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Mãe e padrasto de Lázaro trabalhavam na chácara do sogro do delegado-geral da PC | Brasil

Reprodução/TV Anhanguera

Lazaro Barbosa de Sousa, está fugindo da polícia há oito dias em Goiás

A captura do  serial killer Lázaro Barbosa Souza, de 33 anos,
acusado de matar quatro pessoas da mesma família, tem muitas particularidades, segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Robson Cândido. Também conhecido como “mateiro”, termo atribuído a quem conhece as matas, Lázaro passou a vida toda trabalhando em fazendas de Goiás e permanece escondido num ambiente inóspito, mas que conhece como ninguém
.

Segundo o portal Metrópoles, a dificuldade da polícia para efetuar a captura do serial killer pode ser reflexo direto do perfil do criminoso. O delegado-geral Robson tem autoridade para falar sobre o assunto já que a mãe de Lázaro, Eva e o padrasto, Léin (apelido), trabalharam na chácara do sogro de Robson até o dia em que o foragido fez as primeiras vítimas, na última semana. Eva fazia queijos a partir do leite tirado das vacas criadas na propriedade e Léin era o caseiro da chácara.

“Não há absolutamente nada que desabone a mãe e o padrasto de Lázaro. Mas o fato de conhecê-los, e também ao filho, me permite ter uma compreensão mais aguçada sobre o caso. Lázaro tem antecedentes e, ao que tudo indica, teve um surto psicótico. Ele nasceu e foi criado em um ambiente de fazenda. Trabalhou e circulou a vida toda no mato. Conhece essa região como poucos. Em função dessa circunstância, ele tem conseguido se camuflar na mata, mas sem percorrer grandes distâncias. Capturá-lo será uma questão de tempo”, disse Robson.

Segundo o delegado-geral, o engajamento na operação para capturar o criminoso é grande e envolve policiais da Divisão de Operações Especiais (DOE), da Divisão de Operações Aéreas (DOA), da Polícia Penal e da Patamo.  A Polícia Civil do Distrito Federal mobilizou um caminhão-combustível; uma aeronave com câmera infravermelho, que permite a visão noturna; além de viaturas e dos próprios policiais.

Eva, foi ouvida em depoimento pela PCDF assim que o filho se tornou foragido. Depois disso, ela e o padrasto partiram para a Bahia com medo de sofrer represálias por conta da repercussão dos assassinatos em série. 

“A mãe de Lázaro se queixava de o filho ter se enveredado para o caminho do crime. Mas nunca imaginou que ele seria capaz de tamanha barbaridade”, afirmou o delegado-geral da PCDF.

Robson foi pessoalmente até o local onde ocorrem as buscas por Lázaro, em Goiás, na tarde desta quarta-feira (16) e compartilhou com a polícia goiana informações estratégicas na tentativa de acelerar o desfecho do caso.

Fonte: Google News

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