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Professores reclamam que trabalham o dobro com ensino híbrido

Na época da reabertura das escolas privadas, a Fundação de Vigilância em Saúde (FVS-AM) divulgou uma cartilha com 68 normas e recomendações para o retorno gradual das atividades educacionais. Dentre elas, a lotação das salas limitada a 50% da capacidade com distanciamento entre cadeiras, rodízio entre alunos nas escolas, disponibilização de álcool em gel e uso obrigatório de máscaras.

Apesar das recomendações, cada escola privada foi autorizada a adotar medidas particulares, conforme necessidade e realidade das instituições. Segundo a gestora da escola ‘Meu Caminho, Laura Cristina Vidal, um infectologista chegou a ser consultado para a adoção das medidas.

Agora, antes de iniciar as aulas, os estudantes do Ensino Fundamental leem uma cartilha com instruções de cuidados contra o novo coronavírus. Além disso, segundo Laura, um tapete de sanitização, encharcado com sabão líquido, foi colocado na porta de entrada da escola, para que todos possam limpar os pés antes de entrar nas salas.

Outra medida foi a instalação de barreiras acrílicas nas salas de aulas com alunos de 4 a 6 anos de idade, para manter o distanciamento entre eles. A adesivagem informando sobre o distanciamento social e com demarcação de distância entre carteiras também foi feita para orientar os estudantes.

Símbolos que expressam afetividade entre os colegas também foram criados para enfrentar o momento de forma lúdica e manter o distanciamento. Braços cruzados no peito, por exemplo, simbolizam um abraço entre eles.

Nos colégios Pinnóchio e Martha Falcão, também houve a instalação de tapete antisséptico e os alunos foram orientados sobre o uso de meias antiderrapantes, para que pudessem andar pelas escolas sem os sapatos. Um mascote também criado pelas instituições para acompanhar os alunos de forma lúdica e incentivar a adoção das medidas de prevenção.

As escolas também medem a temperatura dos alunos. Caso o estudante ou qualquer funcionário estiver com a temperatura a partir de 37 graus, ele não entra na escola, segundo, Nelson Falcão.

A rede de escolas Idaam, uma das maiores da capital, decidiram retornar com as aulas presenciais no dia 20 de julho. Segundo a diretora pedagógica da instituição, Célia Carrara, apenas 50% da turma comparece às aulas presenciais, em forma de revezamento.

Dentre as medidas adotadas pela escola, estão: sanitização semanal da escola; abertura de portas e janelas antes e depois de cada aula; higienização constante de superfícies e uso obrigatório de toucas, máscaras, luvas e viseiras de proteção facial pelos alunos e funcionários.

Segundo a gestora da instituição, a equipe pedagógica tem que passar por testes de Covid-19 constantemente. Houve a instalação de totens de álcool em gel e tapetes sanitizantes, e o horário de entrada e saída das turmas foi reorganizado para evitar aglomeração nas dependências da escola. *As informações são do G1.

Fonte: Google News

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