Oratória para apresentações em público

 

Speaker! Como você está? Espero que muito bem!

Se você acompanha nossos posts semanais, deve ter percebido que já faz algum tempo que não falamos sobre a oratória para apresentações em público, não é verdade?

No entanto, vejo bons profissionais cometendo erros simples – mas altamente prejudiciais – em exposições, vídeos ou outros tipos de apresentações em público e daí percebo o quanto é importante falar sobre este tema.

A oratória (como a habilidade de se expressar bem) é uma grande aliada em diversos contextos: no diálogo com um cliente, na negociação por telefone, para escrever e-mails… Porém, nas apresentações em público propriamente ditas, a influência da oratória é ainda mais explícita.

Nesses contextos, quando alguém sobe em um palco disposto a falar para um público, tal alguém está em evidência. E essa evidência é uma grande oportunidade de inspirar os demais. Mas, se há equívocos que minem a confiança que se transmite, esses tais equívocos também estarão em maior evidência do que em outras situações.

Falar bem em público é algo que se logra através de um conjunto de ações, que envolvem saberes, habilidades e atitudes. Todo esse conjunto faz parte da boa oratória – que, vale a pena lembrar, não é um dom, mas uma competência. Dessa forma, para que um comunicador tenha uma boa performance nos palcos, é indispensável que esses três grandes pilares estejam presentes e se complementem entre si.

Na nossa conversa de hoje, vou falar sobre esses três eixos principais da oratória para apresentações em público. Vamos lá?

Saberes e Conhecimentos: entendendo o que é a oratória!

A palavra orador faz referência àquele que detém a palavra, mas oratória – aliás, a comunicação como um todo – vai muito além de apenas falar, sem levar em consideração o outro com quem dialogamos. E esse é um dos saberes principais: entender que a comunicação é uma troca, deixando de focar apenas em nós mesmos, inclusive quando estamos no centro das atenções, como nas exposições orais.

Outro saber essencial é compreender que nos comunicamos através do nosso corpo, da forma como olhamos para o público, do tom de voz que escolhemos para esse ou aquele trecho, do movimento que nossas mãos assumem enquanto falamos. Em outras palavras, a linguagem não-verbal é parte importantíssima em qualquer situação de exposição de fala.

Habilidades e Competências: se falar bem não é um dom, como desenvolver essa condição?

Sim, falar bem não é um sinal de nascença. Ao contrário, é algo que as pessoas logram através de dedicação, prática e desenvolvimento constantes. Nesse sentido, para que nossa fala esteja clara e interessante, nosso pensamento também deve estar.

Uma das habilidades mais essenciais para sermos bons comunicadores é desenvolver o raciocínio, estruturando nossas ideias de forma organizada. Para que a comunicação seja eficaz, a audiência (seja ela quem for) precisa entender o que estamos dizendo sem dificuldades e isso só acontece se a nossa fala tiver uma progressão lógica e estiver interligada.

Outra competência é estarmos sempre prontos para expressar ideias, mesmo sem termos tido tempo suficiente para planejar a nossa fala como gostaríamos. Essa competência é a capacidade de improvisação, que facilita (e muito) o dia a dia daqueles que a possuem.

Por fim, outra habilidade que impulsiona apresentações em público é saber contar uma história e enxergar histórias até onde os outros só veem números. Criar narrativas a partir de estatísticas, inserir a história de alguém ou própria para abordar uma ideia, apresentar e tentar resolver um problema: tudo isso é storytelling, estratégia eficiente para todo comunicador.

Atitudes: como agir para ter uma boa imagem pessoal?

A resposta para essa pergunta é: liderança. Um bom comunicador, um comunicador que está acima da média e que logra transmitir uma imagem pessoal confiável e segura é o que consegue agir como um líder, inspirando quem o rodeia através de palavras e de ações.

Atuar como um líder é mostrar paixão pelo que estamos dizendo, é dominarmos bem o assunto do qual falaremos, é não deixar que conflitos de ideias se transformem em confrontos…

 

Os conhecimentos, atitudes e habilidades que fazem com que sejamos bons comunicadores transformam nossas vidas e nos empoderam. Esses três pilares são importantíssimos para apresentar nossos projetos, tirando nossas ideias da gaveta e partindo para a ação!

 

Fonte:

The Speaker

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Fonte: TERRA

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