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Projeto lança quebra-cabeça feminista e parte das vendas é destinada a ONGs que apoiam mulheres




Daniela Petroni, empreendedora e fundadora da Puzzle Me

Daniela Petroni, empreendedora e fundadora da Puzzle Me

Foto: Divulgação/Puzzle Me / Estadão

O ‘Projeto Mulheres’, elaborado no fim de 2020, transforma em quebra-cabeças obras de arte criadas por mulheres. Durante a pandemia de covid-19, a empresária Dani Petroni decidiu repaginar um outro programa, o ‘Pecinhas do Bem’, em que parte da renda era revertida para ONGs.

“Começamos buscando imagens que fizessem sentido como um quebra-cabeça e que alimentassem olhos e alma. Nesta busca, nos demos conta que as imagens que mais gostávamos eram feitas por mulheres e que seria coerente fazer as doações para ONGs que apoiassem mulheres”, explica a fundadora da Puzzle Me.

A estreia da coleção foi assinada por Priscila Barbosa e a segunda imagem é da ilustradora argentina Eva Uviedo. “O desenho, feito exclusivamente para o quebra-cabeças, é parte de uma série autoral que desenvolvo, ‘Sobre Amor & Outros Peixes’, que usa os seres do mar como analogia para os diferentes tipos de sentimentos, nuances e sutilezas que envolvem os relacionamentos humanos. Para esse trabalho procurei fazer algo bem suave, colorido e instigante, com diversas estampas para facilitar a montagem”, explica a artista.



Quebra-cabeça 'Sonho de Mar', que faz parte do 'Projeto Mulheres'  

Quebra-cabeça ‘Sonho de Mar’, que faz parte do ‘Projeto Mulheres’

Foto: Divulgação/ Puzzle Me / Estadão

A Puzzle Me doa 5% das vendas dos quebra-cabeças do projeto ao Instituto Rede Mulher Empreendedora (IRME) e para a Associação Fala Mulher. As doações continuarão sendo feitas através da empresa Polen, plataforma que valida as ações e facilita a conexão entre empresas e causas sociais, de forma simples e transparente. De janeiro a março deste ano, foram arrecadados R$ 615,43.

“Acredito que o fato da renda ser revertida a ONGs de empoderamento feminino, além de ser uma ajuda direta, também é um incentivo para que mulheres queiram comprar a peça. E é muito importante esse movimento que leva mulheres a comprarem obras de artistas mulheres, costumeiramente relegadas no mercado da arte, e isso é muito positivo”, avalia Uviedo.

Fonte: Terra

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