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o que podemos aprender com isso?

Por Karine Variane Angelini

No dia 16 de abril de 2018, uma segunda-feira, Gilbert Welterlin, um corredor de montanha bastante forte e experiente, entrou sozinho para fazer um treino no Pico dos Marins (2.420 m) e desapareceu.

O Pico dos Marins foi a minha primeira montanha, há 12 anos. Quase quintal de casa, por um bom tempo, foi o local que eu mais frequentei. Ali, aprendi muita coisa, que carrego “na mochila” até hoje. Por estar familiarizada com o local, percebi que talvez pudesse ajudar em algo.

Foi assim que eu me envolvi no meu primeiro resgate em montanhas.

Foto: http://www.jornaldeguara.com.br

Saí de casa rumo ao acampamento base com a mente livre, disposta a ajudar no que fosse preciso, até fazer cafezinho para os demais (o que, sendo bem honesta, seria trágico, porque meu café é péssimo). Acabou que, nos dias que se seguiram, eu subi a montanha como Guia do COE (Comandos e Operações Especiais). Se livraram do meu cafezinho afinal. Ufa!

Participar de buscas por alguém desaparecido é algo exaustivo. Não só fisicamente. Subir a montanha dia após dia é só um dos desafios. Mesmo andar o dia todo varando mato, se enfiando dentro de buracos e fendas e espiando as encostas íngremes atrás de sinais, é tolerável. A pior parte, com certeza, é descer a montanha depois de tudo isso sem nenhuma novidade. Chegar de volta à base de mãos vazias e encarar a tristeza da família, dos amigos e a frustração dos demais voluntários e equipes de busca é bem difícil. Ainda mais quando há uma ampulheta esvaindo o tempo que uma pessoa pode ficar viva numa montanha, sem comida e sem abrigo.

Em pouco tempo, adquirimos uma rotina: de dia, passávamos buscando na montanha. De noite, gastávamos horas conversando sobre o que mais podia ser feito para encontrá-lo no dia seguinte.

Para onde ele foi? O que ele pensou enquanto andava sem rumo?

Tentar entrar na mente dessa pessoa perdida para entender qual caminho ela teria tomado era tudo o que a gente tinha naquele momento. Eu, Takishita, Beraldo, Wiamon, Julião, Rony, Juliano e outros voluntários, sentávamos todas as noites nesse exercício de observação e adivinhação.

Infelizmente, o corpo de Eric Welterlin foi encontrado 18 dias depois, em um local já quase fora da montanha, vítima de hipotermia e exaustão.

Esse não foi o primeiro caso e, como perceberíamos rapidamente, não seria o último de buscas nas montanhas e trilhas brasileiras, inclusive com falecimentos. O número de pessoas praticando esportes outdoor aumentou exponencialmente nos últimos anos. Proporcionalmente, o número de pessoas perdidas, também só tende a crescer.

Como resultado das buscas pelo Eric, vários voluntários mantiveram contato, participando de outros resgates e tentando estudar cada novo caso, na tentativa de estabelecer padrões de atitudes de risco e, especialmente, tentando entender como funciona a mente de uma pessoa que está perdida. Que atitudes ela vai tomar que melhorarão ou piorarão a situação.

O resultado dessa pesquisa traz informações que deveriam ser analisados por todos, experientes ou não.

Esse é o intuito desse texto. Compartilhar o que nós observamos em comum nos resgates que aconteceram ao longo desse último ano e o que podemos aprender com eles.

Aqui, já abro dois parênteses.

Primeiro: acidentes na montanha também causam acionamento de equipes de emergência, mas, esse texto, vai tratar apenas de pessoas perdidas e ou desaparecidas em trilhas e montanhas.

Segundo: não se perder e o que fazer quando já se está perdido. Apesar de parecerem coisas tão opostas, esses dois temas serão abordados juntos, já que o limite das duas situações é tênue e os assuntos se misturam o tempo todo.

