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Quais as respostas de especialistas para perguntas de praticantes de esportes outdoor

No ano de 2020 há um assunto que parece não acabar: a pandemia de COVID-19. Sendo a pessoa negacionista ou não, é inegável o impacto na vida de de todos os indivíduos em geral. Não importa a classe social, o grau de escolaridade, o estado que vive ou o esporte que pratica: todos nós temos que nos preocupar e conscientizar sobre o tema.

Na última semana, infelizmente, casos de abusos de autoridades como juízes, desembargadores e de pessoas que se acham acima da lei saltam aos olhos de todos. Basta verificar nos grupos de WhatsApp que montanhistas e escaladores possuem, pelo menos por enquanto de maneira enrustida, o mesmo comportamento de querer desrespeitar as normas de saúde pública em nome daquilo que ele fantasia em sua cabeça a qual ele chama de opinião.

Comparando com outros países, os quais todos saíram da quarentena e já conseguem viver normalmente, o Brasil fez, e está fazendo, tudo errado. No momento da publicação desse artigo há mais de 80.000 mortos, com mais de 2 milhões de contaminados. Para a pessoa que pensa que entende de tudo, mesmo sendo ignorante no assunto, o número é “pequeno, se comparado com a população absoluta do Brasil”.

Se você, caro leitor, compartilha desse pensamento aconselho a não ler o restante do texto. Ele foi idealizado para quem possui empatia com as pessoas próximas, carinho com os parentes e um mínimo de consciência social. Para quem ainda insiste em chamar o COVID-19 de “gripezinha”, ele será inócuo.

Como colaborar

Para quem deseja colaborar com as normas e regras para evitar que essa pandemia se prolongue, é importante entender algumas perguntas. As perguntas são: Qual é a distância social correta? Haverá uma segunda onda? Você deve usar uma máscara quando prática esporte?

As respostas a estas perguntas foram feitas a médicos infectologistas, biólogos, pesquisadores, professores universitários e agentes de saúde. Todos foram bem didáticos e solícitos quanto a procurar conscientizar a população.

O distanciamento social de 1 metros é tão seguro quanto 2 metros?

A resposta simples para isso é que não há certeza absoluta quanto a isso. Mas parece lógico que haverá mais chances de se espalhar de um caso para outros à medida que o distanciamento social é reduzido.

Diferentes países em todo o mundo têm diferentes distâncias mínimas recomendadas, sendo a de 1 metro a mais sugerida. Uma modelagem de dados de laboratório sugere que o risco aumentado de exposição é entre 2 e 10 vezes maior com uma distância de 1 metro em vez de 2 metros.

No entanto, o risco também depende de fatores ambientais: é provável que o risco em um espaço fechado seja muito maior que num ambiente aberto. Manter 2 metros ainda faz sentido, sempre que possível, e para caminhantes e escaladores, onde ao ar livre geralmente é bastante fácil manter 2 metros de distância, é recomendado que seguíssemos a orientação de 2 metros.

Devo usar uma máscara ao viajar ou praticar atividade outdoor?

Usar uma máscara permanece uma questão um tanto controversa. Todos concordam que é importante usar, mas os mais ignorantes se recusam.

A principal vantagem das máscaras (exceto as muito especializadas utilizadas pelos profissionais de saúde no tratamento de pacientes) é que elas impedem a disseminação de gotículas para outras pessoas.

Portanto, se por acaso você tiver COVID19, mas não tiver nenhum sintoma, provavelmente será menos provável que exponha as pessoas próximas se usar uma máscara. No entanto, máscaras comuns não impedem que você inale as gotículas espalhadas por outras pessoas que contêm vírus, pois são muito pequenas para serem interrompidas por máscaras não especializadas.

Obviamente, se você tiver sintomas sugestivos de COVID19, não deve andar ou escalar e deve se auto isolar e entrar em contato com os serviços de teste.

Já existe algum tratamento?

Para pacientes com COVID19 internados no hospital e necessitando de tratamento com oxigênio ou internação em terapia intensiva, dois medicamentos demonstraram benefício em ensaios clínicos. São remdesivir, que diminui o tempo de internação, e dexametasona, que também reduz o risco de morte.

Se você tiver sintomas de COVID19 (em particular febre, tosse seca ou perda de olfato ou paladar), deve se auto isolar em casa e entrar em contato com o serviço de testes para agendar um. Seus contatos próximos também devem se auto isolar por 14 dias.

Formado em Engenharia Civil e Ciências da Computação, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha, Argentina e Chile. Já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Chile, Espanha, Uruguai, Paraguai, Holanda, Alemanha, México e Canadá. Realizou o Caminho de Santiago, percorrendo seus 777 km em 28 dias. Em 2018 foi o único latino-americano a cobrir a estreia da escalada nos Jogos Olímpicos da Juventude e tornou-se o primeiro cronista esportivo sobre escalada do Jornal esportivo Lance! e Rádio Poliesportiva.

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Fonte: R7

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