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Relatório aponta pessimismo em alta na indústria do esporte

A Outdoor Retailer anunciou ontem que, à luz dos desafios em curso apresentados pela pandemia do coronavírus, o Snow Show 2021 se realizará a um formato totalmente virtual. O formato já foi utilizado no assim como o Summer Market 2020 em julho.

A Snow Show 2021 estava programado para 27 a 29 de janeiro no Colorado Convention Center em Denver, foi cancelado. Os organizadores apelidaram seu substituto de “Outdoor Retailer Winter Online”. As datas exatas não foram divulgadas, mas as lideranças da Outdoor Retailer disseram que a plataforma estará acessível de janeiro a março de 2021.

Qual a importância de não acontecer a feira?

Embora empresários de visão de horizonte baixo afirmem que escalada e montanhismo tem de ser sempre um esporte de nicho, a realidade em outros países mostra o contrário. A participação em feiras de setores específicos, como Outdoor Retailer nos EUA, OutDoor by ISPO na Alemanha e a Adventure Sports Fair no Brasil, são determinantes para se conhecer mais a fundo o mercado de atuação e expandir a rede de contatos para fechar novos negócios

Em um local totalmente dedicado à geração de negócios de um setor específico, é possível trabalhar a divulgação da marca e produtos da empresa, como também aproveitar a oportunidade para firmar parcerias e prospectar novos clientes.

Portanto, as consequências a médio prazo, principalmente para quem está na América do Sul, é o enfraquecimento da indústria. Com poucas novidades em termos de tecnologia, equipamentos e de oportunidades de importação e exportação de serviços e materiais.

Pessimismo na indústria do esporte

Foto: http://www.stealingshare.com/

A Federação Mundial da Indústria de Artigos Esportivos (WFSGI) divulgou os resultados da edição de setembro do relatório mensal realizado entre fabricantes, varejistas e marcas do setor de artigos esportivos para explorar os efeitos da pandemia em seus negócios (COVID-19 Impact Survey).

O estudo indica, entre outras coisas, que a indústria superou a interrupção da cadeia de suprimentos (Supply chain) causada pela epidemia, com 40% dos entrevistados dizendo que não é um problema para eles.

No entanto, a situação do mercado continua desafiadora, com 75% de todos os entrevistados considerando que seus negócios são afetados pelo coronavírus. Esse indicador representa 10 pontos percentuais a mais que o da pesquisa de julho, onde o índice atingiu seu nível mais baixo.

Entre as empresas de manufatura, apenas 20% afirmam não ter experimentado uma redução em seus pedidos, mas quase 70% dos entrevistados enfrentam uma redução nos pedidos da Europa. Porcentagem maior do que na pesquisa mensal anterior.

Os pedidos da África e do Oriente Médio também estão diminuindo, enquanto para todas as outras regiões os entrevistados notaram que o declínio diminuiu.

Mais de 30% dos fabricantes ainda enfrentam uma situação de escassez de material e 40% dos entrevistados indicam que os gargalos de produção são a principal razão para a escassez. A escassez de materiais agora se deve principalmente aos embarques retidos nas fronteiras , embora o fechamento das fábricas dos fornecedores seja menos problemático do que antes.

Enquanto isso, a escassez de mão de obra continuou diminuindo por três meses consecutivos. No entanto, cerca de 7% das empresas de manufatura relatam que seus negócios foram afetados pela ausência de funcionários infectados com COVID-19. O valor é mais alto do que a proporção média dos últimos seis meses.

Quando questionados sobre as tendências dos mercados emergentes após a pandemia, 70% dos entrevistados apontaram para “produtos verdes”. Quanto às principais atividades esportivas após a primeira onda da pandemia, o outdoor voltou a liderar a lista. Curiosamente, todos os outros esportes (corrida, basquete, futebol, beisebol, caminhada, ciclismo, natação) apresentaram números decrescentes .

Os esportes outdoor foram os únicos a apresentar aumento.

A WFSGI convida a participar todas as empresas de artigos esportivos interessadas, mesmo aquelas que não são membros da Federação. A pesquisa é anônima, não sendo solicitados dados pessoais ou corporativos.

Uma nova edição da pesquisa online já está disponível: https://www.surveymonkey.com

 

Formado em Engenharia Civil e Ciências da Computação, começou a escalar em 2001 e escalou no Brasil, Áustria, EUA, Espanha, Argentina e Chile. Já viajou de mochilão pelo Brasil, EUA, Áustria, República Tcheca, República Eslovaca, Hungria, Eslovênia, Itália, Argentina, Chile, Espanha, Uruguai, Paraguai, Holanda, Alemanha, México e Canadá. Realizou o Caminho de Santiago, percorrendo seus 777 km em 28 dias. Em 2018 foi o único latino-americano a cobrir a estreia da escalada nos Jogos Olímpicos da Juventude e tornou-se o primeiro cronista esportivo sobre escalada do Jornal esportivo Lance! e Rádio Poliesportiva.

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Fonte: R7

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