Então, vamos ao que interessa.

Pessoas perdidas x pessoas desaparecidas

Foto: https://www.guiavaledoparaiba.com.br

Existem, basicamente, dois tipos de resgate: o que a própria pessoa aciona o serviço de emergência (os perdidos) e o que a pessoa simplesmente some (os desaparecidos).

No primeiro caso, geralmente o resgate é rápido e efetivo, porque a pessoa passa informações sobre como e onde está.

O segundo caso é o “crux da via”, porque encontrá-la, dependendo do lugar (pense numa Serra Fina, por exemplo), pode ser, literalmente, procurar uma agulha no palheiro.

No caso dos desaparecidos, quem aciona o resgate é a família, amigos ou até alguém que viu a pessoa entrando na trilha. Isso é um problema, porque as informações passadas podem ser “pistas falsas”. É algo tão sério que será abordado num tópico à parte.

E, para ajudar (contém ironia), quando eu digo que esses são “basicamente” os dois tipos, é porque, na prática, existem inúmeras possibilidades de uma pessoa estar perdida. Já aconteceu de um perdido ligar para o resgate e não conseguir passar as informações corretas de onde estava, permanecendo desaparecido, bem como um desaparecido que, depois de alguns dias, conseguiu contato e passou informações para a localização.

Afinal, o que fazer para não virar um perdido/desaparecido?

Foto: https://www.pilotopolicial.com.br

O óbvio e ululante: estar preparado para a trilha que vai fazer! Essa é fácil, certo?

Só que não!

Acreditem, todos os que se perderam/desapareceram tinham certeza absoluta de que estavam preparados. Percebem o caráter subjetivo disso?

Em comum, todos eles estudaram o caminho (ou já o conheciam), levaram GPS (ou celular com o tracklog) e os equipamentos que acharam ser necessários.

E aí, eu vou fazer o meu próprio “mea culpa”. No meu começo do montanhismo eu tinha certeza de que estava fazendo tudo certinho! Hoje, com o conhecimento que eu tenho, sei que só não virei estatística porque anjo da guarda gosta de bêbados, crianças e montanhistas pés-de-frango.

E, se você olhar para trás e não perceber nada no seu começo de montanhismo/trilhas que pudesse te colocar numa enrascada, fique atento! Provavelmente você ainda não pensou em tudo o que pode dar errado e ainda faz parte do grupo que pode virar estatística!

E como resolver isso?

Preparem-se!!

Sim! Mas não para a trilha que você acha que vai fazer e, sim, para a que ela pode vir a se tornar se tudo der errado.

Não quer ser perder? Comece a pensar como alguém que VAI se perder e que vai ter que se virar com isso!

Na maior parte do tempo, pessoas só não se perdem porque nada foge da programação que elas fizeram. O problema é quando algo imprevisto acontece. Uma mudança climática, uma falha no celular, um caminho novo aberto, um totem ou marcação mal colocado, a vontade de carregar menos peso (deixando certos equipamentos pra trás), a ideia de que “vou e volto rapidinho”… Tudo isso funciona muito bem se as expectativas para o seu rolê se mantiverem.

Mas, como diz o ditado: “a expectativa é a mãe da merda”. E, acreditem, é mesmo!

Mudanças climáticas, não as subestime!

Um dos fatores que está presente em quase todos os resgates de montanha é a mudança climática!
A desorientação das pessoas embaixo de neblina, chuva ou vento é real! Sem visibilidade, é muito fácil errar a trilha ou a direção para onde se caminha. GPS também podem ter seu funcionamento prejudicado em situações de nuvens muito carregadas.

Além disso, a chuva e o vento aceleram processos de hipotermia, que também pioram a capacidade das pessoas de tomarem decisões corretas.

É fundamental olhar sites de meteorologia antes de colocar a mochila nas costas e sair por aí! Bem como também é imprescindível entender que nenhuma previsão é 100% confiável (por isso se chama previsão, certo?).

