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Tupis prontos para buscarem feito inédito no Pan

Foto: Sergio Maureira

Sexta-feira, sábado e domingo são dias de torcer pelo Brasil no rugby sevens! Lima, no Peru, recebe os Jogos Pan-Americanos a partir de sexta e o rugby está logo no início das disputas. Hoje, passamos a limpo o torneio masculino, que tem o Brasil almejando um medalha inédita, buscando superar o 6º lugar do Pan de 2015 e o 7º do Pan de 2011.

Os jogos serão exibidos todos ao vivo no R7, com partidas eventualmente na Record News. Olho nos dois canais.

O rugby sevens do Pan conta com 8 seleções, divididas em 2 grupos com 4 equipes cada. As duas primeiras colocadas de cada grupo avançarão às semifinais.

Entre os homens, o favoritismo é de Canadá (medalhista de ouro em 2011 e 2015) e Argentina (medalhista de prata nos mesmos anos), que levaram a Lima seus melhores elencos possíveis, usando suas equipes que jogaram a Série Mundial de Sevens 2018-19 (o circuito mundial). Os Estados Unidos, vice campeões da Série Mundial (medalhistas de bronze do Pan em 2011 e 2015),, optaram por levar ao Peru uma equipe de desenvolvimento, abrindo espaço para países como Brasil e Chile sonharem com medalha inédita.

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Brasil quer fazer história no Grupo A

O Brasil está no Grupo A, que promete ser o mais equilibrado, com Estados Unidos e Chile, criando disputa acirrada entre os três países por vagas nas semifinais.

  • O Brasil vai ao Pan com suas melhores chances até hoje de obter uma medalha. Com apenas uma semana de treinos de sevens, o técnico Rodolfo Ambrosio (com Fernando Portugal, que jogo duas vezes o Pan, como auxiliar) fez sua linha da seleção de 15 jogadores se superar no sevens e derrotar o favorito Chile em Santiago no Pré Olímpico – algo notável;
  • O elenco dos Tupis tem muito entrosamento, com os irmãos Duque (Moisés e Lucas “Tanque”) fazendo história sendo os primeiros atletas do rugby brasileiro a jogarem três edições do Pan. Os dois também estiveram no Rio 2016, assim como os irmãos Sancery (Daniel e Felipe), Stefano e Laurent, que completam um núcleo de seis atletas com experiência em eventos desse porte. “Zé” Tranquez e Daniel “Maranhão” ainda trazem experiência de conjunto na Poli, campeã brasileira;
  • O Chile chega ao Pan “mordido” pela derrota em casa para o Brasil. Os Cóndores eram favoritos naquela oportunidade, por terem conquistado neste ano feitos maiúsculos como vitória sobre a França e empate com a África do Sul. Ainda assim, o time chileno é forte e vai ao Peru com ambição de medalha;
  • Os Estados Unidos terão um elenco de desenvolvimento em campo, levando apenas seis atletas com experiência de Série Mundial de Sevens – e apenas três deles tendo jogado a reta final do circuito: Marcus Tupuola, Joe Schroeder e Maceo Brown. Recheado de jogadores oriundos do ascendente rugby sevens universitário, os Eagles (as Águias) não podem ser tirados da condição de primeira força do Grupo A, mas precisarão mostrar em campo que têm um elenco de desenvolvimento capaz de jogar à altura de seu forte time principal;
  • A Guiana é a quarta força da chave e sonha apenas em não ficar em último lugar no Pan. Os jogos contra Guiana poderão ser importantíssimos em um eventual desempate por saldo de pontos;

Grupo B de batalha épica entre Canadá e Argentina

Canadá e Argentina são os maiores favoritos do Pan e estão no Grupo B, que tem ainda o Uruguai correndo por fora.

  • A Argentina não conseguiu nas duas primeiras edições do rugby sevens no Pan (2011 e 2015) o ouro para o qual era considerada favorita. O técnico Santiago Gómez Cora (maior jogador da história do sevens argentino) não quer dar margem ao insucesso e levou ao Peru seu elenco que foi 9º colocado geral na Série Mundial;
  • O elenco argentino é poderoso, com Franco Sábato e Luciano González, que terminaram o circuito mundial entre os 15 maiores artilheiros de tries, além do veterano referência Gastón Revol. Os Pumas ainda tiveram Lautaro Bazán Vélez entre os atletas com mais linhas quebradas no circuito;
  • O Canadá fechou a Série Mundial em 11º lugar, mas contou com dois dos grandes nomes de toda a temporada: Nathan Hirayama, no Top 5 da artilharia de pontos, e Conor Braid, Top 5 do ranking mundial de performance (que soma várias estatísticas individuais). Os Canucks, no entanto, oscilaram muito ao longo da temporada e, por isso, ficaram abaixo dos mais constantes argentinos. Ainda assim, o Canadá vai com tudo em busca do tricampeonato;
  • O rugby do Uruguai tem foco na modalidade de 15 jogadores, com o país se preparando para a Copa do Mundo deste ano. Sobram menos recursos para o sevens e o elenco é usado para desenvolver novos talentos. O time tem Diego Ardao como referência e conta com muitos jovens atletas. Apesar de derrotas para Brasil e Chile no Pré Olímpico, nunca se pode desprezar a capacidade de superação dos Teros;
  • A Jamaica é a quarta força da chave, mas vem mostrando evolução e sonha em surpreender algum time mais forte. Todo cuidado é pouco com os velocistas caribenhos;

 

Horários de Brasília

Fonte: R7

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