fbpx

Submissos à CBF, clubes aceitam serem sabotados – Prisma


São Paulo, Brasil


Santos (Athletico-PR), Weverton (Palmeiras), Daniel Alves (São Paulo). 


Rodrigo Caio (Flamengo), Matheus Henrique (Grêmio).


Everton Cebolinha (Grêmio), Gabigol (Flamengo).


Cleiton (Atlético-MG), Caio Henrique (Fluminense).


Allan (Fluminense), Bruno Guimarães (Athletico-PR).


Pedrinho (Corinthians), Antony (São Paulo), Talles Magno (Vasco).


Todos titulares dos seu clubes.


Reinier (Flamengo), Guga (Atlético-MG).


Felipe Jonatan (Santos), Bruno Fuchs (Inter).


Reservas importantes.


Todos estarão à disposição da CBF.


Jogando pelas Seleções sub-17, pré-Olímpica e principal.



A ausência dos jogadores prejudicará os clubes envolvidos na disputa do Brasileiro, que mais uma vez, não respeitará a ‘data Fifa’ e seguirá normalmente.


Serão dois a três partidas sem atletas.


Fora os que têm atletas que disputarão o Mundial sub-17, que podem perder até dez jogos.


Há briga pelo título.


Por uma vaga na Libertadores.


Para fugir do rebaixamento.


Nas três situações, um ponto pode ser decisivo.


A imprensa brasileira, de forma geral, massacrou Tite.


A maneira cruel que desfalco as equipes para mais dois amistosos inúteis, contra seleções inexpressivas como Senegal e Nigéria, do outro lado do mundo, em Singapura.


Foi detonada também a estrutura do futebol deste país.


Comentaristas chegavam a gritar nos microfones.


As convocações foram na manhã de ontem.


Só que, como esperava, o presidente da CBF, Rogério Caboclo, estava absolutamente tranquilo.


E tinha outra prova de quanto forte é o seu ‘reinado’.


Mesmo com 11 clubes perdendo 14 titulares e quatro reservas.


A noite veio, com o horário de fechamento da CBF.


Não chegou nenhum pedido de desconvocação.


Nenhum protesto.


Nem sequer adiamento de partidas.


A submissão dos clubes foi absoluta.


Como a cúpula da CBF já esperava.



Aliados de Caboclo comentaram, irônicos.


É sempre a mesma situação.


Os técnicos chamam quem eles querem.


O Brasileiro não pode parar.


Por conta do calendário surreal, atrapalhado pelos Estaduais.


E pela televisão, que também quer a sequência do campeonato.


Jornalistas reclamam, protestam.


Mas depois os protestos perdem força.


E os jogadores seguem para as seleções.


A lição dada ao Santos, que negou Rodrygo para a Seleção Sub-20, serviu também de aviso.



O atacante não foi desconvocado pela CBF.


O clube não o colocou para jogar o Brasileiro.


Por conta do medo de represálias jurídicas.


Ou seja, a situação de ontem será repetida no futuro.


Tite, Jardine e Guilherme Dalla Déa poderão chamar quem quiser.


Caboclo tem os clubes na mão.


À disposição das Seleções da CBF.


Seja para disputar um Mundial.


Ou insignificante amistoso.


Simples assim…

Fonte: R7

Do NOT follow this link or you will be banned from the site!