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Kate Winslet busca técnicas para se equilibrar na quarentena

Kate Winslet afirmou em uma nova entrevista que precisou aprender a relaxar durante o confinamento por causa da covid-19. A atriz confessa que não foi fácil ter tanto tempo livre, embora gostou da experiência, apesar das circunstâncias.

Mãe de Mia, de 20 anos, e Joe, de 17, de relacionamentos anteriores e Bear de sete anos com seu marido Ned Rocknroll, Kate contou que não estava acostumada a ter muito tempo livre por causa de seus compromissos de trabalho e uma vida familiar agitada.

Em conversa com a revista Grazia ela afirmou: “Eu tive que aprender a relaxar sozinha. Como mãe, acho que estou constantemente fazendo malabarismos para outras pessoas e de repente havia tempo para fazer algo para mim. Se não estou filmando, eu acordo às 6h, faço café da manhã para todos e levo os meninos para a escola. Depois, levo o cachorro para passear. Tento me exercitar várias vezes por semana para fazer cardio de barra ou um passeio de bicicleta”, contou.

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E Winslet disse que apesar de que as coisas voltaram a ficar meio ocupadas agora, ela ainda busca relaxar um pouco à noite, depois que coloca Bear para dormir.

“Tento desligar depois que Bear está na cama. Adoro vestir um bom roupão e colocar os pés para cima”, explicou.

Mas nem tudo foi fácil para a estrela. Ela confessouq eu deve uma coisa que achou angustiante. Acostumada a ter seus tratamentos de beleza em dia, Kate precisou ficar um tempo sem se preocupar com sua aparência.

“Não foi ruim aprender a passar sem esses confortos… Significa menos pressão, sabe? Este é um momento em que estamos nos tornando menos críticos uns com os outros. É dar às pessoas permissão para se amarem mais. Isso está acontecendo comigo também. Eu sinto que não tenho que me preocupar tanto com essa estúpida porção de celulite. ” , indicou.

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Discriminação e homofobia

Kate Winslet falou sobre a discriminação e homofobia que predominam em Hollywood ao redor das preferências sexuais dos atores. Em conversa com o jornal The Sunday Times, a atriz comentou que o assunto ainda é um problema dentro da indústria.

“Não posso dizer o número de atores jovens que conheço, alguns muito famosos e outros que estão começando, que estão aterrorizados que sua sexualidade seja revelada”, contou.

Winslet lamentou que isso ainda esteja ocorrendo e eles tenham medo de revelar sua preferência sexual.

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“Temem ser vetados, não ter trabalho”, comentou, explicando que por isso implora um movimento LGBT+ similar ao #MeToo, sobre o assédio sexual as atrizes, mas também visibilizando essa comunidade e sua aceitação.

A atriz, que em seu mais recente filme Ammonite, interpreta a paleontologista britânica Mary Anning, que se relaciona sentimentalmente com outra mulher, a geóloga Charlotte Murchison, interpretada por Saoirse Ronan, afirmou que todas as minorias sempre são as mais prejudicadas.

Kate Winslet também mencionou a discriminação racial em relação aos atores e cineastas que recebem prêmios, que em sua grande maioria são brancos.

Fonte: O Fuxico

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