Lembra da regrinha do “pense que tudo pode dar errado?”. Então, esse é um bom lugar para aplicá-la.

Trilhas de um dia são as mais perigosas

Estatísticas, tanto brasileiras, quanto estrangeiras, mostram que pessoas que saem para fazer o famoso “bate e volta” são as que mais correm riscos de morrer ao se perderem numa trilha.

Exatamente por estarem menos preparadas para situações imprevistas do que quem vai acampar ao longo da trilha.

Uma mochila de ataque geralmente tem só o essencial para o dia e, se a pessoa tiver que passar a noite na mata ou montanha, poderá ficar sem alimento e água, e ainda sofrer com o frio. Além da hipotermia, que afeta o discernimento, o frio ainda causa desgastes físicos, especialmente dos músculos, que tentarão manter o corpo aquecido com espasmos (o famoso tremer de frio).

Quer entender a gravidade disso?

Tivemos três casos de pessoas desaparecidas nesse tipo de situação no último ano. Apenas uma saiu viva. Exatamente a que tinha um pouco mais de agasalhos na mochila. As outras duas morreram antes que qualquer resgate pudesse chegar até elas.

Mantenha pessoas avisadas da sua programação

Esse é um ponto básico e, inacreditavelmente, pouco seguido!

E, novamente, está ligado ao fato de que as pessoas não consideram, nem por um momento, que podem vir a se perder.

Só que, quando isso acontece, as equipes de busca entram num jogo complicado e perigoso de adivinhação.
E, por mais bem intencionados que eles sejam, seus pais, irmãos ou outros familiares e amigos que não entendem um mínimo de trilhas não são as pessoas ideais para você deixar essas informações!

Avise alguém de confiança e com experiência sobre todos os detalhes da sua viagem. Do seu roteiro aos equipamentos que você está levando. Se possível, deixe o tracklog que você está seguindo também com essa pessoa, bem como o link de rastreamento do seu Spot ou similar, se você tiver um.

Deixe combinado com ela um horário que você vai ligar dizendo que terminou a trilha e está tudo bem. Se você não fizer esse contato, ela já pode ir atrás de informações.

E deixe o nome e telefone dessa pessoa com a sua família (e o contrário também).
Se no ponto inicial da trilha tiver um livro de registro, assine-o com as informações importantes da sua viagem: seu nome, horário de saída, para onde está indo, qual o roteiro, os equipamentos que está levando, horário que estima terminar…

E mesma coisa em relação ao livro de cume!

Livro de cume não é agenda de adolescente, gente! Ele está lá como um registro de passagem. Tem gente que consegue encher uma página inteira com desenhos, poesias e declarações, mas é incapaz de colocar uma única informação realmente relevante ali.

Mudança de planos

De nada adianta você seguir o tópico anterior e mudar de planos no meio do caminho, sem avisar ninguém, certo?

Você pode estipular planos diferente para a sua viagem. Mas isso deve ser feito antes dela!
Um dos resgates envolveu exatamente uma mudança de planos no meio do caminho. E as equipes de buscas passaram o dia todo procurando no lugar errado!

Por sorte, num último sobrevoo do dia, um dos helicópteros localizou a pessoa do outro lado da montanha.

Perdeu-se, pare!

O primeiro comentário sobre esse tópico é: mantenha o foco na trilha enquanto caminha! As pessoas andam distraídas, sem reparar exatamente a forma como a trilha está. E, geralmente, só percebem que estão fora da trilha quando já andaram bastante no caminho errado.

Se você está andando em uma trilha e, de repente, ela muda de aparência, pare! Se ela era larga e bem marcada e de repente, se estreita, fica mais coberta por vegetação ou o chão parece menos pisado, é preciso parar e analisar se você não saiu da trilha principal sem perceber!

Trilhas tradicionais, como Marins/Itaguaré ou Serra Fina, tem um grande fluxo de pessoas. Ao mesmo tempo que isso deixa as trilhas principais bem abertas, isso também gera a abertura de muitas novas trilhas que não levam a lugar nenhum!

