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Odair Hellmann faz longa análise de derrota do Inter para o Athletico-PR

Depois do duro revés sofrido em casa para o Athletico-PR que custou o título da Copa do Brasil, o técnico Odair Hellmann fez uma análise bastante detalhada de como se desenrolou o confronto perdido por 2 a 1.

Ricardo Duarte/Internacional

Foto: Lance!

Além de mencionar a origem do primeiro gol como proveniente de desatenção do time, ele pontuou que houve superioridade em volume de jogo na etapa inicial não somente para empatar, mas também virar o confronto no primeiro tempo do embate no Beira-Rio:

– Eu visualizei o lance com foco aberto e o Wellington Silva cai gerando uma pequena dúvida na nossa equipe se seria marcada a falta, mas fundamental para o processo de retorno. Isso porque gerou-se a expectativa de parar o jogo, mas o Rony deu sequência em sua jogada de velocidade característica para encontrar o passe de trás. Até aquele momento, penso que o Atlhetico não tinha conseguido praticamente passar a linha do meio. Mesmo assim, a equipe buscou o empate logo em seguida e merecia uma situação melhor no primeiro tempo.Pensando na etapa complementar, a avaliação foi voltada a mudança tática da equipe e também a consideração da qualidade do adversário em conseguir ler o jogo bem como se adaptar melhor a ele que o próprio Colorado.

– No segundo tempo tentamos buscar a variação pra dar ainda mais imposição ofensiva deixando o Nico no centro do campo, mantendo o jogador de velocidade e de drible que era o Wellington e trazendo um jogador de segunda bola, finalização e chute de fora da área que era o Sobis. Penso que o Athletico conseguiu ajustar essa situação de marcação, é uma equipe muito organizada também, sólida, e que traz um perigo grande pra um jogo assim. Seus atacantes são rápidos, não só de velocidade, mas de grande velocidade desde quando dominam a bola, criam dificuldade para qualquer defesa.

Comentando sobre a ausência de D’Alessandro no 11 inicial, Odair Hellmann deu a devida importância ao tema deixando claro que esse não poderia ser colocado como motivo principal do revés, mas sim um dentre outros elementos.

– Claro que o D’Alessandro faz falta, mas eu, como comandante, não posso dar essa justificativa e dizer que, por isso, não conseguimos o título. Também por isso. Eu quero e sempre faço isso nessa gestão, quando você tem a impossibilidade de um atleta como o D’Alessandro jogar, você tem que passar toda a moral e confiança para o jogador que está entrando para que ele se sinta dentro do processo e render dentro do mais alto nível. Fez falta, mas não podemos justificar com isso a falta do título.

Lance!

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Fonte: TERRA

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