação)

O Jeep CJ-2A celebra hoje  o aniversário de 75 anos. Lançado em 17 de julho de 1945, ele foi o primeiro Jeep civil do fabricante e ainda o primeiro a exibir a grade dianteira com sete fendas. A produção durou quatro anos e encerrou no ano de 1949.

Ao todo, foram 215.000 unidades produzidas e o CJ-2A e foi o primeiro da família CJ (sigla para Civilian Jeep, ou Jeep civil em tradução livre), construídos e vendidos por diversas gerações por mais de 40 de anos (entre 1945 e 1986).

Semelhante ao pioneiro Willys MB, ele trazia diferenças, como a porta traseira, os faróis maiores, a tampa de combustível externa e a já citada grade frontal com sete fendas. O CJ-2A podia ser equipado com assentos extras (de passageiro na frente e traseiros), tomadas de força para implementos agrícolas, guincho e removedor de neve, só para citar.

Outros equipamentos marcantes do primeiro Jeep civil eram espelho retrovisor central, elevador hidráulico traseiro, capota de lona, limpadores de para-brisa duplo a vácuo, lanternas traseiras duplas, aquecedor, degraus laterais e protetor da escova do radiador.

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Um pouco de história

Em 1949, foi lançado o segundo membro e o CJ-3A passou a oferecer para-brisa de peça única e eixo traseiro mais forte. O motor de quatro cilindros com cabeçote em “L” foi mantido.

A atualização ocorreu no ano de 1953 e o modelo tornou-se CJ-3B. Um ano depois, começou a ser feito em São Bernardo do Campo (SP) pela Willys-Overland do Brasil. Em relação ao antecessor, tinha grade dianteira e capô mais altos que o antecessor militar, a fim de acomodar o novo propulsor de quatro cilindros Hurricane. A fabricação do CJ-3B durou até 1968 e totalizou 155.494 unidades nos Estados Unidos.

Em 1953, a Willys-Overland foi vendida para Henry J. Kaiser por US$ 60 milhões. Dois anos depois, foi introduzido o CJ-5, baseado no M-38A1 de 1951, usado na Guerra da Coreia. Em relação ao CJ-3B oferecia maiores comprimento e entre-eixos.

Mais de 600 mil unidades foram contabilizadas até o final da produção em 1983. No Brasil, o CJ-5 foi feito de 1957 a 1982. Houve também o CJ-6, com entre eixos alongado (2,56 m), introduzido em 1956 e produzido até 1975. Quase idêntico ao CJ-5, ele podia ter quatro portas e entre os brasileiros, ganhou o apelido de “Bernardão”, em referência à cidade paulista onde era fabricado.

Em 1970, a Kaiser Jeep foi comprada pela American Motors Corporation (AMC). A partir de 1973, todos os CJs traziam motor V8 da AMC, de 5 litros ou 5,9 litros. O CJ-5 e o CJ-6 receberam ainda eixos mais robustos, freios maiores e bitola mais larga.

A primeira grande mudança no design ocorreu em 1976, com o CJ-7. A distância entre eixos era 25 cm maior que o CJ-5 a fim de permitir espaço para uma transmissão automática. Pela primeira vez, o CJ-7 ofereceu o teto de plástico moldado e as portas de aço como opcionais. O CJ-7 com entre eixos de 2,37 m e o CJ-5 com 2,12 m foram produzidos até 1983.

O Scrambler foi introduzido em 1981 e semelhante ao CJ-7, mas com maior distância entre eixos. Conhecido internacionalmente como CJ-8, estava disponível nas versões com teto removível ou com capota.

Menos de 30 mil unidades do Scrambler foram fabricadas até 1985, sendo substituído em 1986 pelo Jeep Wrangler. No total, foram mais de 1,5 milhão de veículos CJ, mantendo não apenas o estilo básico de carroceria por 40 anos desde que apareceu pela primeira vez, como também a capacidade off-road e o espírito de liberdade.

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Fonte: Motorshow

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