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Madero recebe novo aporte de R$ 300 milhões da Carlyle

(Divulgação)

SÃO PAULO – O Grupo Madero informou nesta segunda-feira (22) um novo aporte de capital no valor de R$ 300 milhões por meio do Madrid Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia, do Carlyle.

O fundo já detinha mais de 20% da companhia, quando aportou R$ 700 milhões na rede de restaurantes Madero e Jeronimo, em 2019.

Segundo a companhia, Junior Durski permanecerá como principal acionista e os novos recursos serão direcionados principalmente para a estratégia de expansão da empresa, que abriu 27 novos restaurantes nos primeiros nove meses de 2021.

“O Grupo Madero tem superado com sucesso os desafios impostos pela pandemia e está bem posicionado para alavancar sua plataforma verticalmente integrada única e um portfolio de grandes marcas para continuar com seu plano de expansão de forma sustentável no longo prazo. Estamos orgulhosos de continuar nossa parceria com o Junior e seu time e participar desta próxima fase de crescimento da companhia”, disse Jay Sammons, Managing Director and Global Head of Consumer, Media and Retail do fundo Carlyle, em nota.

Resultados do 3º trimestre

No trimestre encerrado em setembro, o Madero somou receitas de R$ 310,4 milhões, crescimento de 66% em relação ao mesmo período de 2020, quando medidas de isolamento social impediam o funcionamento da maioria dos restaurantes no país.

No período, o prejuízo foi de R$ 25,2 milhões, contra perdas de R$ 137 milhões um ano antes.

“A companhia obteve êxito nas negociações e alongamento de suas dívidas, alterando vencimentos de julho de 2021 e janeiro de 2022 para julho de 2022, bem como obteve dos bancos credores os waivers necessários para os cumprimentos dos seus covenants sobre os empréstimos. Adicionalmente, a receita operacional líquida apresentou considerável aumento em relação ao mesmo período do ano anterior, o que indica uma retomada das operações com o arrefecimento dos reflexos da pandemia de Covid-19″, escreve a empresa, em relatório em que acompanha o balanço.

Segundo a companhia, a liquidez disponível da companhia, considerando a geração de caixa adicional projetada para as operações nos próximos 12 meses, será suficiente para pagar o total das obrigações de curto prazo até 30 de setembro de 2022, “antes ou na data de vencimento”.

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Fonte: Infomoney

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