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será que existe relação entre eles?

Quando uma pessoa decide aprender a atirar, faz isso por diversos motivos: alguns querem iniciar-se no esporte, aliviar o estresse, aumentar a concentração, otimizar o equilíbrio emocional, aprimorar o autocontrole e desenvolver reflexos rápidos, seja para uma vida melhor ou para sua autodefesa. É uma decisão bem importante, pois estamos lidando com um equipamento letal e, se não tratado com responsabilidade, o resultado pode ser fatal.

No decorrer do curso, diversas atividades são aplicadas a fim de desenvolver o lado analítico do aluno, aumentando sua capacidade de percepção, reflexos e desempenho em atividades cotidianas. Além disso, todos que fazem o curso de tiro têm a capacidade de desenvolver um autocontrole emocional, pois o tiro esportivo é um esporte que contribui para o alívio da tensão e do estresse que passamos diariamente.

Para aprender a atirar, precisamos conhecer regras de segurança, saber os protocolos de conduta no estande, conhecer o equipamento com o qual operaremos e aprender os fundamentos do tiro.

Como dito, uma das essencialidades dessa formação é conhecer a sua arma, identificar as peças dela, as teclas, as funções, saber como ela pode ser operada. Assim deve ser quando escolhemos um concurso para fazer: precisamos conhecer a banca examinadora, saber como ela trabalha, quais os entendimentos dela sobre determinados assuntos, qual tipo de linguagem ela utiliza, quais as formas de avaliação ela utiliza – enfim, quanto mais informações tivermos sobre o concurso, mais chances teremos de atingir a pontuação para passar na prova.

Os fundamentos do tiro são a parte mais importante do treinamento. Sem uma base bem solidificada, bem sedimentada, todas as demais habilidades tornam-se vazias, sem efeito. A prática desses princípios é o que nos assegura que alcançaremos o principal objetivo buscado ao acionar o gatilho: acertar nossa mira.

Antes da capacitação com munição real, exercitamos repetidas vezes todos esses aprendizados para executar o tiro com primor e atingir o alvo. No momento do disparo, é necessário conectar-se consigo mesmo e colocar toda concentração no que almeja. Tanto no tiro como na preparação para o concurso é preciso focar nossa energia naqueles momentos de estudo e execução.

Quando treinamos tiros, exigimos mais força do corpo e, para isso, um número maior de fibras musculares é recrutada. Além disso, na maioria das pessoas, as articulações são mais movimentadas, distribuindo a força em amplitudes maiores de movimento. Ou seja, quando realiza o disparo, a pessoa passa a usar uma capacidade muscular e articular maior, aumentando a eficiência da ação.

Ao decidirmos estudar para uma carreira pública, sabemos que essa não é uma atividade fácil, porque essa decisão alterará a nossa vida em muitos aspectos; passaremos por momentos de solidão, de privação, mas, sobretudo, de autoconhecimento. Estaremos ali concentrados na tarefa dia a dia, fazendo exercícios, revisões, simulados, tudo para estarmos preparados no grande dia.

Assim como o corpo precisa de movimento para manter os músculos fortes, o cérebro requer exercício para preservar a flexibilidade do sistema nervoso e desenvolver a capacidade de raciocínio.

Nos treinos de tiro em seco (sem munição real), o aluno se aperfeiçoa a cada passagem e, ao final, já consegue executar todos os fundamentos com primazia – mas, quando passamos para a prática, a coisa muda de figura. Apesar de fazer a empunhadura de forma certa, encaixar corretamente o aparelho de pontaria (visada), estar perfeitamente posicionado e controlar a respiração, no momento do disparo, a pessoa acaba errando o alvo. Isso acontece muito e por variadas razões. Muitas vezes, queremos nos antecipar e visualizar o resultado antes de o tiro acontecer; noutras situações, sentimos medo do recuo da arma ou do estampido. Alguns erros são mais difíceis de corrigir, mas outros nem tanto.

No que diz respeitos aos concursos, acompanho alunos que vão muito bem nos exercícios ao longo da semana, mas, na hora do simulado, não se saem tão bem e acabam se sentindo desestimulados por isso.

Tanto em uma como em outra instrução, seja para aprender a atirar ou para passar num concurso, é indispensável fazer uma autoanálise do que pode estar acontecendo com você, saber a razão pela qual você está errando e não está evoluindo. Muitos alunos querem ter 70% de aproveitamento no simulado quando não viram nem 40% do conteúdo do edital; outros ficam tão ansiosos para saber o resultado (se atingirão o alvo) que acabam perdendo a concentração e falhando na atenção, erram por descuido. Outros precisam ajustar a velocidade. Existem ainda aqueles que têm medo do resultado e muitas vezes deixam de fazer o simulado para não terem de encarar uma nota ruim.

Meus queridos, sou prova viva de que, se não treinarmos o que estamos consumindo de conteúdo, seja no tiro ou em qualquer outra atividade, isso será ou esquecido ou não será executado da melhor forma que conseguimos. Treinar em seco é de extrema importância, assim como fazer inúmeros exercícios, mas também é indispensável fazermos o tiro real, que façamos simulados, buscando trazer a prova o mais próximo possível do momento atual para prepararmos nosso corpo e nossa mente para o desafio. É preciso aparar as arestas.

Os caminhos mentais que criamos em nosso cérebro se fortificam à medida que os percorremos. Se trilharmos o mesmo caminho mental diversas vezes, será esse percurso que nosso cérebro seguirá no momento da prova. Uma vez que você se dedica a isso e, concomitantemente, faz a autoanálise das suas sensações, descobre os motivos que te levaram àqueles erros. Você é capaz de se direcionar melhor, avaliar se precisa de mais revisões, de mais exercícios ou de mais conhecimento sobre o tema.

Em resumo, fazer simulados só te traz benefícios. Perceba:

  • Você se familiariza com o estilo da prova;
  • Pode simular diversas situações: fazer provas no frio, no calor, com barulho, sem barulho etc.;
  • Treina os conteúdos estudados;
  • Percebe como anda a sua preparação;
  • Descobre quais conteúdos precisam de mais estudo;
  • Calcula o tempo médio que você precisa para resolver cada questão;
  • Conhece o método utilizado pela banca.

A internalização das habilidades que adquirimos ao longo dos exercícios, o treinamento sistemático, a prática consistente e constante nos permite alcançar os objetivos da nossa jornada. Para te auxiliar nisso, o Gran Cursos Online tem um time de GranXperts dedicado a pesquisar as melhores técnicas de estudo, de resolução de questões, preparação para TAFs, equilíbrio emocional e diversos outros pontos que precisamos considerar além de somente adquirir conhecimento teórico. Venha conhecer nosso programa.

Beatriz Alves
Beatriz Alves
Agente da Polícia Civil do Distrito Federal, Instrutora de Armamento e Tiro e Coaching do Gran Cursos Online.

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Fonte: Google News

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