E sair andando, varando mato no peito, esperando a trilha reaparecer mais à frente, é o melhor caminho para se perder ainda mais!

Percebeu mudanças na trilha: pare e volte! Vá novamente até o ponto onde ela muda e olhe ao redor. Talvez a trilha principal esteja escondida atrás de uma moita ou uma pedra.

Não achou ou ainda está em dúvida se a trilha é a correta? Uma opção é marcar no seu relógio um tempo para seguir essa trilha e ver se ela volta a ter as características da trilha principal. Marque, por exemplo, 5 ou 10 minutos e caminhe só durante esse período, prestando bastante atenção no caminho, caso você tenha que voltar por ele.

Ainda está em dúvidas? Volte ao ponto onde você acredita que saiu da trilha, tire a mochila das costas, coma alguma coisa, se hidrate e dê um tempo! A pressa, o cansaço, a fome e a desidratação são ótimos causadores de confusões mentais e desorientação.

E, se nada disso funcionar, aceite: provavelmente você está perdido. E sair andando a esmo, achando que você sabe a direção, é pedir para se esconder de qualquer pessoa que possa te ver e te ajudar.
Pode parecer terrível ficar parado, sem fazer nada. Mas é preciso entender a dinâmica de um resgate.

A primeira coisa que as equipes fazem ao procurar alguém perdido/desaparecido é percorrer as trilhas principais. Só isso já pode levar um dia ou mais de buscas! Só depois disso é que os pontos mais afastados começam a ser batidos. Então, quanto mais tempo você andar perdido, mais tempo levará até ser localizado.
Além disso, ao ficar perto da trilha principal, é provável que você escute vozes de pessoas que passarem por ali e isso te ajudará a se orientar e encontrar a trilha correta.

“Ah, mas o lugar onde eu estou não pega o celular!”

Você pode tentar caminhar até um lugar mais aberto, de preferência, com visual para alguma cidade, geralmente nas partes mais altas das serras ou próximo às bordas delas.

Mas, cuidado! Esses lugares podem ser perigosos. Citando um caso real, em um dos desaparecimentos, a pessoa caminhou procurando sinal até chegar num ponto bastante liso, onde acabou caindo, vindo a falecer.

Ou seja, análise com ponderação se vale buscar um sinal de celular (que pode ou não dar certo) ou ficar mais perto de onde a trilha principal pode estar.

Outro ponto importante é tirar da mente das pessoas a ideia de que elas podem seguir o primeiro rio que encontrarem numa trilha, porque ele, com certeza, ele as levará para fora dali.

Isso é um problema que acontece com frequência com pessoas perdidas!

E até é verdade! Rios menores desaguam em rios maiores, que sempre acabam passando por algum ponto habitado. Só que o que as pessoas não levam em consideração é que pode levar dias de caminhada até isso acontecer! E, em montanhas, os rios costuma ter trechos intransponíveis, com cachoeiras enormes e lajotas de pedra extremamente lisas! Já pensou? Caminhar dias descendo um rio, só para chegar num ponto impossível de se passar e, sem comida, todo estropeado, absurdamente longe da trilha, ainda tem que pensar em voltar tudo de novo. Pensou? Pois é, isso aconteceu de verdade, num dos resgates analisados.

Resgates geralmente não são feitos à noite

Não adianta você ligar para os bombeiros às 17h, dizendo que está perdido, e achar que, meia hora depois, você estará a caminho de casa, são e salvo.

Isso não vai acontecer.

Aliás, aproveito para alertar: NÃO CONTEM COM UM HELICÓPTERO!

Sim, eles são bastante usados em buscas em montanhas. Mas, se estiver ventando demais, ou com nuvens encostadas na serra, ou com neblina ou escuro, ou se houver outras ocorrências acontecendo em paralelo, que exijam o uso das aeronaves, elas não irão ao seu encontro.

