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Livro da semana: “The Hippie Trail: A History”

O termo “hippie”, cunhado por volta de 1965, veio de hipster e foi usada para descrever os beatniks que se mudaram para o bairro de Greenwich Village, em Nova York, e no distrito de Haight-Ashbury em São Francisco. O termo encontrou popularidade em San Francisco com Herb Caen, jornalista do San Francisco Chronicle.

O termo “trilha hippie” começou a circular no final dos anos 1960 e referia-se principalmente à longa viagem de Londres, na Inglaterra, a Katmandu, no Nepal. Este não era um caminho real, embora viajantes frequentemente seguissem uma rota que conduzia pelos os mesmos cafés, parques de campismo, passagens de fronteira e locais culturais.

No final dos anos 1960 e início dos anos 1970, a trilha tornou-se “mainstream”. Todos pareciam ir ou pelo menos conheciam alguém que tinha ido ou que planejava ir ou que queria ir. No final da década de 1960, cerca de um milhão de jovens havia pegado a estrada nos EUA e outros 800.000 estavam viajando pela Europa. Em algum momento de 1967 a 1978, havia dezenas de milhares de ocidentais na Trilha Hippie,

Essa mudança de atitude fez parte de uma mudança maior de atitudes na sociedade norte-americana e europeia. Essa silenciosa revolução nas formas de viajar aconteceu sem explicação ou elaboração.

A trilha hippie (Hippie Trail) é considerada por historiadores como o nascimento das viagens de mochilão. Pois o fascínio de desvendar o impacto da cultura hippie fez com que dois ex-viajantes (‘Trail-ers’) Sharif Gemie e Brian Ireland fizessem uma análise histórica que culminou na produção do livro “The Hippie Trail: A History”.

Para ambos, era a primeira vez que pensavam na trilha “em termos acadêmicos”, apesar de ser um tópico muito familiar em termos de histórico das pessoas envolvidas, seus objetivos, sua cultura’ Os autores adotam uma abordagem única da história da Trilha Hippie.

A obra é baseada em entrevistas com 80 viajantes (a maioria britânicos). Observando a trilha de 1957 a 1979, eles estudaram a viagem do hippie rapidamente pela Europa, com uma parada na Grécia por alguns dias, antes de fazer uma viagem mais tranquila pela Turquia, Irã, Afeganistão e Paquistão.

O livro está estruturado em torno de quatro debates principais: os viajantes foram simplesmente motivados por uma busca por drogas? Eles encontraram amor ou liberdade sexual na estrada? Eles eram basicamente apenas turistas? Pareciam peregrinos?

Embora os contextos histórico, social, cultural e político sejam importantes estruturas dentro das quais se deve considerar a trilha hippie, o livro foca mais nas pessoas. O assunto de análise são os viajantes jovens da época, cujas motivações e esperanças parecem incrivelmente ingênuas da perspectiva de hoje, mas que exibiam uma atitude destemida para viajar e uma expectativa otimista de que suas jornadas seriam transformacionais.

O livro também considera como os viajantes foram representados em filmes, romances e relatos autobiográficos. A obra seguramente agrada os interessados ​​na contracultura e um dos melhores trabalhos sobre as contraculturas das décadas de 1960 e 1970.

Ficha técnica

  • Título: The Hippie Trail: A History
  • Autor: Pippa Collett e William Fenton
  • Edição:
  • Ano: 2017
  • Número de páginas: 256
  • Editora: Manchester University Press

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Fonte: R7

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