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Nosso compromisso com o governador | Informe do Dia

Reprodução

Nosso compromisso com o governador

Há duas posturas possíveis diante do governo de Cláudio Castro, que começou oficialmente no último sábado — um dia depois da confirmação do impeachment
do ex-governador Wilson Witzel
. A primeira é cruzar os braços e nada fazer para ajudá-lo a evitar o naufrágio do navio que passou a comandar depois do afastamento do antigo titular, que não se mostrou à altura da missão
para a qual foi eleito. A outra é entender que Castro não conseguirá seguir uma rota diferente da que foi traçada por Witzel, de quem era vice, se não tiver o apoio da sociedade.

Castro tem agido com discrição, feito o que está a seu alcance para evitar o pior e até avançar em pontos importantes. Desde que assumiu como interino, em 28 de agosto do ano passado, ele se afastou dos escândalos
que contaminaram o governo Witzel. Além disso, melhorou a qualidade da gestão da Saúde durante a pandemia
e tomou providências importantes para resolver problemas históricos do Rio de Janeiro
.

Em alguns aspectos pode-se dizer que, nesses últimos oito meses, o governo avançou
mais do que durante os mandatos inteiros de seus antecessores. Até aqui, a realização mais visível de Castro foi a privatização da Cedae. Promovido na sexta-feira passada, o leilão arrecadou R$ R$ 22,7 bilhões com a venda de três dos quatro blocos licitados. Foi um feito importante, mas ainda pequeno
diante dos problemas que o aguardam.

Este jornal e esta coluna assumem com o governador
o mesmo compromisso firmado no início desde ano, quando Eduardo Paes tomou posse na prefeitura. Estaremos atentos e sempre prontos a elogiar seu governo nas decisões corretas. Mas não nos furtaremos a criticá-lo se algum de seus atos não resultar em benefícios
para a população. Essa será nossa maneira de colaborar com o governo e, mais do que isso, com o Rio de Janeiro.

Witzel no olhar da esquerda

A esquerda vibrou
com saída de Wilson Witzel. “Impeachment foi vitória da sociedade, que não tolerou esse déspota, filhote do Bolsonaro, que se elegeu com bordão ‘Chega de Mamata’. Ele pegou carona
no presidente, estava ao lado do deputado Rodrigo Amorim quando este quebrou a placa de homenagem à Marielle Franco”, disse deputado Carlos Minc.

Witzel no olhar da direita

Rodrigo Amorim disse que impeachment é “fruto das más companhias”. “Estou alinhado
com governador Cláudio Castro e o governo federal. Sobre placa da Marielle, eu não quebrei, fui a favor da restauração
da ordem”.

Pressão contra as milícias

Empresários
que estavam em São Paulo acompanhando o leilão de concessão da Cedae gostaram do trecho do discurso do governador Cláudio Castro em que ele prometeu enfrentamento às milícias
no Rio de Janeiro.

Fonte: Google News

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