Então, resgates noturnos são feitos apenas por pessoas a pé e isso pode demorar bastante.

Além disso, montar um grupo para um resgate em trilhas não é um procedimento simples. Exige a mobilização de pessoas especializadas para isso, além de voluntários com bom conhecimento na trilha em questão.

E nenhum resgate pode colocar os profissionais e voluntários envolvidos num risco grande demais. Se as condições não estão boas, o resgate aguardará que elas melhorem. Isso inclui mau tempo, por exemplo.

Então, pense nisso, se você deixar para chamar o resgate só no fim do dia, esteja preparado para passar a noite por conta própria.

Se perdeu porque estava sozinho ou sem guia

Para montar esse texto eu usei os dados disponíveis, levantados com base nos pedidos de buscas e resgates solicitados nesse último ano e pouco. E eles são claros: pessoas sozinhas se perdem mais do que pessoas em grupo, que também se perdem mais do que pessoas com guias.

Então, se você não tem experiência e, especialmente, se não tiver experiência e não tiver companhia, contrate um guia!

Ponto.

Contudo, entretanto, porém… e se você tiver experiência, mas estiver sozinho?

Eu vejo muita gente criticando abertamente as pessoas que andam sozinhas nas trilhas e montanhas. Elas são taxadas muitas vezes de irresponsáveis. Mas, afinal, isso é mesmo um erro?

Bom, vários dos montanhistas mais experientes que temos notícia, andavam ou ainda andam sozinhos por aí. Muitas vezes abrindo trilhas e explorando lugares que ninguém esteve antes. E eles nunca viraram estatísticas.

Ah, mas e o Eric, que tinha muita experiência em corridas de montanha dificílimas e faleceu no Marins?

Analisando os dados que temos, a conclusão é de que a morte dele decorreu mais do excesso de confiança no seu preparo físico e na capacidade de aguentar qualquer situação numa montanha do que por estar perdido.

O ponto fundamental que observamos é que, estar acompanhado ou não importa menos do que saber que atitudes tomar para não se perder ou para se localizar novamente após se perder. Claro que mais mentes juntas funcionam melhor na hora de tomar decisões corretas, mas os dados não mostram que andar sozinho é, por si só, um problema, desde que você saiba o que fazer nessa situação.

Até o desaparecimento do Eric no Marins, eu era uma das pessoas que acreditava que as montanhas e trilhas brasileiras eram tranquilas demais para alguém morrer nelas.
Hoje eu sei que eu estava errada.

Também passei da fase de achar que só “mané” se perde. Essa é uma análise muito simplista.

As pessoas geralmente não se perdem por um único grande erro e, sim, por uma somatória de pequenos eventos. E esses elementos caminham com a gente em todas as trilhas.

Consigo identificar, em todos os perdidos, atitudes e decisões que eu mesma e outros conhecidos “bons de trilha” já tomaram em algum momento, mas que, pelas circunstâncias, não foram relevantes. Quantas vezes, inclusive, a gente não toma pequenos “perdidos” ao longo de uma trilha? A diferença entre isso e acabar precisando de um resgate é menor do que a gente imagina e consiste, basicamente, no fato de que a gente se perde, sabendo o que fazer com isso. Estando preparado para isso. E aí fica fácil resolver a situação.

Por isso, hoje eu encaro os pedidos de resgate com mais empatia e menos julgamento.

Por fim, aproveito para deixar uma homenagem a todos aqueles que saem da sua zona de conforto para procurar alguém na montanha/trilha, seja por força da profissão (bombeiros, policiais, exército…), seja como voluntários (guias, montanhistas, escaladores, corredores…).

Torço para que os montanhistas e trilheiros, um dia, parem de se perder. Até lá, é bom saber que existem pessoas dispostas a dar o seu melhor para ajudar! (Mas, para o bem de vocês, não me peçam para fazer o café).

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Fonte: R7

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