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O alto crescimento das lives com a Geração Y

Muitas pessoas conhecem as lives que são feitas em redes sociais como o Instagram e o Facebook ou em outros aplicativos como a LiveMe. Nelas, pessoas ou empresas falam sobre um determinado assunto na internet, divulgando informações e serviços, explicando algum conteúdo ou simplesmente divertindo os espectadores. 

Foto: O Boom das Lives / DINO

Esse conceito surgiu após o surgimento do streaming que é o mecanismo utilizado por empresas como a Netflix. Nesse método, sons e imagens são transmitidos para os computadores sem que o usuário precise necessariamente fazer o download de algum arquivo. 

Assim, os dados são recebidos e armazenados temporariamente no dispositivo para que sejam executados enquanto o download é feito. Ao término de tudo, essas informações são apagadas, não ocupando nenhum espaço virtual.

Depois, o conceito evoluiu para as lives que serão justamente o assunto desse artigo. Mas antes de falar das principais plataformas e usos da tecnologia, vejamos um pouco sobre a história por trás dela. 

História das lives

A primeira transmissão ao vivo aconteceu em 1993. Nela, a banda Seven Tire Damage, formada por colaboradores de empresas de TI da California transmitiu um show feito no Centro de Pesquisa da Xerox, alcançando reconhecimento mundial. 

O alarde foi tão grande que os levou a abrir para a famosa banda de rock Rolling Stones no ano seguinte. Logo depois desse feito, outras empresas e ramos da indústria perceberam o potencial que essa nova tecnologia tinha e resolveram utilizá-la

No ano de 1995, a RealNetworks transmitiu um jogo de beisebol entre o Seattle Mariners e o New York Yankees e a Word Magazine foi transmitida em áudio. Detalhe: este último evento foi o primeiro a ser exibido por inteiro em uma live.

No entanto, as condições de uso da internet nos anos 2000 não eram muito boas. Por isso, muitos empreendimentos voltaram os próprios esforços à transmissões de áudio. Isso fez com que vários podcasts e rádios online surgissem na época. 

Esse cenário se manteve em evolução lenta, acompanhando a banda larga. Afinal, quanto mais rápida fosse a internet, melhores seriam as possibilidades das lives. E em 2005 o lançamento do YouTube mudou esse panorama ao disseminar a ideia da criação de vídeos para a web. 

Em 2011, a plataforma ofereceu a possibilidade de criação de lives, o que impulsionou esse movimento e levou outras gigantes do mercado ao mesmo caminho. O Periscope e o Facebook lançaram ferramentas de live em 2015, enquanto o Instagram e o Twitter entraram na onda em 2016.

Quais são as principais plataformas de lives?

Desde então, essas plataformas crescem bastante, sendo utilizadas principalmente para divulgar mensagens e aproximar pessoas. Afinal, elas levam o contato direto entre o criador da live e a audiência. Sendo assim, muitas delas são utilizadas de maneiras diferentes.

Facebook e Instagram

As duas redes sociais cresceram bastante em conjunto e trazem características bastante similares. Qualquer pessoa pode fazer uma live nessas plataformas e por isso muitos pequenos comerciantes, artistas etc. as utilizam para divulgar o próprio trabalho. 

Por serem gratuitas e oferecerem contato direto com os seguidores, elas cumprem muito bem esse papel. Aqui, é possível estreitar laços e criar uma experiência ao vivo como se o transmissor estivesse frente à frente com os espectadores. 

YouTube

As lives no YouTube são amplamente utilizadas por influenciadores. Como eles já tem um grande público fiel que assiste aos vídeos periódicos, muitos deles a utilizam para criar uma experiência diferenciada. Afinal, a interação ao vivo é bem diferente. 

Além desses profissionais, algumas empresas médias e grandes fazem webinars, apresentam produtos etc. pela plataforma. Seguindo a mesma lógica, um conteúdo diferenciado é mostrado aos espectadores nessas lives que podem até mesmo ser fechadas a um público privado. 

LiveMe

O grande ponto das plataformas citadas anteriormente é que elas não resultam em um grande lucro financeiro. No YouTube existem algumas opções nesse sentido, mas elas ainda são muito limitadas se compararmos a outras ferramentas como a LiveMe. 

Nela, basta baixar o aplicativo para transmitir lives e começar a ganhar dinheiro por isso. A plataforma oferece diversas possibilidades para quem pretende fazer isso, apenas se divertir por lá ou até mesmo ambos. Afinal, na LiveMe pode-se fazer qualquer coisa, desde que dentro das regras da comunidade, e receber recompensas pelos streams.

Além disso, vários eventos são promovidos, podendo aumentar os ganhos financeiros dos participantes ou simplesmente aumentar a interação. Neles, tanto os streamers, quanto os espectadores podem oferecer itens, comprar e interagir com o objetivo de um determinado evento.

Assim, os ganhos são maximizados e compartilhados entre todos. Essa forma de pensar as lives é diferenciada, sendo uma grande novidade no Brasil.

Como as lives ajudam a reduzir custos?

Aluguel de espaço, infraestrutura adequada, coffee break, transporte e diversos outros gastos são feitos em eventos internos ou externos. E quanto maior for o público, maiores serão esses valores. Ou seja, sempre são custos escalonáveis. 

Ao pensar no tempo, ainda pode-se falar do redirecionamento dos funcionários para a organização do local. Assim, eles gastarão horas planejando o melhor evento possível ao invés de focar nas atividades rotineiras e no cerne do negócio.

As lives acabam com esse problema, pois a empresa só precisará de um espaço que será mostrado à câmera. Despesas relativas ao transporte, alimentação e outras também serão drasticamente reduzidas, visto que toda a audiência verá o evento aonde preferir. 

Sendo assim, só será necessário ter equipamentos de qualidade para a transmissão e alguém que transmita bem o conteúdo. Muito simples, prático e econômico. 

Quais são os principais usos das lives?

Podem-se destacar três entre os principais usos das lives: a monetização, os webinars e o live shopping. No primeiro modelo, uma pessoa física ou jurídica pode ganhar dinheiro a partir da transmissão do audiovisual. É o que acontece na LiveMe, por exemplo. 

Nela, as pessoas podem conversar entre si, mostrar habilidades (como canto e dança) e fazer amigos com toda essa interação. Mas, como dito, o melhor de tudo é que os streamers ainda podem ganhar dinheiro com isso ao utilizarem a plataforma com frequência.

Já os webinars são basicamente seminários, palestras, workshops ou videoaulas sobre determinado assunto. Muitas empresas fazem lives nesse sentido para captar pessoas interessadas nos produtos ou serviços ao entregar um bom conteúdo.

“Webinars são ímãs que atraem prospects. Há muitos webinars hoje nos Estados Unidos. As pessoas assistem a eles ou por curiosidade ou porque estão atrás de uma solução.”
Mike Agron (@WebinarReady), fundador do Web Attract e especialista em webinars.

Por fim, há o live shopping que é a demonstração ou divulgação de algum produto ao vivo. Os lançamentos de gigantes da tecnologia como Apple e Microsoft são grandes exemplos. Afinal, as empresas apresentam algum produto ao público para vendê-lo mais facilmente. 

As lives representam a nova forma de comunicar e criar conteúdo neste século. Com elas, pessoas e empresas ganharam voz para transmitir discursos a um grande público. Hoje, cada vez mais pessoas e empresas imergem nessa tecnologia para difundir informações.

Website: https://www.liveme.com

DINO
Este é um conteúdo comercial divulgado pela empresa Dino e não é de responsabilidade do Terra

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Fonte: PORTAL TERRA – NOTÍCIAS

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