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Novo vai oficializar Filipe Sabará, em 5 de setembro, por meio de convenção presencial ou virtual

Evento vai referendar nome do candidato à Prefeitura, que já havia sido selecionado internamente em novembro

Marcelo Godoy e Paula Reverbel

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O diretório municipal do Novo em São Paulo vai oficializar em 5 de setembro a candidatura de Filipe Sabará, ex-presidente do Fundo Social de São Paulo e ex-secretário de Assistência Social da capital. O partido diz estar preparado para realizar o evento tanto no formato presencial quanto no virtual, dependendo de como estiver a situação da pandemia do covid-19.

O pré=candidato do Novo à Prefeitura de SP, Filipe Sabará

O pré=candidato do Novo à Prefeitura de SP, Filipe Sabará

Foto: Divulgação / Estadão

“A princípio presencial, mas se não der, vai ser virtual, estamos preparado para os dois”, explicou Sabará ao Estadão. O nome do candidato precisa ser validado pelos filiados do diretório municipal. O mesmo ato também definirá a escolha dos números para os candidatos a vereador. De acordo com o estatuto do partido, são aptos a votar todos os filiados há pelos menos 180 dias que estão em dia com as suas contribuições – R$ 30 mensais.

O nome de Sabará já havia sido selecionado em 15 de novembro de 2019, um ano antes da nova data do primeiro turno das eleições 2020, em um processo seletivo interno com outros 54 participantes. Foram três etapas: uma análise de currículo, uma entrevista com consultoria especializada em recrutamento e uma entrevista com dirigentes da cúpula do partido. Cada um dos candidatos que chegou à segunda fase teve que desembolsar R$ 4 mil para participar.

Distância de Doria

De novembro para cá, Sabará se distanciou do governador João Doria (PSDB), que o nomeou para ambos os cargos públicos que ele ocupou. O tucano vai apoiar a reeleição do correligionário Bruno Covas, que foi seu vice na prefeitura e conclui o mandato para qual ambos foram eleitos.

Sobre a necessidade de pagamento de contribuições ao partido para poder ter voto na convenção, Sabará argumentou que é um valor baixo comparado com o que é recolhido dos impostos para ser direcionado às siglas. “A gente já contribui (com todos os partidos), só que compulsoriamente”, acrescentou.

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Fonte: Terra

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