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O nome dela é Jennifer Maia

No começo, Jennifer enfrentou certa resistência da família, que achava que viver de luta não garantia o futuro de ninguém. “Era a época em que eu ia começar a trabalhar. Meu técnico então me ajudou a começar dar aula de muay thai. E eu tive que ir provando para eles que eu me daria bem, ter uma vida boa na luta, me destacar. Quando eles viram que eu estava feliz, que estava conseguindo me manter sem precisar de dinheiro da família, tudo foi mais fácil.”

Tanto tempo com o técnico criou entre eles uma intimidade e uma cumplicidade que evoluiu para um namoro – o relacionamento de Jennifer com Ed Carlos Monstro já tem 13 anos. “Estávamos sempre juntos nos eventos e acabamos nos aproximando e nos apaixonando”, diz ela, ressaltando: eles sempre souberam separar a relação profissional da pessoal.

Jennifer, aliás, diz que Ed é até mais duro com ela do que com os demais atletas da equipe. “A cobrança comigo às vezes é até um pouco maior para não parecer que eu sou a queridinha dele só porque a gente tem uma relação”, conta. O que, poderia parecer uma desvantagem é, para Jennifer, um bônus: “Sinto que foi essa cobrança que me fez chegar aonde cheguei. Ele se tornou um benefício, porque fui mais longe”. 

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Fonte: UFC

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