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Paulo e Mari Vilhena idealizam o Festival Filme Em Casa


Paulo Vilhena, ao lado doa jornalista de causas sociais e ambientais Mari Vilhena, foram os idealizadores e produtores do projeto Festival Filma Em Casa.


Desde o último mês de abril, a dupla reuniumais de cem profissionais e amadores do audiovisual em torno da criação caseira de um filme de até 5 minutos de duração cujo tema é O Som da Vizinhança, proposto pela dramaturga e roteirista Thelma Guedes.


Thelma também compõe o júri ao lado de Laís Bodanzky, Rogério Papinha, Carolina Amaral, Luciano Xavier e Walério Araújo, que juntosescolherão, entre cerca de 35 filmes, o vencedor, que será anunciado no próximo domingo (07) no Instagram, e receberá um prêmio de R$3.000.


O segundo lugar será premiado com R$2.000, ea partir desta segunda-feira (1º), todas as obras concorrentes poderão ser vistas no IGTV do Festival.


“A ideia nasceu de uma inquietação minha e da Mari diante desse momento que a humanidade passa com a crise do coronavírus. Nosso maior desejo era estimular a produção e conexão de criativos espalhados pelo Brasil, além de criar uma oportunidade real de trabalho durante a quarentena para esses inúmeros profissionais que fomentam a cultura nacional”, declarou Paulo Vilhena.


Com o objetivo de criar um mosaico on-line de histórias e carreiras ligadas à produção cultural, os idealizadores criaram uma espécie de “passaporte” para as inscrições, que consistiu em uma foto que simbolizasse a atuação profissional (ou amadora) e uma breve descrição biográfica de cada.


Este mosaico, disponível no Instagram, tornou-se uma funcional vitrine de artistas das mais variadas áreas, acessível a todo o público – profissionais e amadores que de outra forma talvez não pudessem ter essa visibilidade nacional.


Há participantes dos dez aos 75 anos de idade, que vão de estudantes a fotógrafos a dançarino s, passando por roteiristas e compositores. Juntos a nomes de todo o Brasil, encontram-se alguns já conhecidos pelo público, como o diretor Raoni Carneiro, os atores Dudu Azevedo, Fabio Penna, José Trassi e Anja Bittencourt. Todos juntos, participando.


O Processo de Trabalho e desafios da quarentena


 


Seguindo a máxima de que nenhuma obra é construída sem o envolvimento de uma equipe, Paulo e Mari optaram por formar, dentre os participantes, grupos de três pessoas para a criação de cada filme. Os grupos foram formados por um sorteio ao vivo pelo Instagram, sendo um sorteio analógico, à moda antiga, com direito a papelzinho e urna. Desta ação se formaram os trios e, a partir daí, cada equipe buscou sua própria forma de conexão e comunicação, acomodando as respectivas rotinas e fusos-horários.


A data limite para envio das obras audiovisuais foi o dia 31 de maio, ponto em que o júri e os criadores do Festival entram em cena para avaliar os trabalhos e premiar primeiro e segundo lugares com 3 mil e 2 mil reais, respectivamente.


Uma série lives no Instagram com os participantes foi realizada para que pudessem falar sobre seus processos, dificuldades e soluções encontradas para vencer o desafio do distanciamento social.


“Posso afirmar que nunca poderíamos ter previsto tanto engajamento. É incrível ver como cada grupo está lidando. Um ponto central do Festival para mim e para o Paulo era a valorização da escuta em ambiente propício a discordâncias, e os retornos estão sendo riquíssimos”, contou Mari Vilhena.


Lembrando quePaulo e Mari Vilhena não pretendem parar por aqui. A ideia é estender a iniciativa a outras áreas artísticas, estimulando e dando visibilidade a mais e mais artistas e criadores Brasil afora.


Para isso, estão em busca de possíveis novos parceiros, convidando pessoas físicas e/ou jurídicas que queiram se juntar a eles nesta missão.


Animado para conferir o vencedor da primeira edição do Festival Filme Em Casa?


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Fonte: O Fuxico

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