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NAMORAR É BOM, MAS SER APROVADO É MELHOR.

No episódio anterior…

Comentei brevemente num artigo anterior que minha jornada foi marcada por uma mudança de comportamento.

Minha maneira de pensar, sentir e agir foi modificada aos poucos.

Desenvolvi algumas características que foram fundamentais para meu sucesso.

Atribuo essa mudança à convivência que tinha com um grande amigo.

Acredito na influência que as pessoas exercem umas em relação às outras. Pelas palavras ou pelo comportamento.

Se isso for realmente verdade, vale a pena pensar: quem nos é mais próximo do que uma namorada (o)?

Teria ela ou ele capacidade de modificar nossa trajetória?

Minha experiência pessoal e profissional diz que sim.

A verdade é essa

Acompanho estudantes para concursos desde 2013 e levantei uma estatística.
Concurseiros que namoram não concurseiros possuem 90% de chance de não seguir em frente.

Na maioria esmagadora dos casos ou o namoro acaba ou o que termina é o sonho de ser aprovado.

Passar em concurso exige muito! Não é uma simples disputa. É uma guerra!

Você precisa usar todas as suas energias, todo o seu tempo disponível para ter chances de sucesso.
A tarefa se torna quase impossível se você usar boa parte do seu tempo útil com alguém, vivendo uma vida normal.

Concurseiro de sucesso não é uma pessoa normal. Quem passa se destaca da maioria exatamente pelo fato de fazer coisas que fogem à normalidade.

O sucesso é não é normal

Estudar todas as noites após o trabalho (cansado) e passar os finais de semana com a namorada?

Passear durante o sábado inteiro com a namorada e deixar para estudar somente à noite?

Isso definitivamente não é coisa de concurseiro de sucesso. É coisa de gente normal.

Se o seu companheiro o auxilia na sua jornada, não o deixe escapar. Você tem um raro tesouro nas mãos.
Pois, convenhamos, namorar concurseiro é dose!

Qualquer tempo dedicado ao outro é pouco para quem não estuda e muito para quem assumiu missão de ser aprovado.

É preciso decidir

Quando observo que o namoro está atrasando os estudos, sempre convido o aluno a refletir a respeito do que é mais importante.

Peço para ele imaginar sua vida casado com a atual namorada em ambas situações. Aprovado e não aprovado.

Também peço para pensar a respeito de como seria sem aquela (e) parceira (o).

A decisão é sempre pessoal, mas é preciso esclarecer a respeito do risco de perder tempo.

Perder tempo com alguém que você não deseja para o resto de sua vida independentemente do seu sucesso ou não no mundo dos concursos. Na “riqueza” ou na “pobreza”.

O tempo é precioso demais! Ele não volta atrás.

No choque entre comportamentos, desejos e pensamentos o aspirante a servidor público costuma levar a pior.

O amor é lindo. Estudar para concurso, não.

É muito mais fácil ceder aos passeios no parque, aos cinemas de sábado, aos churrascos de domingo. Viver o presente com uma paixão é sedutor, quase irresistível. Quase.

Para ser nomeado é preciso muito mais do que a vulgarizada “motivação”. É preciso ambição e sabedoria. É preciso ser diferente.
E se você que ser diferente, por que não começar sendo uma inspiração para alguém?

Seja a diferença

Quando estudava para concursos eu incentivei minha namorada na época a estudar.
Percebi que não seria possível manter os dois compromissos.
Deu certo para mim. Deu certo para ela.
O namoro não prosseguiu. A vida é assim. Encontros e desencontros.

Mesmo que você não saiba sobre o futuro do seu relacionamento, seja a diferença na vida do seu namorado. Estimule-o a estudar também. Isso pode acabar te ajudando.

Caso não consiga, lembre-se da 10ª lição do concurseiro:

Namorar é bom, mas ser aprovado é melhor.

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Fonte: Google News

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