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Provavelmente ocasionado por um balão

Post atualizado 17/7 14:00

Foi confirmado ser no cume Pedra da Mina. Recebemos a informação de que teriam confirmado que um balão de festa Julina foi responsável pelo incêndio, mas ainda deixa dúvidas.

O ICMBio solicitou apoio de aeronaves de combate a incêndio, mas a maioria dessa aeronaves estão na região da Serra do Amolar no Pantanal. Talvez o Águia faça o apoio em parceria com o CAvEx de Taubaté. Sobre o combate ao incêndio, a APA já convocou os brigadistas do Itatiaia, Bocaina e Papagaio. Para combater o fogo, é necessário equipamentos específicos e o treinamento.

Post das 12:39:

O fogo começou a ser visto das cidades mais próximas por volta das 20h desta quinta-feira, 16/07. Autoridades ligadas à APA Serra da Mantiqueira já foram acionadas imediatamente e, juntamente aos seus brigadistas e voluntários, estão agindo para encontrar o foco e controlar a situação. Também foram acionados BAVEX e PMMG, solicitando auxílio de helicóptero.

Ainda não se sabe ao certo em qual região está o fogo, visivelmente é possível constatar que está próximo ao cume Pedra da Mina, o 4º maior cume do Brasil. Sem maiores informações, por não existir um controle de acesso aos cumes da região, acredita-se que foi ocasionado por fogueiras produzidas por campistas que estavam no local. Segundo relatos de proprietários de áreas que dão acesso aos cumes, quatro homens desceram no período da tarde de ontem, negaram-se a se identificar e caminhavam a passos rápidos.

autor desconhecido, tentamos contato e não obtivemos sucesso

A Associação de Montanhismo e Proteção da Mantiqueira (AMPM) compartilhou uma nota em suas redes sociais dizendo:

“No fim da tarde do dia 16/07 foi identificado incêndio no cume da Pedra da Mina (Serra da Mantiqueira), visível do lado paulista (Cruzeiro/Lavrinhas/Queluz) e do lado mineiro (Itanhandu/Passa Quatro/Itamonte).

Ao que tudo indica, uma vez que estamos em período de estiagem na região, o incêndio provavelmente fora causado por alguém utilizando-se de fogueiras, fogareiro, fogos, etc. Ainda não podemos afirmar com certeza.

Na noite de ontem o fogo aumentava com rapidez devido ao tempo seco e ventos fortes.

Voluntários e autoridades já se mobilizavam a noite organizando subida com brigadas e voluntários, também foi acionado BAVEX e PMMG solicitando auxílio de helicóptero.

Cumpre lembrar que o território da APASM está dentro dos decretos que proíbem visitas no período da pandemia de COVID-19.

Subidas clandestinas têm acontecido com frequência em regiões da Mantiqueira (Marins, Itaguaré e Serra Fina). Infelizmente o pior aconteceu, agora torcemos por nossos guerreiros no combate ao incêndio e posteriormente conseguirmos identificar as causas.”

autor desconhecido, tentamos contato e não obtivemos sucesso

A vegetação extremamente seca das partes mais altas da Mantiqueira, unido a falta de chuva desta época do ano, faz com que o fogo se espalhe rapidamente, tomando enormes proporções. Por isso, a orientação a todos os visitantes de regiões como estas é não fazer fogueiras, mas, infelizmente, muitos não respeitam. Durante o mutirão de manutenção de trilhas realizado ainda nesta semana pela APASM na travessia do Marins-Itaguaré (região próxima a Serrafina e com as mesmas condições de falta de fiscalização e controle), um dos voluntários relatou ter encontrado mais de sete focos de fogueiras apagados, feitos nos últimos dias e meses.

Durante o isolamento social por conta da pandemia de Covid-19, foram realizadas algumas ações por voluntários da Associação de Guias de Passa Quatro e prefeituras da região, a fim de conter a visitação ao local para que a aglomeração de pessoas não fosse possível lá. Porém, por existir diversas formas de acesso, alguns conseguem chegar ao local conscientes ou não desta problemática.

Aguardamos maiores informações das equipes enviadas ao local para atualizar aqui. Fique atento!

Redatora publicitária, fotógrafa e iniciadora da campanha MantiqueiraBem. Pratica montanhismo e trekking desde os 17 anos. O esporte serve de grande inspiração para seu trabalho com a fotografia, iniciado pelos ambientes naturais e montanhas da Serra da Mantiqueira, em 2015. Sempre se manteve envolvida com órgãos de preservação ambiental da região. Atualmente, trabalha como analista de marketing digital para marcas de esporte locais.

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Fonte: R7

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